<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Central do Conhecimento &#187; Cardiologia</title>
	<atom:link href="http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/categoria/cardiologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento</link>
	<description>Portal de notícias sobre saúde e Central de Conhecimento Médico</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Dec 2011 20:12:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Exame de troponina pode revelar o risco de ataque cardíaco</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/exame-de-troponina-pode-revelar-o-risco-de-ataque-cardiaco/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/exame-de-troponina-pode-revelar-o-risco-de-ataque-cardiaco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 12:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[behring diagnostics Inc.]]></category>
		<category><![CDATA[christopher de filippi]]></category>
		<category><![CDATA[correção cirúrgica de cardiopatias congênitas]]></category>
		<category><![CDATA[dade behring inc.]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[doença de kawasaki]]></category>
		<category><![CDATA[dr. antonio carlos arruda souto]]></category>
		<category><![CDATA[escola de medicina da universidade de maryland]]></category>
		<category><![CDATA[jama]]></category>
		<category><![CDATA[journal of the american medical association]]></category>
		<category><![CDATA[lesão miocárdica]]></category>
		<category><![CDATA[marcador dos processos biológicos de morte celular]]></category>
		<category><![CDATA[marcadores bioquímicos do infarto agudo do miocárdio]]></category>
		<category><![CDATA[médico-chefe da uti pediátrica do hospital padre albino]]></category>
		<category><![CDATA[mestre em medicina]]></category>
		<category><![CDATA[miocardite]]></category>
		<category><![CDATA[óbito cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[opus plus® analyzer]]></category>
		<category><![CDATA[opus t troponin i (ctn) test modules]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[problema cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[sepse]]></category>
		<category><![CDATA[troponina]]></category>
		<category><![CDATA[troponina i (tic)]]></category>
		<category><![CDATA[troponina t]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=879</guid>
		<description><![CDATA[O médico Christopher de Filippi, da Escola de Medicina da Universidade de Maryland (EUA), é o principal autor de um estudo que avalia o risco de problema cardíaco ou óbito cardiovascular. O teste desenvolvido por Filippi mede o nível de Troponina T, considerado como um marcador dos processos biológicos de morte celular e está ligado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O médico<strong> Christopher de Filippi</strong>, da <strong>Escola de Medicina da Universidade de Maryland</strong> (EUA), é o principal autor de um estudo que avalia o risco de <strong>problema cardíaco</strong> ou <strong>óbito cardiovascular</strong>. O teste desenvolvido por Filippi mede o nível de <strong>Troponina T</strong>, considerado como um <strong>marcador dos processos biológicos de morte celular </strong>e está ligado ao <strong>ataque cardíaco</strong>. Esse estudo foi publicado no <strong>Journal of the American Medical Association </strong>(<strong>Jama</strong>), de 2005.</p>
<p>O exame foi concebido após um longo estudo, no qual amostras de sangue de pacientes foram analisadas por mais de 18 anos. O marcador apareceu em dois terços das pessoas sem sintomas e com 65 anos ou mais. O exame é uma versão mais avançada do teste já realizado em salas de emergência para determinar se um paciente com dor no peito está sofrendo um ataque do coração ou algum outro problema.</p>
<p><strong>Pediatria</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No Brasil, o índice de <strong>troponina</strong> é alvo de uma pesquisa do médico<strong> Antonio Carlos Arruda Souto</strong>, mestre em Medicina e médico-chefe da UTI pediátrica do<strong> Hospital Padre Albino</strong>, em Catanduva (SP), que explica que “atualmente existe um grande número de trabalhos investigando a utilidade do diagnóstico de <strong>lesão miocárdica</strong> que fizeram com que este se tornasse um dos principais <strong>marcadores bioquímicos do infarto agudo do miocárdio</strong>”.</p>
<p>“Em <strong>pediatria</strong>, as pesquisas se concentram na utilização deste marcador no diagnóstico de lesão miocárdica relacionada à <strong>correção cirúrgica de cardiopatias congênitas</strong>. A dosagem de <strong>Troponina I (TIc)</strong> também tem se apresentado como um importante método auxiliar na condução de outras doenças pediátricas com comprometimento miocárdico como na <strong>miocardite</strong>, na <strong>sepse</strong> e na <strong>doença de Kawasaki</strong>, doenças onde a <strong>disfunção cardíaca</strong> é um evento comum”, complementa o médico.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>De acordo com Souto, “a motivação para esse estudo foi a indefinição dos valores de Troponina I cardíaca em recém-nascidos e crianças abaixo de um ano. Alguns autores relatavam ter encontrados valores elevados nesse grupo de crianças, acima do valor considerado normal para adultos, enquanto outros encontraram valores normais. A importância de se definir esses valores é permitir a aplicabilidade do teste em crianças abaixo de um ano de idade, uma vez que a dosagem de Troponina I cardíaca tem alta sensibilidade e especificidade para o diagnóstico de lesão miocárdica”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Após realizar a coleta de amostras de 99 crianças abaixo de um ano de idade, sem doenças de base, em boas condições de saúde, foram encontrados como resultado valores dentro da faixa de normalidade para adultos em todas as 99 amostras. Souto acrescenta: “Lembramos que o valor normal depende do método de análise utilizado, no nosso estudo utilizamos o kit específico <strong>Opus T Troponin I (cTn) test modules </strong>(<strong>Dade Behring Inc.- </strong>Newalk, DE 19714, USA) e o aparelho <strong>Opus plus® analyzer </strong>(<strong>Behring Diagnostics Inc</strong>. &#8211; Westwood, MA 02090, USA) onde o valor de referência para normalidade estabelecido pelo laboratório é menor do que 0,5 ng/ml.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/exame-de-troponina-pode-revelar-o-risco-de-ataque-cardiaco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gordura abdominal interna aumenta riscos de doenças do coração</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/gordura-abdominal-interna-aumenta-riscos-de-doencas-do-coracao/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/gordura-abdominal-interna-aumenta-riscos-de-doencas-do-coracao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 12:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença arterial coronariana]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do coração.]]></category>
		<category><![CDATA[gordura abdominal interna]]></category>
		<category><![CDATA[infarto]]></category>
		<category><![CDATA[instituto do coração]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=704</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa do InCor revela novo parâmetro de diagnóstico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>doenças cardiovasculares</strong> são as principais causas de morte no Brasil, sendo responsável por mais de trezentas mil mortes por ano. Os médicos sempre diagnosticaram estas doenças através das medidas tradicionais da circunferência da cintura e do quadril e pelo índice de massa corporal (IMC). Mas, apesar destes elementos serem indicadores do risco de desenvolver <strong>doenças cardiovasculares</strong>, surge um novo fator bem menos conhecido, que pode ser determinante.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas do Instituto do Coração (InCor), da Universidade de São Paulo (USP), descobriram que a área de gordura visceral abdominal superior a 150 cm² aumenta em quase três vezes as chances de adquirir doença arterial coronariana &#8211; o normal é até 75 cm². De acordo com o Dr. Marcos Budna, chefe do setor de cardiologista do Hospital Constantini, a pesquisa é extremamente relevante, principalmente quando se pensa em prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, divulgado na revista internacional Atherosclerosis, avaliou 125 indivíduos (71 homens e 54 mulheres), com idade média de 56 anos, sem diagnóstico prévio de doença coronária. Eles foram submetidos a exames de tomografia computadorizada e 56% dos pacientes apresentaram medidas das áreas de gordura visceral abdominal associadas ao diagnóstico de doença arterial coronária. Os pesquisadores também verificaram que, quando os pacientes foram submetidos a exames tradicionais, os resultados não indicaram uma associação com a doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os perigos da gordura escondida</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Budna afirma que o <strong>depósito de gordura visceral</strong> é um processo que possui dois fatores principais. “Um deles está ligado a alterações do metabolismo, e o outro a fatores ambientais, onde o sedentarismo e uma alimentação errada têm grande influência”, explica. No entanto, segundo ele, é possível evitar o acúmulo de gordura visceral desde cedo. Para isto é preciso adotar algumas medidas preventivas como:</p>
<p style="text-align: justify;">- Alimentação saudável.<br />
- Atividade física regular.<br />
- Controle rigoroso do peso.<br />
- Controle adequado do diabetes, da hipertensão e do colesterol.<br />
- Cessação do tabagismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Doença silenciosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A doença coronária exige muitos cuidados, pois é silenciosa e mortal. “Ela pode estar nos acompanhando durante toda a vida, sem nenhum sintoma, ou seja, podemos estar depositando colesterol (gordura) e formando placas, entupindo as nossas artérias, ao longo dos anos e nem estarmos percebendo”, alerta Dr. Budna.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o médico, muitas vezes o indivíduo só se dá conta de que tem a doença quando sofre o infarto agudo do miocárdio ou quando sente uma dor muito forte no peito. “Este sintoma só aparece quando o entupimento das artérias torna-se muito critico”, diz. Portanto, segundo o cardiologista, é importante a identificação precoce da doença para reverter o quadro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/gordura-abdominal-interna-aumenta-riscos-de-doencas-do-coracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chocolates escuros podem trazer benefícios a hipertensos</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/chocolates-escuros-podem-trazer-beneficios-a-hipertensos/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/chocolates-escuros-podem-trazer-beneficios-a-hipertensos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate branco]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate escuro]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[controle de pressão]]></category>
		<category><![CDATA[flavonoides]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão essencial]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=698</guid>
		<description><![CDATA[Dois estudos indicam o consumo de chocolate amargo a pacientes portadores de hipertensão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Dois estudos indicam o consumo de chocolate amargo a pacientes portadores de hipertensão</em></p>
<p style="text-align: justify;">O American Journal of Hipertension publicou uma pesquisa realizada por cientistas alemães e ingleses que mostra uma análise de estudos randomizados e controlados para avaliar os <strong>efeitos anti-hipertensivos</strong> dos produtos do cacau ricos em flavonóides, como o chocolate amargo.</p>
<p style="text-align: justify;">No total foram avaliados 10 estudos nos quais estavam envolvidos 297 adultos normotensos ou com pré-hipertensão. O tratamento durou de duas a 18 semanas e, para a alegria dos chocólatras, as análises confirmaram o efeito protetor dos produtos contra a hipertensão. Esta pesquisa, porém, não contemplou a dose apropriada e os efeitos em longo prazo da sua utilização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resultados da pesquisa anterior</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, pesquisadores da Universidade L’Aquila (Itália) e de Tufts (EUA) já haviam publicado estudo similar (Cocoa Reduces Blood Pressure and Insulin Resistance and Improves Endothelium-Dependent Vasodilation in Hypertensives) em periódicos científicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma fase de 7 dias sem ingestão de chocolates, 20 pacientes portadores de hipertensão essencial nunca tratados (10 indivíduos do sexo masculino) foram aleatoriamente designados para ingerir 100g chocolates escuros ao dia (contendo 88g de flavonóides) ou 90g de chocolate branco ao dia (sem flavonóides), de modo isocalórico, por 15 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Após segundo período de 7 dias sem ingestão de chocolates, de qualquer tipo, os pacientes foram submetidos a medidas ambulatoriais por 24 horas, dilatação mediada por fluxo, testes de tolerância à glicose, colesterol sérico e marcadores de inflamação vascular.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores perceberam que o consumo de chocolates escuros proporcionou redução da pressão arterial e do LDL-colesterol sérico, melhorou a dilatação mediada por fluxo e a sensibilidade insulínica em pacientes portadores de hipertensão.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/chocolates-escuros-podem-trazer-beneficios-a-hipertensos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A1C é recomendado como critério diagnóstico do diabetes mellitus</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/a1c-e-recomendado-como-criterio-diagnostico-do-diabetes-mellitus/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/a1c-e-recomendado-como-criterio-diagnostico-do-diabetes-mellitus/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=689</guid>
		<description><![CDATA[No Brasil o custo do exame e a falta do padrão nacional HPLC nos laboratórios dificultam a sua utilização]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <em>American Diabetes Association</em> recomenda aos médicos o A1C (Exame da Hemoglobina Glicada) no <strong>diagnóstico do diabetes mellitus</strong> e na identificação dos casos de pré-diabetes. Valores de A1C entre 5,7 e 6,4% indicam que os níveis glicêmicos estão no estado pré-diabetes. Isto significa que estão acima do normal, mas ainda não tão altos para fazer o diagnóstico de diabetes mellitus. A doença só é identificada quando os níveis são iguais ou superiores a 6,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a endocrinologista Luciana Muniz Pechmann o teste, até pouco tempo, era recomendado para acompanhar o tratamento da doença. Ela considera o <strong>exame A1C</strong> muito bom para avaliar o grau de exposição do organismo à hiperglicemia, já que é possível saber como estava a média de glicemia nos últimos três meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, no Brasil, a sua utilização deste exame apresenta alguns problemas. “O primeiro é que o exame precisa ser feito no padrão HPLC, que ainda não é utilizado por alguns laboratórios, e o segundo, que ainda é muito caro se comparado a outros testes como glicemia de jejum ou glicemia pós sobrecarga com 75 gramas de glicose via oral”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico do diabetes mellitus</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para um diagnóstico completo desta patologia a Dra. Luciana recomenda a combinação de três exames: o A1C no valor acima ou igual a 6,5%; glicemia de jejum com 2 valores acima ou igual a 126mg/dl e glicemia de jejum de tolerância à glicose (TOTG). Estes dois últimos exigem horas de jejum para a coleta do sangue a ser examinado, enquanto o A1C não necessita de jejum prévio, aumentando a disposição para a realização do exame.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Dra. Lucina, caso seja identificada a <strong>presença de diabetes mellitus</strong>, o paciente deve manter sempre o seu controle com a A1C nos valores entre 6,5 e 7,0%, sendo possível atingir uma meta de até 6,0% se houver condição clínica para isso. “O ideal também é que as metas de glicemia fiquem até 110-120 mg/dl em jejum e até 140-160 mg/dl após 2 horas de alimentação”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas da <em>Amerian Diabetes Association</em> mostram que o <strong>controle da glicemia</strong> ajuda a prevenir danos à saúde relacionados ao diabetes, como doenças renais, danos aos nervos, doenças da retina (retinopatia diabética) e cardíacas. Acredita-se que a precocidade do diagnóstico pode contribuir para a qualidade de vida dos portadores do diabetes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/a1c-e-recomendado-como-criterio-diagnostico-do-diabetes-mellitus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novas definições para a Síndrome Metabólica</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/novas-definicoes-para-a-sindrome-metabolica/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/novas-definicoes-para-a-sindrome-metabolica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 11:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico sindrome metabolica]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes brasileiras de síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[doença coronaria]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do coração.]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensao]]></category>
		<category><![CDATA[syndrome metabolica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=625</guid>
		<description><![CDATA[Nova normatização para o diagnóstico clínico de síndrome metabólica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Identificar critérios específicos e tornar global a definição para o <strong>diagnóstico clínico de Síndrome Metabólica (SM).</strong> Esse é o objetivo da nova normatização proposta por um grupo formado por diversas organizações como a <em>International Diabetes Federation (IDF); National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI); World Heart Federation; International Atherosclerosis Society; e American Heart Association (AHA).</em></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o artigo, publicado na Circulation, pacientes com três, dos cinco critérios listados abaixo, são considerados portadores da síndrome:</p>
<p style="text-align: justify;">•    Circunferência abdominal aumentada;<br />
•    Triglicerídeos elevados;<br />
•    Níveis reduzidos de colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL);<br />
•    Pressão arterial sistêmica aumentada;<br />
•    Elevada concentração de glicose.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre outras coisas, essa normatização pretende eliminar as diferenças que existiam entre as definições anteriores da IDF e do ATP III em relação à circunferência abdominal. De acordo com Dr. Robert Eckel, endocrinologista da Universidade do Colorado e um dos colaboradores do artigo, a nova definição apoiou-se em diferentes regiões geográficas para expandir seu próprio banco de dados em termos de correlacionar a <strong>circunferência abdominal </strong>ao risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Dr. Luiz Aparecido Bortolotto, médico assistente da Unidade de Hipertensão do InCor e Membro do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a definição de <strong>Síndrome Metabólica</strong> sempre foi motivo de muito debate e muita discussão no meio. Ele explica que na elaboração das Diretrizes Brasileiras de Síndrome Metabólica, na qual participaram vários membros da Sociedade Brasileira de Hipertensão, além das Sociedades de Endocrinologia, Diabetes e Cardiologia, foi utilizada a classificação do NCEP ATP III para a definição de Síndrome Metabólica. “Quando saiu a calssificação da IDF, que destacou como obrigatória a presença de obesidade abdominal para o diagnóstico, e estabeleceu diferentes limites da circunferência abdominal de acordo com as populações, houve muito debate no Brasil, pois a população da América do Sul estava classificada junto com os asiáticos, e nitidamente há diferenças na constituição corpórea entre os grupos. Assim, considerando os critérios da IDF, o número de brasileiros e brasileiras que apresentariam obesidade visceral seria exageradamente grande”.</p>
<p>De qualquer maneira, Dr. Bortolotto acredita que esta nova normatização poderá ser adotada no Brasil sem muita restrição. “Mas como foi recentemente publicada, ainda não há opinião oficial das diferentes sociedades médicas relacionadas ao tema” ressalta.</p>
<p>“Em minha opinião pessoal, como cardiologista e membro do conselho Científico da SBH, acredito que devemos considerar o paciente não como uma Síndrome especial”. Para Dr. Bortolotto, o ideal é avaliar a agregação dos principais fatores de risco para doença coronária em um mesmo paciente (obesidade visceral, glicemia elevada, diminuição do colesterol bom HDL, aumento do mau colesterol LDL e aumento de triglicérides),  e assim ser mais agressivo no controle dos mesmos.</p>
<p>“A ênfase para a nomenclatura <strong>Síndrome Metabólica </strong>deve apenas servir como alerta para identificarmos o mais precocemente possível os <strong>fatores de risco</strong>, sem que se considere uma doença diferente de outras, incentivando mudanças no estilo de vida, incluindo dieta saudável e exercício, além do uso de medicamentos adequados quando indicados” conclui.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/novas-definicoes-para-a-sindrome-metabolica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudos comprovam que infarto em mulheres está aumentando</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/estudos-comprovam-que-infarto-em-mulheres-esta-aumentando/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/estudos-comprovam-que-infarto-em-mulheres-esta-aumentando/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardiaco mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[infarto]]></category>
		<category><![CDATA[infarto mulheres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=610</guid>
		<description><![CDATA[Estudos comprovam que infarto em mulheres está aumentando]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tabagismo, excesso de gordura, vida sedentária, obesidade, diabetes e colesterol alto são importantes fatores de risco para o infarto. A novidade é que esses fatores têm contribuído para o que o número de <strong>casos de infarto em mulheres</strong> aumente de maneira significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dois estudos publicados na revista especializada Archives of Internal Medicine constataram que, mesmo os homens tendo, historicamente, maior prevalência de infarto e doença cardíaca avançada do que as mulheres da mesma idade, essa diferença tem diminuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos estudos avaliou mais de 8 mil pessoas com idades entre 35 e 54 anos. Os resultados demonstraram que a maioria dos fatores de risco cardíaco – incluindo colesterol total, colesterol HDL e LDL, pressão e tabagismo – permaneceram estáveis ou melhoraram entre os homens e pioraram entre as mulheres. E, embora os homens ainda apresentassem mais infartos do que as mulheres, essa diferença estaria reduzindo nos últimos anos – de 2,5% dos homens e 0,7% das mulheres no período entre 1988 e 1994; para 2,2% dos homens e 1% das mulheres no período 1999-2004.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Número de mortes por infarto diminui </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segundo estudo apresentou resultados um pouco mais animadores para as mulheres. Foram analisados dados de mais de 916 mil pessoas que sofreram infarto no período entre 1994 e 2006. A pesquisa constatou que o número de pessoas que morriam no hospital após o infarto reduziu consideravelmente entre todos os pacientes, mas principalmente entre as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/estudos-comprovam-que-infarto-em-mulheres-esta-aumentando/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tratamento de Diabetes com cloridrato de metformina</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/tratamento-de-diabetes-com-cloridrato-de-metformina/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/tratamento-de-diabetes-com-cloridrato-de-metformina/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>
		<category><![CDATA[antidiabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[complicações do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes mellitus]]></category>
		<category><![CDATA[DM2]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento diabetes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=507</guid>
		<description><![CDATA[Como a maioria das medicações, seu efeito é limitado e em média é capaz de reduzir em 1,5% os níveis de hemoglobina glicada]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>cloridrato de metformina</strong> é utilizado há muitos anos no tratamento do <strong>diabetes mellitus</strong>, ele atua na normalização dos níveis elevados de açúcar no sangue e redução das <strong>complicações do diabetes</strong> (aumento do açúcar no sangue causado pelo mau funcionamento do metabolismo).</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. João Regis Ivar Carneiro, vice-presidente da Regional Rio da<a href="http://www.diabetes.org.br" target="_blank"> <strong>Sociedade Brasileira de Diabetes</strong></a>, explica como funciona essa substância no organismo. “Por mecanismos ainda não completamente elucidados, esta droga atua otimizando a ação da insulina no fígado, reduzindo assim a produção de glicose por este órgão. Isto acarreta em uma diminuição dos níveis glicêmicos de jejum”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a maioria das medicações, seu efeito é limitado e em média é capaz de reduzir em 1,5 % os níveis de hemoglobina glicada (marcador que indica a média das glicemias dos últimos 3 meses e, portanto, é indicativo do controle crônico da glicemia); podendo ser utilizado de forma isolada ou em associação com outros agentes antidiabéticos.  “Geralmente o <strong>cloridrato de metformina</strong> é bem tolerado, entretanto, pode causar certo desconforto no trato gastrintestinal, mais notadamente sensação de náusea, gases e ocasionalmente diarréia. A tolerância a esta medicação melhora muito quando se inicia o tratamento com doses baixas, progredindo lentamente sua titulação”, analisa Dr. João Carneiro. Não deve ser utilizada em pacientes com insuficiência renal, mulheres no início da gestação e em situações que envolvam determinadas complicações agudas como infecções graves que requeiram internação hospitalar, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>cloridrato de metformina</strong> é um antidiabético de uso oral que, associado a uma dieta apropriada, é utilizado para o tratamento do <strong>diabetes tipo 2</strong>, isoladamente ou em combinação com outros antiadiabéticos orais, como por exemplo aqueles da classe das sulfoniluréias. Pode ser utilizado também para o tratamento do<strong> diabetes tipo 1</strong> em complementação à insulinoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Este medicamento também está indicado na síndrome dos ovários policísticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a <strong>metformina</strong> é considerada droga de primeira linha no tratamento do <strong>diabetes do tipo 2</strong> (DM2). “Deve ser iniciado o tratamento com a metformina logo no início da doença, havendo evidencias de que possa ser utilizada antes mesmo do diagnóstico. Trabalhos apontam eficácia na prevenção do DM2, sendo considerada agente auxiliar no controle de peso de pacientes com risco para desenvolvimento deste tipo de diabetes. Também existem evidências de que gestantes podem utilizá-la com segurança no final do período gestacional. Em casos específicos, pode ser utilizada também como auxiliar no tratamento da resistência insulínica que acomete pacientes com diabetes do tipo 1. Nos últimos anos, a metformina tem sido utilizada com sucesso também para o tratamento de portadoras da síndrome dos ovários policísticos”, esclarece Dr. Regis.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da segurança e da eficácia de ação, características desta medicação; a <strong>metformina</strong> é uma medicação de baixo custo, podendo beneficiar grande número de pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Dr. João Regis Ivar Carneiro<br />
Rua Ataulfo de Paiva 135 sala 818 &#8211; Leblon<br />
Rio de Janeiro &#8211; RJ / Brasil (21) 2274 &#8211; 7545 / (21) 2540 – 8428</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/tratamento-de-diabetes-com-cloridrato-de-metformina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>33</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Infância rica em cálcio reduz risco de morte por derrame em 60%</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/infancia-rica-em-calcio-reduz-risco-de-morte-por-derrame-em-60/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/infancia-rica-em-calcio-reduz-risco-de-morte-por-derrame-em-60/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVC isquêmico]]></category>
		<category><![CDATA[AVC – Acidente Vascular Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[controle da pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[doenças relacionadas ao AVC]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[infarto do miocárdio]]></category>
		<category><![CDATA[ingestão de cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[morte por derrame]]></category>
		<category><![CDATA[morte por derrame cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[o aumento do colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[o diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[o tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[o tratamento do AVC]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose leve]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes obesos]]></category>
		<category><![CDATA[redução do cálcio nos ossos]]></category>
		<category><![CDATA[risco cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[risco de AVC]]></category>
		<category><![CDATA[trombólise.]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=453</guid>
		<description><![CDATA[As conclusões mostram que os produtos lácteos protegem da morte por derrame cerebral, osteoporose e hipertensão arterial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante 65 anos, cientistas do Queensland&#8217;s Institute of Medical Research e da Bristol University estudaram a história de <strong>morte por derrame</strong> sobre os hábitos alimentares de famílias da classe média de Bristol. Aquelas com maior ingestão de <strong>cálcio </strong>quando crianças apresentaram os menores índices de <strong>morte por derrame cerebral (AVC – Acidente Vascular Cerebral)</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As conclusões mostram que os produtos lácteos protegem da <strong>morte por derrame cerebral</strong>, osteoporose e hipertensão arterial. Segundo o neurologista do Hospital VITA Curitiba, Marcos Christiano Lange, os estudos ainda são controversos quanto à relação de <strong>cálcio e AVC</strong>. “A maioria dos estudos demonstra que a <strong>ingestão elevada de cálcio</strong> reduz os níveis pressóricos, ou seja, observa-se um melhor <strong>controle da pressão arterial</strong> e por conseqüência <strong>redução do risco de AVC</strong> e óbito pelo mesmo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Há evidências de que a<strong> ingestão de cálcio</strong> aumenta os níveis do hormônio de crescimento de insulina 1 ou IGF-1. Ou seja, O IGF-1 está relacionado a fatores de <strong>risco cardiovasculares</strong> reduzindo assim, a possibilidade de morte por <strong>doenças cardiovasculares.</strong> Pacientes obesos e diabéticos apresentam níveis alterados deste hormônio, o que poderia demonstrar sua relação indireta com o <strong>AVC</strong>. Porém, até o momento, não existem estudos que analisaram esta associação, explica o neurologista.</p>
<p style="text-align: justify;">A dieta rica em cálcio e proteínas está associada à normalização dos níveis do IGF-1 conforme publicações recentes. Portanto, uma dieta saudável, a prática de atividade física, o diagnóstico precoce e o bom controle dos fatores de risco previne a ocorrência do <strong>AVC</strong>, que atualmente é a principal causa de mortalidade em nosso país, segundo dados do Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à <strong>osteoporose</strong>, que de uma forma simples é a <strong>redução do cálcio</strong> <strong>nos ossos</strong>, a <strong>ingestão de cálcio</strong> permite que as reservas dessa substância se mantenham em níveis adequados, porém é necessário que em conjunto seja realizada uma dieta saudável que inclua a ingestão de vitamina D, a qual auxilia na <strong>absorção do cálcio</strong>. Inclusive a <strong>complementação com cálcio e vitamina D</strong> já é utilizada em casos de <strong>osteoporose leve</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ingestão de cálcio</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Foram analisadas 4.374 crianças e com a ingestão de três porções de <strong>produtos lácteos</strong> ao dia – por exemplo, um copo de 200 ml de leite, um pote de iogurte e um pequeno pedaço de queijo. Esta quantidade fornece a quantidade de cálcio que a maioria das pessoas precisa ingerir a cada dia. E, vale lembrar que adolescentes e adultos devem dar preferência aos derivados do leite desnatados, para reduzir a ingestão de gorduras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> Derrame e seus sintomas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>derrame (acidente vascular cerebral &#8211; AVC)</strong> é o comprometimento vascular da circulação cerebral. Ele está para o cérebro, assim como o <strong>infarto do miocárdio</strong> está para o coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos mais comuns: o <strong>AVC isquêmico e o AVC Hemorrágico</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O isquêmico é quando ocorre o entupimento de uma artéria cerebral e com isso a área do cérebro irrigada morre, podendo manifestar diferentes sintomas dependendo da área afetada. Os sintomas mais comuns são: início súbito de dor de cabeça, dificuldade para falar, dificuldade para caminhar, perda súbita da força ou da sensibilidade de um lado do corpo e perda súbita da visão. O mais importante é que estes sintomas iniciam de repente.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo tipo de <strong>AVC é o hemorrágico</strong>, em que ao invés da artéria entupir, ocorre o rompimento desta artéria e existe a formação de um coágulo na região, os sintomas são semelhantes aos do<strong> AVC isquêmico</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Prevenção e tratamento do derrame </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A melhor forma de prevenção é o diagnóstico precoce e o controle adequado de doenças relacionadas ao <strong>AVC</strong>, como a <strong>hipertensão arterial</strong>, o <strong>diabetes</strong>, o <strong>aumento do colesterol</strong>, o tabagismo e a obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o<strong> tratamento do AVC </strong>é necessário que a pessoa, ao sentir algum dos sintomas descritos, acima busque um hospital, onde será realizado o atendimento e o diagnóstico exato para diferenciar o <strong>AVC</strong> de outras doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o <strong>AVC isquêmico</strong> existe um tratamento específico chamado trombólise. Este tratamento só pode ser realizado em hospitais nas primeiras horas após o início dos sintomas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/infancia-rica-em-calcio-reduz-risco-de-morte-por-derrame-em-60/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Medicamento Multaq reduz em 24% risco de hospitalizações cardiovasculares</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/medicamento-multaq-reduz-em-24-risco-de-hospitalizacoes-cardiovasculares/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/medicamento-multaq-reduz-em-24-risco-de-hospitalizacoes-cardiovasculares/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 16:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[antiarrítmico]]></category>
		<category><![CDATA[creatinina]]></category>
		<category><![CDATA[dronedarona]]></category>
		<category><![CDATA[fibrilação atrial]]></category>
		<category><![CDATA[flutter atrial]]></category>
		<category><![CDATA[gastrointestinais]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca congestiva]]></category>
		<category><![CDATA[multaq]]></category>
		<category><![CDATA[Multaq (dronedarona)]]></category>
		<category><![CDATA[níveis de creatinina]]></category>
		<category><![CDATA[óbito cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[óbitos por arritmia]]></category>
		<category><![CDATA[palpitação atrial]]></category>
		<category><![CDATA[pró-arritmia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=434</guid>
		<description><![CDATA[Multaq foi concebido para tratar pacientes com histórico de fibrilação atrial e/ou palpitação atrial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estudo denominado de ATHENA e apresentado na 29° Reunião Científica Anual da Heart Rhythm Society, em São Francisco, mostrou que o medicamento <strong>Multaq (dronedarona)</strong>, desenvolvido pela Sanofi-Aventis, para o tratamento de pacientes com <strong>fibrilação atrial</strong> ou <strong>flutter atrial</strong> reduz em 24% o risco de hospitalizações cardiovascular ou de óbitos em pacientes com <strong>fibrilação atrial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O medicamento foi concebido para tratar pacientes com histórico de <strong>fibrilação atrial</strong>, ou <strong>palpitação atrial</strong>, ambas marcadas por ritmo rápido nas câmaras superiores do coração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Multaq (dronedarona)</strong> é o primeiro <strong>antiarrítmico</strong>, após 20 anos de pesquisa, que apresentou redução no risco de <strong>óbito cardiovascular</strong> de 30% junto com tratamentos convencionais. O <strong>Multaq (dronedarone)</strong> reduziu também os <strong>óbitos por arritmia</strong> em 45%. E, reduz em 25% hospitalização de origem cardiovascular. O medicamento mostrou um baixo risco de <strong>pró-arritmia</strong> e não houve excesso de hospitalizações devido à <strong>insuficiência cardíaca congestiva</strong>. O mecanismo de redução da <strong>creatinina</strong> age por uma inibição da secreção de <strong>creatinina nos túbulos renais.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os efeitos colaterais foram eventos <strong>gastrointestinais</strong>, alterações na pele e diminuição dos <strong>níveis de creatinina</strong>. O estudo foi realizado em 4.628 pacientes, distribuídos em 550 centros de pesquisa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/medicamento-multaq-reduz-em-24-risco-de-hospitalizacoes-cardiovasculares/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como reduzir a pressão arterial com a dieta DASH</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/como-reduzir-a-pressao-arterial-com-a-dieta-dash/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/como-reduzir-a-pressao-arterial-com-a-dieta-dash/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 12:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[ácido glutâmico]]></category>
		<category><![CDATA[da pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[de acido glutâmico]]></category>
		<category><![CDATA[diastólica.]]></category>
		<category><![CDATA[dieta DASH]]></category>
		<category><![CDATA[o que é pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[o que pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[pressão arterial é]]></category>
		<category><![CDATA[pressão arterial tabela]]></category>
		<category><![CDATA[pressão sistólica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/?p=431</guid>
		<description><![CDATA[Dieta DASH, que é baseada no consumo de pouco sal e muitos vegetais, frutas, carnes magras, cereais e grãos, ajuda a diminuir a pressão arterial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo artigo publicado na Circulation, pesquisadores da Universidade de Medicina de Northwestern, em Chicago (EUA), estudaram os efeitos de nutrientes da <strong>dieta DASH</strong> (Dietary Approaches to Stop Hypertension ou <strong>Métodos para Combater a Hipertensão</strong> através da Dieta) no comportamento <strong>da pressão arterial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
A<strong> dieta DASH</strong>, que é baseada no consumo de pouco sal e muitos vegetais, frutas, carnes magras, cereais e grãos, aumenta a ingestão <strong>de ácido glutâmico</strong> e ajuda a <strong>diminuir a pressão arterial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre a pesquisa</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Durante os estudos, a <strong>pressão sistólica</strong> ficou em 1,5 a 3,0 mmHg e a <strong>diastólica</strong> em 1,0 a 1,6 mmHg mais baixas do que as pessoas que não aderiram à <strong>dieta DASH</strong>. “A redução é pequena se consideramos cada indivíduo, mas se considerarmos esses números como um índice geral na população, o resultado é muito importante em termos de redução de mortalidade por <strong>doença cardiovascular</strong>”, explica o Dr. Décio Mion especialista no <strong>tratamento da hipertensão arterial</strong>. Foram avaliados 4680  indivíduos, com idades entre 40 e 59 anos, da China, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Entretanto, cuidar somente da alimentação ajuda, mas não é tudo. A <strong>dieta DASH</strong> deve estar aliada também a atividades físicas, controle do sal, do álcool, do peso e do estresse. Dr. Décio esclarece que todos esses fatores são muito importantes para nossa saúde. “Fazer exercícios periodicamente e manter o peso são fundamentais, pois sempre que engordamos consequentemente a <strong>pressão arterial</strong> sobe, e quando perdemos peso, ela diminui” alerta.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/profissionais-de-saude/central-do-conhecimento/como-reduzir-a-pressao-arterial-com-a-dieta-dash/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

