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	<title>Central do Conhecimento &#187; Infectologia</title>
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		<title>Casos de dengue tipo 4 abrem caminho para dengue hemorrágica</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 12:00:54 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2010, quando foram confirmados os primeiros <strong>casos de dengue tipo 4</strong> em 28 anos, as autoridades vêm estudando a hipótese deste tipo de dengue se espalhar pelo país. A maior preocupação está justamente no fato de ser um vírus que não circulava em território nacional por um bom período de tempo e, com isso, as pessoas não estão imunes a ele – correndo-se um risco de surtos e até de epidemias.</p>
<p>A <strong>falta de imunidade</strong> para o <strong>vírus tipo 4</strong> seria o fator que mais tem contribuído para o aparecimento de novos casos. Isso porque quem já teve contato com a doença, na forma de <strong>DEN-1</strong>, <strong>DEN-2</strong> ou <strong>DEN-3</strong>, adquiriu imunidade para ela. Mas como o vírus tipo 4 estava ausente há 28 anos, é raro encontrar alguém que tenha tido contato com esse vírus.</p>
<p>A dengue tipo 4 não é mais grave que os outros <strong>tipos de dengue</strong>, 1, 2 ou 3. Os sintomas são idênticos: dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, febre, diarreia e vômito. Tanto a dengue tipo 4 quanto as demais podem evoluir para <strong>dengue hemorrágica</strong>, forma mais grave da doença.</p>
<p><strong>Dengue clássica x dengue hemorrágica </strong><strong> </strong></p>
<p>Enquanto os sintomas da dengue tradicional são febre, dores musculares e em todo o corpo, cansaço, enjoo, vômito e indisposição, a dengue hemorrágica é mais grave, podendo inclusive causar a morte. “Mas é importante alertar que dengue hemorrágica não tem sempre relação com sangramento, apenas nos casos extremamente graves”, afirma o <strong>infectologista Fernando Aoki</strong>, da <strong>Faculdade de Medicina da Universidade de Campinas </strong>(<strong>Unicamp</strong>).</p>
<p>Os <strong>sintomas da dengue hemorrágica</strong> são os mesmos da dengue clássica, seguidos de pressão baixa, extremidades frias, derrames em algumas cavidades internas do corpo e pequenas hemorragias. A dengue hemorrágica é originada por um problema de coagulação.</p>
<p>De acordo com o infectologista, quanto mais vezes uma pessoa tiver contato com o vírus da dengue, maiores as suas chances de desenvolver dengue hemorrágica. Isso poderia ser explicado devido a uma excessiva resposta imunológica do organismo ao vírus, representada pela reação das células de defesa do corpo – linfócitos e macrófagos – com o aumento da produção da substância chamada <strong>cinina</strong>, responsável pelo processo de aumento da <strong>permeabilidade vascular</strong>, que leva a perda de líquidos para fora dos vasos. Isso corresponde à queda da pressão arterial e o choque, que é a principal causa de <strong>óbito por dengue hemorrágica.</strong></p>
<p><strong>Situação preocupante</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Como o <strong>sistema imunológico</strong> humano se imuniza contra o vírus da dengue, quem teve contato com o vírus tipo 1 só poderá ter contato e desenvolver a doença dos tipos 2, 3 e agora 4 . O que preocupa é que é que quanto maior a gama de vírus e mais precárias as condições de saneamento básico, maior a possibilidade de uma pessoa vir a desenvolver várias formas da doença ao longo da vida. “Há inclusive uma tendência de epidemia no próximo ano no Brasil. É uma situação de alerta”, afirma Francisco Aoki.</p>
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		<title>Cientistas descobrem o que permite que o vírus ataque o organismo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:00:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cientistas da Universidade de Purdue e do Instituto Pasteur, nos Estados Unidos, descobriram como o vírus invade e se funde às células do hospedeiro. Os resultados do estudo, feito com tecnologias como microscopia cryoelectron e cristalografia de raios-X, foram publicados na revista Nature. A pesquisa sobre a estrutura dos vírus consistiu na inserção da proteína [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cientistas da <strong>Universidade de Purdue</strong> e do <strong>Instituto Pasteur</strong>, nos Estados Unidos, descobriram como o <strong>vírus</strong> invade e se funde às células do hospedeiro. Os resultados do estudo, feito com tecnologias como <strong>microscopia cryoelectron</strong> e <strong>cristalografia de raios-X</strong>, foram publicados na <strong>revista Nature</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa sobre a <strong>estrutura dos vírus</strong> consistiu na inserção da proteína em um ambiente ácido e em um ambiente neutro. As demonstrações, combinadas, mostraram o que acontece com a estrutura celular quando o vírus a ataca e, em seguida, se prepara para fundir-se com uma <strong>célula hospedeira</strong> – este é o <strong>início de uma infecção</strong>. As alterações começam mais rapidamente no ambiente ácido.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com <strong>Michael Rossmann</strong>, professor de Ciências Biológicas na Universidade de Purdue, o conhecimento obtido através dessa pesquisa pode levar a <strong>melhores vacinas</strong> e <strong>tratamentos antivirais</strong>.</p>
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		<title>Dengue pode ser combatida com coquetel de anticorpos</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 12:00:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A recente declaração do ministro da saúde, José Gomes Temporão, de que sem vacina teremos dengue todo ano, repercutiu em pacientes, médicos e outros setores da área da saúde. No entanto, uma descoberta feita por um grupo de investigadores do Instituto de Biomedicina de Bellinzona (IRB), na Suíça, parece ser uma esperança enquanto a vacina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A recente declaração do ministro da saúde, <strong>José Gomes Temporão</strong>, de que sem <strong>vacina</strong> teremos dengue todo ano, repercutiu em pacientes, médicos e outros setores da área da saúde. No entanto, uma descoberta feita por um grupo de investigadores do<strong> Instituto de Biomedicina de Bellinzona</strong> (<strong>IRB</strong>), na Suíça, parece ser uma esperança enquanto a vacina não chega.</p>
<p>A principal dificuldade para a criação de uma vacina é a multiplicidade das formas do vírus <strong><em>Aedes aegypti</em></strong>, causador da dengue. Segundo <strong>Martina Beltramello</strong>, cientista do IRB, &#8220;a presença de quatro <strong>formas diferentes de vírus</strong> torna especialmente difícil a busca de uma vacina&#8221;, explica.</p>
<p><strong>Anticorpos contra o vírus</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No estudo realizado pelo instituto suíço, os investigadores estudaram os <strong>anticorpos</strong> produzidos por pessoas já infectadas e curadas pela dengue. Baseando-se no princípio de que quem teve um primeiro contágio com a doença automaticamente desenvolve anticorpos para proteger-se no caso de uma nova infecção com o mesmo tipo de vírus, os cientistas isolaram três tipos de anticorpos. Em seguida, através de <strong>modificações genéticas</strong>, isolaram seus efeitos negativos.</p>
<p>Como resultado, os pesquisadores obtiveram uma <strong>mistura de anticorpos</strong> a que se pode chamar de coquetel, que já foi testado com sucesso em animais para frear a infecção. &#8220;Os testes efetuados em ratos, na <strong>Universidade de Berkeley</strong> (EUA), demonstraram que os anticorpos podem frear a infecção, mesmo quando aplicados 48 horas depois do contágio”, afirmaram os cientistas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Estatísticas da dengue</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Segundo dados do <strong>Ministério da Saúde </strong>e da<strong> Organização Mundial da Saúde</strong> (<strong>OMS</strong>), estima-se que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, causando aproximadamente 20 mil mortes em todos os continentes, com exceção da Europa.</p>
<p>Este ano, porém, foi registrado o primeiro caso autóctone de dengue na França, em Nice. As autoridades estão preocupadas com a disseminação da dengue, já que com o aumento da temperatura global, o vírus já não se limita somente às zonas tropicais.</p>
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		<title>Tinta mata superbactérias resistentes a antibióticos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 12:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A superbactéria, que vem infestando hospitais em todo o mundo e preocupa médicos e pesquisadores por ser resistente a antibióticos, parece estar com seus dias contados. Ou melhor, pintados. Pesquisadores do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos, aliaram técnicas da nanotecnologia com uma enzima natural e descobriram como criar um nanorrevestimento que, misturado com tinta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>superbactéria</strong>, que vem infestando hospitais em todo o mundo e preocupa médicos e pesquisadores por ser <strong>resistente a antibióticos</strong>, parece estar com seus dias contados. Ou melhor, pintados. Pesquisadores do <strong>Instituto </strong><strong>Politécnico Rensselaer</strong>, nos Estados Unidos, aliaram <strong>técnicas da nanotecnologia</strong> com uma enzima natural e descobriram como criar um nanorrevestimento que, misturado com tinta látex e em contato com a bactéria <strong>MRSA </strong>(<strong><em>Methicillin Resistant Staphylococcus aureus</em></strong>), conhecida como superbactéria, erradica o microrganismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como funciona</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo fez testes com a <strong>enzima lisostafina </strong>combinada com técnicas de nanotecnologia e misturada em <strong>tinta látex comum</strong>. Na pesquisa, 100% da bactéria em solução foi erradicada quando entrou em contato com uma superfície que havia sido pintada com a tinta especial, misturada com o <strong>nanorrevestimento.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse revestimento demonstrou ser ainda atóxico e atuar especificamente contra a superbactéria. O coordenador da pesquisa, <strong>Jonathan Dordick</strong>, ressalta as vantagens dessa técnica: &#8220;A lisostafina é extremamente seletiva, ela não funciona contra outras bactérias e não é tóxica para as células humanas. Nós passamos um bom tempo demonstrando que a enzima não sai da tinta durante os experimentos, ou seja, não libera substâncias químicas no ambiente ao longo do tempo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ressalvas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora o estudo de Dordick pareça avançar no caminho do combate das superbactérias, algumas ressalvas precisam ser feitas. Para <strong>Marta Fragoso</strong>, <strong>médica infectologista epidemiologista chefe do setor de Controle do Setor de Infecção Hospitalar do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná </strong>(<strong>UFPR) </strong>e do<strong> Hospital Vita </strong>de Curitiba (PR)<strong>,</strong> pesquisas como essa podem trazer dificuldades na conduta dos casos de infecções em geral, pois os profissionais de saúde tendem a subestimar a limpeza orgânica dos <strong>ambientes</strong><strong> hospitalares</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A infectologista explica que a principal causa de <strong>transmissão de infecções nos hospitais</strong> se dá pela falta de rigor nos cuidados com a higiene pela própria equipe do hospital, que é composta não só por médicos, mas enfermeiros, psicólogos, equipe de higiene, pessoal de manutenção entre outros profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Além da falta de rigor na higienização dos equipamentos e áreas do hospital, a própria equipe peca com os cuidados pessoais. É extremamente frequente a falta de <strong>higienização de mãos</strong>, um médico fazer um curativo num paciente e em outro sem lavar as mãos. Isso ocorre no mundo todo. Temo que com novas tecnologias que exterminem bactérias através de pinturas na parede ou equipamentos, os profissionais relaxem ainda mais nos cuidados com a assepsia”, complementa.</p>
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		<title>HIV pode se esconder no cérebro, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 12:00:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma nova pesquisa sobre o comportamento do HIV – vírus da imunodeficiência humana — no organismo sugere que a infecção pode ser mais danosa do que se sugeria. Arvid Éden, cientista da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, realizou uma série de estudos com o líquido espinhal de pacientes que foram medicados com coquetéis anti-HIV e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova pesquisa sobre o comportamento do <strong>HIV</strong> – <strong>vírus da imunodeficiência humana</strong> — no organismo sugere que a infecção pode ser mais danosa do que se sugeria. <strong>Arvid Éden</strong>, cientista da <strong>Universidade de Gotemburgo</strong>, na Suécia, realizou uma série de estudos com o <strong>líquido espinhal</strong> de pacientes que foram medicados com <strong>coquetéis anti-HIV</strong> e apontou que o vírus pode se <strong>esconder no</strong> <strong>cérebro</strong> e causar danos a todo o <strong>sistema nervoso</strong> caso não seja tratado. Éden constatou que 10% de seus pacientes apresentavam traços do HIV no líquido espinal, mas não no sangue, uma porcentagem proporcionalmente superior a seus primeiros estudos.</p>
<p>A pesquisa do cientista abrangeu diversos estudos. Entre eles, um que envolveu 15 pacientes medicados com antirretrovirais durante vários anos, na qual 60% deles apresentavam traços de inflamação no líquido espinal. Num outro estudo, ampliou sua amostragem para 70 pacientes e detectou a presença do vírus no líquido espinal em 10% deles, o que representa uma maior precisão na porcentagem. Os resultados sugerem que, ainda que não tenha se esclarecido completamente se as inflamações residuais de pequenas quantidades do vírus no líquido espinal representem a possibilidade de uma complicação futura, os danos do vírus do HIV ao cérebro não podem ser suprimidos com a atual medicação contra a doença.</p>
<p>Atualmente, os medicamentos são eficazes em impedir que o vírus se multiplique e comprometa o sistema nervoso. Entretanto, tratar a <strong>infecção no cérebro</strong> pode ser extremamente delicado, afirma Éden: &#8220;o tratamento antiviral no cérebro é complicado por uma série de fatores, em parte porque o cérebro é cercado por uma barreira protetora que afeta a forma como os medicamentos chegam até lá. Isso significa que o cérebro pode funcionar como um depósito, onde o tratamento do vírus pode ser menos eficaz&#8221;.</p>
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		<title>Cientistas conseguem isolar agente antibacteriano do mel</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 12:00:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mel, alimento produzido pelas abelhas, já era um conhecido aliado da saúde. Rico em minerais, ácidos orgânicos, aminoácidos e vitaminas (B, C, D e E), o mel é constantemente associado a propriedades terapêuticas, e frequentemente consumido como adoçante. Agora, uma nova pesquisa, publicada na edição de julho de 2010 do periódico médico da Federation [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>mel</strong>, alimento produzido pelas <strong>abelhas</strong>, já era um conhecido aliado da <strong>saúde</strong>. Rico em minerais, ácidos orgânicos, aminoácidos e vitaminas (B, C, D e E), o mel é constantemente associado a propriedades terapêuticas, e frequentemente consumido como adoçante. Agora, uma nova pesquisa, publicada na edição de julho de 2010 do periódico médico da <strong>Federation of American Societies for Experimental Biology  (Faseb)</strong> descobriu como atua um dos atributos benéficos do alimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do veículo eletrônico Diário da Saúde, pesquisadores descobriram que as abelhas produzem uma proteína chamada <strong>defensina-1</strong>. Ela é naturalmente adicionada ao mel e possui potentes propriedades<strong> antibacterianas</strong>. Se produzida artificialmente, ou mesmo isolada, a defensina-1 poderá ser usada futuramente para tratar <strong>infecções de pele</strong> e <strong>queimaduras</strong>, além de ser usada para desenvolver novos medicamentos capazes de combater as bactérias mais resistentes aos tratamentos antibióticos convencionais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sebastian Zaat</strong>, pesquisador do <strong>Centro Médico Acadêmico de Amsterdã</strong>, na Holanda, e responsável pelo estudo, afirmou que ele e seus colegas de projeto decodificaram por completo a base molecular da atividade antibacteriana de um tipo de mel e, que isso, contribui para a aplicabilidade do alimento na medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores colocaram um tipo de mel, já usado medicinalmente, em tubos de ensaio contendo grupos de <strong>bactérias</strong> causadoras de doenças e <strong>resistentes aos antibióticos</strong> e desenvolveram um método para neutralizar seletivamente as propriedades antibacterianas já conhecidas e determinar suas contribuições individuais. A partir daí, concluíram que a defensina-1 era responsável pela maior parte do fator antibacteriano do mel. “O mel, ou componentes isolados derivados do mel, poderão ser de grande valia para a prevenção e o tratamento de infecções causadas por bactérias resistentes aos antibióticos&#8221;, disse Zaat.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A descoberta das propriedades da defensina-1 também poderá auxiliar os pesquisadores a entenderem o funcionamento do sistema imunológico das abelhas, permitindo aos criadores criarem espécimes mais saudáveis.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gene HLA B57 pode ajudar a entender a AIDS</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:00:30 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A descoberta das funções de um determinado gene que prevalece em algumas populações pode ajudar a entender e, futuramente, desenvolver uma cura para a Aids. Cientistas norte americanos do <strong>Instituto de Tecnologia de Massachussets</strong> (<strong>MIT</strong>, sigla em inglês) publicaram em maio de 2010 na revista de divulgação científica <em>Nature</em> o funcionamento do gene <strong>HLA B57</strong>, que favorece a resistência ao <strong>HIV</strong>. Pertencente ao <strong>complexo principal de histocompatibilidade</strong>, região do DNA responsável pelo sistema imunológico e o sucesso reprodutivo, entre outras coisas, o gene prevalece principalmente em alguns povos da África do Sul e algumas castas da Índia, segundo o <strong>Allele Frequencies</strong>, a base de dados de frequência de alelos em todo mundo.</p>
<p>Luis Brigido, pesquisador do laboratório de virologia/retrovírus do <strong>Instituto Adolfo Lutz (IAL)</strong>, explica como o gene atua no organismo. “A classe de moléculas da qual o HLA B57 faz parte atuam no organismo facilitando a comunicação entre células de defesa e as demais células do organismo, funcionando como uma estrutura que apresenta às células do sistema imune as porções de proteínas denominadas <strong>peptídeos</strong>”. As variantes do gene <strong>HLA</strong> (sigla em inglês para <strong>Antígeno Leucocitário Humano</strong>), portanto, reagem a um maior número proteínas peptídicas, que, segundo o pesquisador, favorecem respostas a um maior número de agentes infecciosos.</p>
<p>Essa diversidade de respostas na variação B57, entretanto, pode causar <strong>doenças autoimunes</strong>, quando os antígenos passam a atacar o próprio organismo ao invés de protegê-lo. “Sua associação com doenças autoimunes e a reação adversa a alguns medicamentos pode ser um preço que o organismo paga para ter uma melhor resposta a alguns patógenos, como é o caso do HIV”, opina Brigido. De fato, a pesquisa apresentada mostrou que o gene, ao invés de reconhecer o retrovírus como um todo, o identifica por meio de um único peptídeo presente em sua cápsula. Por um lado, isso permite que o vírus continue sendo atacado mesmo que altere boa parte de sua estrutura. Por outro, a simplificação do processo pode fazer com que os linfócitos ataquem o organismo inteiro, causando a doença autoimune.</p>
<p><strong>Importância para a ciência</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>É necessário ressaltar que o HLA B57 é uma variação natural do <strong>alelo.</strong> O pesquisador afirma que, assim como qualquer gene, ele também sofre pressão seletiva durante a evolução, seja ela positiva ou negativa. “Isto é melhor observado em populações onde o número de membros seja adequado para essas forças atuem, mas em populações fechadas ocorrem por vezes modificações que são mantidas ou eliminadas, não por mecanismos de seleção, mas sim aleatórios”, esclarece. Ainda de acordo com ele, não há meios de interferir nas características do gene, mas conhecê-lo e identificá-lo no genoma é indispensável, pois as pessoas que o possuem tendem a reagir adversamente a alguns medicamentos, além de predispô-la a algumas doenças, entre elas o <strong>diabetes tipo 1</strong>. A descoberta do funcionamento do gene permite que os pesquisadores avancem na busca da cura contra a <strong>Aids</strong>. Os cientistas esperam que isso lhes permita tentar uma vacina que siga a mesma estratégia dos anticorpos.</p>
<p>Segundo Luis Brigido, não existem ainda estudos muito detalhados a respeito da ocorrência desse gene no Brasil, embora alguns centros especializados já tenham publicado alguns estudos, que sugerem uma prevalência baixa. O pesquisador estima que o gene esteja presente em cerca de 5% dos brasileiros.</p>
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		<title>Infecção hospitalar: a ameaça invisível</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[infecção hospitalar]]></category>

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		<description><![CDATA[A infecção hospitalar é hoje uma das principais preocupações dentro de um hospital. Surgem geralmente em pacientes que passaram por algum processo cirúrgico ou foram expostos de alguma forma a bactérias e outros micro-organismos presentes no hospital. Resistentes por se desenvolverem em presença constante de antibióticos, os agentes causadores da infecção hospitalar geralmente não são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>infecção hospitalar</strong> é hoje uma das principais preocupações dentro de um hospital. Surgem geralmente em pacientes que passaram por algum processo cirúrgico ou foram expostos de alguma forma a <strong>bactérias</strong> e outros <strong>micro-organismos </strong>presentes no hospital. Resistentes por se desenvolverem em presença constante de <strong>antibióticos</strong>, os agentes causadores da infecção hospitalar geralmente não são exterminados com os tratamentos convencionais.</p>
<p>Segundo as enfermeiras Janice Veiga e Maria Clara Padoveze, autoras do documento<em> Infecção Hospitalar: Informações ao público em geral</em>, do <strong>CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac”), </strong>de São Paulo,<strong> </strong>ao mesmo tempo em que a medicina evoluiu, as práticas médicas se tornaram mais invasivas, o que aumenta o risco de infecções: “A primeira barreira de proteção do corpo é a pele, e, entretanto, é a que mais frequentemente é rompida por procedimentos hospitalares. Por exemplo, a punção de veia para instalação de soro ou coleta de sangue”.</p>
<p><strong>Comissão de controle de infecção hospitalar</strong></p>
<p>As enfermeiras explicam também que as infecções hospitalares podem se manifestar dias após o paciente deixar o hospital e somente médicos ou enfermeiros especializados podem relacionar os sintomas do paciente com os procedimentos realizados e dar o diagnóstico de infecção. Por essas e outras razões, a portaria do Ministério da Saúde nº 2.616, de 1998, determina que todo hospital deve possuir uma <strong>CCIH (Comissão de Controle de Infecções Hospitalares)</strong> que deve ser responsável pela criação de um programa de prevenção e controle da doença.</p>
<p>Formada por pelo menos um médico e um enfermeiro, a CCIH deve, entre outras coisas, realizar o treinamento de prevenção junto à equipe médica e determinar normas de assepsia nos procedimentos, além do isolamento de pacientes com doenças transmissíveis. A infectologista Ciane Mackert, coordenadora do Serviço de Infecção Hospitalar da Prefeitura de São José dos Pinhais, acrescenta outro importante dever da CCIH: racionar o uso de antimicrobianos, para tentar impedir que os micro-organismos presentes no hospital não criem excessiva resistência aos remédios.</p>
<p><strong>Ações preventivas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Janice Veiga e Maria Clara Padoveze afirmam que não é possível determinar os riscos de infecção hospitalar em cada procedimento médico realizado. Por isso, é improvável que haja algum hospital com índice zero de infecções. Porém, a Dra. Ciane explica que algumas ações preventivas são fundamentais. A lavagem das mãos por parte dos médicos e dos pacientes, por exemplo, ajuda a diminuir o risco de infecção hospitalar em 80%. “Todo paciente deve ser orientado a lavar as mãos antes das refeições e a cada uso do banheiro”, diz Ciane, e completa com algumas outras ações preventivas: “Os médicos, além das precauções padrão, deve lavar as mãos antes da manipulação de cada paciente, e limpar com álcool seu material de uso coletivo, como o estetoscópio, por exemplo”. Todas essas medidas, segundo a Dra., devem ser incentivadas pela CCIH e fiscalizadas pelas órgãos de vigilância hospitalares.</p>
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		<title>Bactéria impede reprodução do vírus da dengue</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 12:00:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A bactéria Wolbachia impede que o vírus se multiplique dentro do mosquito]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da <strong>Universidade de Michigan</strong>, nos Estados Unidos, descobriram uma bactéria que impede a duplicação do <strong>vírus da dengue</strong> em mosquitos. Segundo os cientistas, a bactéria <strong>Wolbachia</strong> — encontrada em alguns mosquitos, mas não no <strong><em>Aedes Aegypti</em></strong>, o transmissor da <strong>dengue</strong> — tem a capacidade de bloquear a reprodução do vírus <em>Flaviridae</em>, e assim, impedir que a doença se transmita com a picada do mosquito. A bactéria não é transmitida para humanos.</p>
<p>Durante seis anos os pesquisadores avaliaram o efeito da bactéria em populações controladas de mosquitos <em>Aedes Aegypti</em> e constataram que, no cruzamento de um macho infectado com uma fêmea não infectada, a Wolbachia provocava a morte precoce dos embriões. Entretanto, no cruzamento de um casal de infectados, a bactéria não apresentava dano nenhum às espécies, podendo ser transmitida por gerações inteiras.</p>
<p>Se comprovada sua eficácia no combate à dengue, a bactéria poderá ajudar não só a dificultar a reprodução e transmissão do vírus como também proporcionará à comunidade científica um ponto inicial para desenvolver um tratamento da doença. Atualmente, não existe uma vacina contra a dengue e o vírus afeta cerca de dois bilhões e meio de pessoas no mundo a cada ano.</p>
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		<title>Segunda dose de vacina em idosos é eficaz como a primera</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 12:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sistema imunológico]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda vacina deve ser aplicada cinco anos depois da primeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pneumonia é um processo infeccioso nos pulmões, que pode ser causado por diversos agentes como vírus, fungos e reações alérgicas. No entanto, as principais causadoras da pneumonia são as bactérias do tipo pneumococo. A vacinação contra esse processo existe e é eficaz entre as pessoas jovens, mas especialistas ainda desconhecem o número de doses necessárias para prevenir a doença entre idosos, principais vítimas fatais da doença. Contudo, um recente estudo da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas  mostrou que a segunda dose da vacina em pessoas com mais de 65 anos tem se mostrado tão eficaz quanto a primeira dose.</p>
<p>Segundo o professor de pneumologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Dr. João Adriano de Barros, um dos principais fatores de risco é o acúmulo de sangue no espaço alveolar, responsável pela troca gasosa entre os pulmões e a corrente sanguínea. “Esse acúmulo permite às bactérias circularem pelo sangue e causar uma infecção disseminada”, explica o professor. Segundo ele, no caso dos idosos em particular, há uma insuficiência respiratória natural causada pelo envelhecimento dos pulmões, além do enfraquecimento do sistema imunológico por diversos fatores. “Isso faz com que a infecção seja mais grave nesse grupo de pessoas”, conta.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A vacina</strong></p>
<p>No Brasil, a vacina 23-valente, ou 23-polivalente, é a única autorizada para uso adulto pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Segundo o Dr. Barros, ela induz o organismo a produzir anticorpos contra vinte e três dos tipos mais frequentes de pneumococos. “Assim como na gripe, a intenção da vacina não é erradicar a doença, mas impedir a proliferação de casos mais graves”, explica Barros. Ele acrescenta ainda que a vacina não impede as infecções pneumônicas por vírus e outras formas bacterianas. Ainda de acordo com o médico, a segunda dose tem como efeito reforçar a produção dos anticorpos pelo organismo. Como os idosos têm o sistema imunológico um pouco mais enfraquecido, a segunda dose, cinco anos depois da primeira, tende a ser tão importante quanto a primeira.</p>
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