Pesquisadores americanos da Rush University Medical Center, em Chicago, estão próximos de obter uma vacina eficaz contra o câncer de pele. O medicamento, testado no Reino Unido, já permitiu que 16% dos pacientes com melanoma se curassem completamente, inclusive em estágios avançados da doença. Os pacientes testados que se curaram já estão sem câncer de pele há quatro anos. Até então, a única opção de cura era a ressecção cirúrgica do tumor em seu estágio inicial, antes que este alcançasse uma espessura maior do que 1mm.
Segundo o Dr. Rafael Schmerling, oncologista clínico do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, a vacina contra o câncer de pele tem o mesmo princípio de uma vacina comum: uma ativação do sistema imunológico que tende a combater os tumores da mesma forma com que atacam vírus e bactérias, deixando as células saudáveis intactas. Porém, ele adverte: os resultados ainda são precoces para determinar se a cura do câncer de uma maneira geral está mais próxima: “Faltam os resultados dos estudos clínicos que poderiam confirmar a eficácia”.
Próxima fase
Os pesquisadores americanos, entretanto, estão mais esperançosos. Satisfeitos com o resultado da última etapa, o site da Rush University Medical Center publicou uma notícia que anunciava a proximidade do início da terceira fase da pesquisa. Desta vez serão quatrocentos e trinta americanos com câncer de pele que receberão injeções direto no tumor a cada duas semanas, podendo receber um total de vinte e quatro doses. Os pacientes receberão acompanhamento próximo por até dois anos após a primeira dose. Segundo dados do jornal britânico The Telegraph, a vacina poderá ser comercializada em cinco anos. Dr. Schmerling afirma que até hoje nenhuma vacina contra melanoma foi aprovada.
De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), estima-se que seis mil novos casos de câncer de pele apareçam todo ano, sendo que a maioria das incidências seja nas regiões Sul e Sudeste. Porém, o oncologista Rafael Schmerling acredita que esse número seja subestimado. Ele dá ainda três dicas para evitar a doença: evitar exposição ao sol em horário de pico (das 10h às 16h) e câmaras de bronzeamento artificial, além do uso constante do protetor solar que, embora não tenha um impacto preciso na prevenção do melanoma, impede a formação de carcinomas (também chamados de câncer de pele não melanoma).
Pesquisadores americanos da Rush University Medical Center, em Chicago, estão próximos de obter uma vacina eficaz contra o câncer de pele. O medicamento, testado no Reino Unido, já permitiu que 16% dos pacientes com melanoma se curassem completamente, inclusive em estágios avançados da doença. Os pacientes testados que se curaram já estão sem câncer de pele há quatro anos. Até então, a única opção de cura era a ressecção cirúrgica do tumor em seu estágio inicial, antes que este alcançasse uma espessura maior do que 1mm.
Segundo o Dr. Rafael Schmerling, oncologista clínico do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, a vacina contra o câncer de pele tem o mesmo princípio de uma vacina comum: uma ativação do sistema imunológico que tende a combater os tumores da mesma forma com que atacam vírus e bactérias, deixando as células saudáveis intactas. Porém, ele adverte: os resultados ainda são precoces para determinar se a cura do câncer de uma maneira geral está mais próxima: “Faltam os resultados dos estudos clínicos que poderiam confirmar a eficácia”.
Próxima fase
Os pesquisadores americanos, entretanto, estão mais esperançosos. Satisfeitos com o resultado da última etapa, o site da Rush University Medical Center publicou uma notícia que anunciava a proximidade do início da terceira fase da pesquisa. Desta vez serão quatrocentos e trinta americanos com câncer de pele que receberão injeções direto no tumor a cada duas semanas, podendo receber um total de vinte e quatro doses. Os pacientes receberão acompanhamento próximo por até dois anos após a primeira dose. Segundo dados do jornal britânico The Telegraph, a vacina poderá ser comercializada em cinco anos. Dr. Schmerling afirma que até hoje nenhuma vacina contra melanoma foi aprovada.
De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), estima-se que seis mil novos casos de câncer de pele apareçam todo ano, sendo que a maioria das incidências seja nas regiões Sul e Sudeste. Porém, o oncologista Rafael Schmerling acredita que esse número seja subestimado. Ele dá ainda três dicas para evitar a doença: evitar exposição ao sol em horário de pico (das 10h às 16h) e câmaras de bronzeamento artificial, além do uso constante do protetor solar que, embora não tenha um impacto preciso na prevenção do melanoma, impede a formação de carcinomas (também chamados de câncer de pele não melanoma).