A primeira grande fábrica de células-tronco, inaugurada no Rio de Janeiro, terá como missão distribuir linhagens dessas células para dezenas de centros de pesquisa localizados no Brasil.
O Lance (Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias), criado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fabricará não só linhagens de células embrionárias humanas, mas também as chamadas células iPS (células-tronco pluripotentes induzidas), produzidas quando um pedaço do organismo adulto, como uma célula da pele, é induzido a retornar a um estado mais primitivo, tão versátil quanto o embrionário. As células quanto extraídas da pele do próprio paciente não são rejeitadas pelo organismo e evitam o descarte de embriões.
Futuro da medicina
Há uma grande expectativa, às vezes exagerada, acerca das células-tronco em relação aos possíveis avanços na medicina, pois ao se dividirem podem se transformar em qualquer tipo de células que formam o corpo humano. Hoje, mais de 300 doenças estão em fase final de testes, com resultados positivos surpreendentes.
A técnica baseada em células-tronco pode contribuir, entre outras, coisas para:
• Reconstruir a dinâmica de doenças humanas em laboratório e servir como plataforma para teste de novas drogas.
• Reconstruir tecidos e órgãos lesados.
• Tratar doenças raras que necessitam de regeneração.
• Reduzir ou até mesmo acabar com a necessidade de transplantes de órgãos.
A primeira grande fábrica de células-tronco, inaugurada no Rio de Janeiro, terá como missão distribuir linhagens dessas células para dezenas de centros de pesquisa localizados no Brasil.
O Lance (Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias), criado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fabricará não só linhagens de células embrionárias humanas, mas também as chamadas células iPS (células-tronco pluripotentes induzidas), produzidas quando um pedaço do organismo adulto, como uma célula da pele, é induzido a retornar a um estado mais primitivo, tão versátil quanto o embrionário. As células quanto extraídas da pele do próprio paciente não são rejeitadas pelo organismo e evitam o descarte de embriões.
Futuro da medicina
Há uma grande expectativa, às vezes exagerada, acerca das células-tronco em relação aos possíveis avanços na medicina, pois ao se dividirem podem se transformar em qualquer tipo de células que formam o corpo humano. Hoje, mais de 300 doenças estão em fase final de testes, com resultados positivos surpreendentes.
A técnica baseada em células-tronco pode contribuir, entre outras, coisas para:
- Reconstruir a dinâmica de doenças humanas em laboratório e servir como plataforma para teste de novas drogas.
- Reconstruir tecidos e órgãos lesados.
- Tratar doenças raras que necessitam de regeneração.
- Reduzir ou até mesmo acabar com a necessidade de transplantes de órgãos.