O câncer colo-retal diz respeito a tumores que atingem o cólon – intestino grosso e o reto – e afeta homens e mulheres. No entanto, a doença é tratável e quando localizada apenas no intestino possui um índice alto de cura.
Os principais fatores de risco são idade acima de 50 anos, histórico familiar de câncer de cólon e reto, alimentação rica em gordura, carne e baixo teor de cálcio, além de obesidade e sedentarismo. No caso das mulheres, histórico de câncer de ovário, endométrio ou mama também são fatores de risco.
Pesquisa torna diagnóstico mais eficaz
Na luta contra o câncer, um novo agente de contraste facilita o diagnóstico. Financiada por pesquisadores do Research Council of Norway, a abordagem utiliza uma técnica avançada que ilumina pólipos, que geralmente são invisíveis.
Para o gerente do projeto, Geir Torheim, a abordagem é um ganho para a melhoria do diagnóstico para o câncer de cólon, pois há fortes indícios de que agora os médicos poderão tornar mais fácil a detecção da doença e, ainda, a remoção dos pólipos.
Nem sempre é simples detectar a doença através da colonoscopia. Para esse exame, o médico insere um tubo luminoso, comprido e flexível pelo ânus até o cólon. Esse tubo, o colonoscópico, aumenta o intestino grosso com dióxido de carbono para dar ao médico melhor visão. Uma pequena câmera montada no colonoscópico transmite imagens de vídeo de dentro do intestino grosso para um monitor, permitindo ao médico examinar cuidadosamente o revestimento do intestino. Quando o colonoscópico alcança o intestino delgado é retirado lentamente e o revestimento do intestino grosso é meticulosamente examinado novamente.
O agente de contraste para a detecção de câncer do cólon, o GE-137, é um agente alvo, ou seja, uma vez que é injetado por agulha no braço do paciente, ele procura o câncer. Após 90 minutos, a substância é absorvida em áreas onde o câncer está presente.
“Os médicos descobriram que também há pólipos planos no cólon que são muito mais difíceis de detectar visualmente. O novo agente de contraste será valioso para detectar estes pólipos”, explicou Torheim.
A nova abordagem funciona na maioria das vezes da mesma forma que os modelos anteriores, porém emite uma luz vermelha forte. O agente de contraste muda a cor dessa luz para que possa ser detectado pelo equipamento de filmagem e comparado com imagens de cores regulares. A abordagem foi testada em animais e os investigadores lançaram um ensaio clínico de fase 1 em humanos.
O câncer colo-retal diz respeito a tumores que atingem o cólon – intestino grosso e o reto – e afeta homens e mulheres. No entanto, a doença é tratável e quando localizada apenas no intestino possui um índice alto de cura.
Os principais fatores de risco são idade acima de 50 anos, histórico familiar de câncer de cólon e reto, alimentação rica em gordura, carne e baixo teor de cálcio, além de obesidade e sedentarismo. No caso das mulheres, histórico de câncer de ovário, endométrio ou mama também são fatores de risco.
Pesquisa torna diagnóstico mais eficaz
Na luta contra o câncer, um novo agente de contraste facilita o diagnóstico. Financiada por pesquisadores do Research Council of Norway, a abordagem utiliza uma técnica avançada que ilumina pólipos, que geralmente são invisíveis.
Para o gerente do projeto, Geir Torheim, a abordagem é um ganho para a melhoria do diagnóstico para o câncer de cólon, pois há fortes indícios de que agora os médicos poderão tornar mais fácil a detecção da doença e, ainda, a remoção dos pólipos.
Nem sempre é simples detectar a doença através da colonoscopia. Para esse exame, o médico insere um tubo luminoso, comprido e flexível pelo ânus até o cólon. Esse tubo, o colonoscópico, aumenta o intestino grosso com dióxido de carbono para dar ao médico melhor visão. Uma pequena câmera montada no colonoscópico transmite imagens de vídeo de dentro do intestino grosso para um monitor, permitindo ao médico examinar cuidadosamente o revestimento do intestino. Quando o colonoscópico alcança o intestino delgado é retirado lentamente e o revestimento do intestino grosso é meticulosamente examinado novamente.
O agente de contraste para a detecção de câncer do cólon, o GE-137, é um agente alvo, ou seja, uma vez que é injetado por agulha no braço do paciente, ele procura o câncer. Após 90 minutos, a substância é absorvida em áreas onde o câncer está presente.
“Os médicos descobriram que também há pólipos planos no cólon que são muito mais difíceis de detectar visualmente. O novo agente de contraste será valioso para detectar estes pólipos”, explicou Torheim.
A nova abordagem funciona na maioria das vezes da mesma forma que os modelos anteriores, porém emite uma luz vermelha forte. O agente de contraste muda a cor dessa luz para que possa ser detectado pelo equipamento de filmagem e comparado com imagens de cores regulares. A abordagem foi testada em animais e os investigadores lançaram um ensaio clínico de fase 1 em humanos.