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29/01/2010

Ômega 3 regenera o tecido cerebral e minimiza a morte de neurônios

Pesquisa feita por cientistas da Disciplina de Neurologia Experimental da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) – e que integra uma das linhas de pesquisa do Instituto Nacional de Neurociência Translacional – verificou que o ômega 3 é capaz de regenerar neurônios. A pesquisa aponta para a possibilidade de, no futuro, se criar drogas que possibilitem a regeneração cerebral de pessoas com epilepsia e alguns tipos de demências.

Sabe-se que crises prolongadas de epilepsia podem causar lesões em neurônios. A pesquisa demonstrou que, através da produção de proteínas que provocam a entrada do cálcio nas células cerebrais, foi possível regenerar o tecido cerebral de ratos com crises epilépticas.

Sobre a pesquisa

Para a realização da pesquisa, 20 ratos adultos foram separados em quatro grupos distintos. Ao grupo 1 de ratos sadios foi administrado placebo. Ao grupo 2, também composto por animais sadios, foi incluído o ômega na dieta 3. Nos grupos 3 e 4, formados por ratos com crises de epilepsia, foi administrado placebo a um e, ao outro, o ômega 3. A quantidade do ácido graxo administrado aos ratos foi compatível com a quantidade de ingestão de peixes recomendada a seres humanos, que é de três vezes por semana.

Após 60 dias, a análise do tecido cerebral dos ratos mostrou que o ômega 3 foi capaz não apenas de minimizar a morte de células cerebrais dos animais com epilepsia, como foi também capaz de regenerá-las, com a formação de novos neurônios.

Tratamento da epilepsia

Além da medicação necessária ao tratamento da epilepsia, pesquisadores propõem a introdução do ômega 3 na alimentação com o propósito de minimizar as crises. O consumo de peixes como o salmão, sardinha e atum, pelo menos três vezes por semana, seria uma forma de introduzir a substância na cadeia alimentar de pacientes epilépticos.

Após as pesquisas com ratos, médicos da UNIFESP e da USP de Ribeirão Preto iniciaram um estudo sobre o efeito da adição do ômega 3 na dieta de crianças com epilepsia refratária de difícil controle. A adição do ácido graxo na alimentação desses pacientes tem o propósito de atuar como coadjuvante para tentar minimizar as crises.

Comentários

  1. J a tentamos por varias vezes a dmininstrar omega 3 ao meu filho portador de epilepsia refataria o omega 3 temos visto sim melhoras . porem percebemos talvez pela dose q teve problemas de figado… pela aparencia.. rosto esverdeado.. pes e mão geladas.. e expressão de dor…(talvez doses elevada..) mas acredito mto no omega 3 inclusive temos feito períodos.. depois damos um tempo e retornamos novamente.. hj ele tomoa apenas um medicamento e tem rarrissimas crise.. talvez realmente seja d e retomar a ingesta de omega 3.. adaptando as doses ao seu peso.. nestes 25 anos anos tentamos mtos tratamentos.. não sabemos ao certo o q deu resultado positivo.. caso tenham algo d enovo favor nos comunicar.. meu filho tem sindrome de west.. abraçoss

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