Você está em

Blog Dicas de Saúde

Obesidade aumenta riscos de diabetes tipo 2

Uma pesquisa do Ministério da Saúde divulgada em abril de 2011 mostrou que quase metade da população brasileira está acima do peso – mais precisamente 48,1% estão acima do peso e 15% são obesos. A pesquisa anterior, de cinco anos atrás, mostrava que os índices de sobrepeso no Brasil eram de 42,7% e 11,4% para obesidade. Ou seja, um aumento considerável, em especial para os riscos à saúde.

Embora as causas para o aumento no índice de pessoas acima do peso sejam, em sua grande maioria, o sedentarismo e má alimentação, o que mais preocupa os especialistas são os fatores de risco que esse perfil traz para a saúde, especialmente para o aparecimento de diabetes tipo 2.

De acordo com um estudo americano publicado em 2002 durante uma conferência da American Diabetes Association, a cada 1 kg de ganho de peso corporal, aumenta em 9% o risco de desenvolvimento de diabetes. Em contrapartida, para os portadores de diabetes tipo 2, uma diminuição de 11% do peso corporal está associada a uma redução de 28% do risco de morte causada pela doença.

“A pessoa com obesidade tem maior chance de ter diabetes tipo 2 do que a pessoa com peso normal. A obesidade, sobretudo com acúmulo na região abdominal facilita a instalação do diabetes tipo 2 porque favorece a resistência à insulina”, afirma Marlene Merino Alvarez, nutricionista e membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Convivendo com diabetes

Diabetes é uma doença causada pela dificuldade do corpo em gerar insulina, hormônio produzido pelo pâncreas. A função da insulina é quebrar as moléculas de glicose vindas da digestão para que elas possam ser absorvidas pelo organismo. Sem a insulina, as moléculas ficam muito grandes e acabam não sendo absorvidas pelas células, ocasionando concentração de glicose no sangue.

Existem dois tipos de diabetes, 1 e 2. Enquanto o tipo 1 manifesta-se geralmente na infância e não pode ser evitado, o tipo 2 está intimamente ligado à obesidade e tende a surgir por volta dos 40 anos. Em ambos os tipos de diabetes, o paciente precisa, com o decorrer do tempo, tomar doses diárias de insulina para equilibrar a taxa de glicose no sangue, já que o corpo não mais produz a insulina.

Mas os cuidados com a alimentação não podem ser deixados de lado. A nutricionista Marlene Merino ressalta a importância de hábitos saudáveis no decorrer da vida: “A manutenção de uma alimentação saudável e exercícios físicos regulares são procedimentos que devem ser mantidos ao longo de todo o tratamento”.

Tratamento

Outros aliados no tratamento da diabetes tipo 2 são os medicamentos. “No início do tratamento do diabetes tipo 2 em geral não se inicia com insulina – injeção do hormônio – porque o indivíduo ainda produz esse hormônio. Os medicamentos usados são comprimidos que atuam na diminuição da resistência à insulina e na estimulação da produção de insulina do próprio corpo”, afirma a nutricionista. “Mesmo depois da insulina é necessário fazer dieta e exercício físico”, ressalta.

Cerveja e variação genética podem levar a maiores riscos de câncer gástrico

A tradicional cervejinha do happy hour pode não ser tão amistosa quanto parece. Um estudo espanhol, publicado em abril de 2011, revelou que a combinação de consumo de cerveja em excesso e uma variação genética específica pode levar a um risco maior de desenvolver câncer de estômago.

O estudo, realizado pelo Instituto Catalão de Oncologia, na Espanha, foi apresentado na 102ª Reunião Anual da Associação Norte-Americana de Pesquisa do Câncer, em Orlando, na Flórida.

De acordo com o líder da pesquisa, Eric Duell, os resultados apontaram que o risco de desenvolver câncer gástrico também é elevado, ainda que não significativo, para aquelas pessoas que não apresentam a variante genética identificada como rs1230025, porém consumem uma quantidade excessiva de cerveja e para aqueles não-bebedores, mas que possuem as variações rs1230025 ou rs283411.

“Ter esses dois fatores de risco – consumo elevado de cerveja e a variante genética rs1230025 – parece ser pior em termos de risco de câncer gástrico do que ter apenas um ou nenhum”, afirma o pesquisador

Aparentemente inocente

Embora comparativamente a cerveja tenha menor teor alcoólico que uma dose de uísque ou taça de vinho – 5% da cerveja contra 40% do uísque e 12% do vinho, a dosagem consumida dessa bebida é bem maior que a das outras. “A cerveja é teoricamente inocente”, afirma o clínico geral do hospital Sírio Libanes, Alfredo Salim Helito. “Enquanto você consome uma dose de 140ml de vinho que tem 14% de álcool, uma lata de cerveja tem 355ml. E raramente as pessoas tomam apenas uma latinha”.

O médico alerta ainda para os outros perigos da cerveja: “é um alimento altamente calórico, o que favorece a obesidade e a formação da gordura abdominal, que é uma gordura perigosa para o organismo, em especial para o sistema circulatório. Além de câncer no estômago, a cerveja e o álcool também podem contribuir para o aparecimento de câncer no fígado e no esôfago”, complementa Salim Helito.

Pesquisa na prática

A pesquisa analisou pessoas com idades entre 35 e 70 anos, durante os anos de 1992 a 1998. Observou-se o tipo de álcool consumido (cerveja, vinho ou outro tipo de álcool) e sua relação com o câncer gástrico. Os cientistas concluíram que aqueles que bebiam mais de 60g de álcool proveniente de cerveja por dia tinham um risco 65% maior de desenvolver o tumor que as pessoas que consumiam até 5g de álcool por dia. Para se ter uma idéia, uma lata de cerveja tem, em média, 14g de álcool.

Quando analisada, a cerveja demonstrou ser potencialmente mais nociva à saúde do que as demais bebidas alcoólicas, pois tem maior risco de ocasionar câncer. “Quem é bebedor crônico de cerveja e ainda ​​possui o rs1230025 corre um risco 700 vezes maior de desenvolver câncer de estômago em comparação com as pessoas sem a variação do gene que consomem menos de um drinque por dia”, enfatizou o pesquisador Eric Duell.

O câncer de estômago é uma enfermidade que atinge em sua maioria homens, na faixa etária de 70 anos. No Brasil, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o tumor do estômago aparece em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto, entre as mulheres.

Já nos Estados Unidos, apenas em 2010, o câncer de estômago causou 10.570 mortes, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer.

A relação entre câncer e o consumo excessivo de álcool já vem sendo estudada há muito tempo, inclusive no Brasil, através de estudos de caso-controle.

Comer frutas e legumes na proteção contra o câncer pode não ter o efeito esperado

Ingerir legumes e frutas protege contra o câncer menos do que se esperava. Essa é a conclusão de um grupo de peritos da Fundação Mundial de Pesquisa do Câncer e do Instituto Americano para Pesquisa do Câncer, nos Estados Unidos, a partir de uma revisão de estudos já existentes.

As pesquisas, divulgadas no último dia 7 de fevereiro, foram realizadas com 478 mil europeus e sugerem também que a ingestão de duas porções extra de vegetais por dia tinham apenas um pequeno efeito na prevenção do câncer, porém, isso não significa que esses alimentos devam ser excluídos da dieta diária.

De acordo com os pesquisadores, os estudos mostraram que os vegetais não-amiláceos (alimentos sem amido) protegem contra o câncer de boca, laringe, esôfago e estômago, mas não contra outros tipos de câncer.

Segundo eles, se estudarmos os vegetais ricos em amido e vegetais não-amiláceos como um grupo, o efeito benéfico pode não ser detectado, isso porque os benefícios e os danos podem anular-se mutuamente. Além disso, os vegetais podem prevenir câncer de locais específicos, ao invés de todos os cânceres.

Para Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o importante é que as pessoas consumam mais alimentos saudáveis e menos aqueles industrializados, que prejudicam a saúde do ser humano e contribuem para o desenvolvimento de alguns tipos de câncer. “Temos células cancerígenas em nosso intestino e comer alimentos saudáveis, além de garantir o bom funcionamento do órgão, também contribui para a eliminação dessas substâncias e a diminuição do risco de desenvolver câncer nessa região”, explica.

Segundo ele, se a população alia-se tanto a alimentação saudável quanto exercícios físicos e ingerir bastante água, o número de casos de câncer poderia diminuir. “Estudos nos mostram que se a população mantivesse esses três passos, de cada cinco casos de câncer, um poderia ser evitado”, conta.

Consumir alimentos como cereais integrais, hortaliças, frutas e beber bastante água são fatores que podem diminuir a possibilidade de incidência da doença. O ideal é que seja consumido pelo menos 400 gramas de frutas, legumes e verduras todos os dias. “Quanto mais consumir, melhor. Mas é importante salientar também que as pessoas devem procurar variar o máximo possível esses alimentos, de forma que não busquem em apenas um a quantidade de nutrientes desejada”, aconselha.

Além disso, uma boa alimentação pode evitar a obesidade tanto na adolescência quanto na vida adulta. Ter uma vida saudável é outro fator que pode ajudar na prevenção de doenças como o câncer.

Outro alimento protetor é o leite materno que beneficia contra o câncer de mama além da mãe, a própria criança. “Por isso, é importante a amamentação até os seis meses de idade. O câncer também deve ser prevenido no início da vida e a amamentação pode ajudar nessa tarefa”.

Segundo dados do Inca, a expectativa é de que este ano cerca de 500 mil novos casos de câncer acometam a população brasileira. Por isso, é importante o consumo diário de legumes e frutas e a prática constante de exercícios físicos para se manter saudável e assim evitar não apenas o câncer, mas outras doenças também.

Estilo de vida saudável pode evitar o câncer

É certo que as populações estão aumentando, crescendo e se tornando cada vez mais sedentárias. Estas condições são perfeitas para o aumento dos casos de câncer e da mortalidade em pacientes que sofrem com a doença. No entanto, o Inca (Instituto Nacional do Câncer) mostra que é possível cortar este mal pela raiz. O livro “Políticas e Ações para a Prevenção do Câncer no Brasil: Alimentação, Nutrição e Atividade Física” em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa Contra o Câncer lançado no início deste mês revela um país comprometido com a prevenção da doença.

No prefácio da publicação, o diretor geral do Instituto, Luiz Antonio Santini, afirma que na maioria das vezes o câncer pode ser evitado. O documento é resultado de uma reunião de forças de muitos especialistas com o intuito de mostrar como os atores sociais podem contribuir neste sentido. Ao adotarem medidas simples com relação à alimentação, atividade física, peso corporal, aleitamento materno e exposição ao tabaco é possível restringir consideravelmente a quantidade de casos.

Resultados da pesquisa

O estudo revela que a combinação entre alimentação saudável e atividade física é capaz de prevenir 63% dos casos de câncer de boca, faringe e laringe; 60% dos tumores de esôfago e 52% dos casos em que a doença atinge o endométrio (camada que recobre o útero internamente).

O controle da obesidade e a prática de exercícios físicos regulares também poderiam evitar 41% dos tumores de estômago, 34% de pâncreas e 37% de cólon e reto (partes do intestino grosso). O combate a este problema endêmico de saúde, poderia evitar 19% dos casos totais de câncer. As mulheres que conseguirem seguir uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas regularmente, além de ficar distante das taxas de obesidade, podem reduzir em até 28% os casos de câncer de mama.

A exposição ao tabaco também é outro fator citado em um trecho da publicação: “se ninguém fumasse, aproximadamente 1/3 dos atuais casos de câncer seria prevenido”. Segundo as análises feitas para o Relatório de Políticas do Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer, para se chegar a 1/4 de todos os casos é preciso também seguir os padrões saudáveis de alimentação e atividade física.

Na ocasião do lançamento do livro, Geoffrey Cannon, coordenador do Relatório de Alimentação e Câncer, afirmou que nenhum país tem recursos humanos e materiais suficientes para tratar todos os casos de câncer. Portanto, a única solução é a prevenção. O estilo de vida saudável poderia significar uma economia de 84 milhões por ano ao SUS (Sistema Único de Saúde) basta que todos os brasileiros façam a sua parte.

Obesidade aumenta risco de câncer

A população tem sido constantemente informada sobre os riscos do sobrepeso em relação às doenças cardíacas. O que muitos ainda não sabem é que a obesidade está prestes a se tornar o maior fator de risco evitável para o câncer. Atualmente, o tabagismo continua sendo a principal causa da doença.

Ainda não há evidências de como ou por que a obesidade aumenta o risco de câncer. Uma das hipóteses é que a questão esteja relacionada aos hormônios, já que uma pessoa obesa produz mais hormônios, como o estrogênio, que favorece o crescimento dos tumores. Outro exemplo é o de pessoas com excesso de gordura na barriga que têm mais acidez estomacal, o que pode levar ao câncer de estômago, intestino ou do esôfago.

Mulheres obesas têm risco maior de desenvolver câncer

Pesquisadores europeus da Universidade de Manchester alertam que a obesidade pode se tornar a principal causa de câncer em mulheres nos países ocidentais nos próximos anos. Eles avaliam que o sobrepeso e a obesidade já respondem por mais de 8% dos casos da doença registrados na Europa.

Em 2002, eles calcularam que 70 mil casos de câncer de um total de cerca de 2 milhões de ocorrências da doença eram atribuíveis à obesidade ou ao sobrepeso. Em 2008, esse número tinha saltado para pelo menos 124 mil.

Câncer colorretal, câncer de mama em mulheres na menopausa e câncer endometrial respondiam por 65% de todos os cânceres ligados à gordura. Segundo os pesquisadores, nos Estados Unidos alguns estudos concluíram que a obesidade era responsável por mais de 20% dos cânceres.

Esses índices podem crescer ainda mais, dizem os especialistas. Isso acontecerá caso a epidemia de obesidade continue e se o fumo e a terapia de reposição hormonal para mulheres na menopausa tiverem sua participação como causa da doença reduzida.

O estudo foi apresentado no congresso da European Cancer Organization e da European Society for Medical Oncology, realizado este ano em Berlim.

A necessidade de reduzir o consumo de açúcar

O excesso de consumo de açúcar está preocupando cientistas e médicos do mundo todo. O consumo atingiu níveis de alerta e se tornou um desafio  para a Associação Americana de Cardiologia. A recomendação da associação é que as mulheres consumam, no máximo, 100 calorias de açúcar (os quais são adicionados a alimentos, como biscoitos, iogurtes, balas e refrigerantes) por dia, ou 25 gramas. Isso é o equivalente a seis colheres de chá. Para os homens, o consumo diário não deve ultrapassar as 150 calorias, ou 37,5 gramas, o que corresponde a nove colheres de chá. Entretanto, a ingestão de alimentos com açúcar, nos EUA, é três vezes maior do que a recomendada pela Associação de Cardiologia.

Dr. Marcos Bubna explica que a redução do consumo de açúcar é muito importante para evitar os problemas cardiovasculares. “O alto consumo de açúcar é um fator de risco para o diabetes e a obesidade; pois essas doenças são fatores de risco para doenças cardiovasculares”. Uma pessoa obesa pode ter hipertensão, colesterol alto, mudanças no metabolismo, arritmias cardíacas, entre outras doenças, por isso, controlar a quantidade de açúcar é importante. Dr Bubna alerta ainda que “o elevado nível de açúcar pode tanto desenvolver como prejudicar as doenças citadas acima”.

Consequências do excesso de açúcar

A principal consequência do consumo excessivo de açúcar é o surgimento do diabetes. A glicose é convertida em energia através da atuação da insulina, hormônio produzido no pâncreas. O consumo excessivo de açúcar pode levar à sobrecarga do pâncreas e mau funcionamento na produção de insulina, favorecendo a resistência insulínica e o diabetes.

“O consumo excessivo de açúcar favorece ainda o aparecimento de obesidade, o crescimento de bactérias e fungos e o acúmulo de gordura abdominal. E ainda, quando nos habituamos a substituir uma alimentação natural (rica em cereais, frutas, vegetais e carnes magras), por uma alimentação estilo fast food, com alto teor calórico e açúcar, é comum o surgimento de sintomas como cansaço crônico, estresse, dificuldade de concentração, hiperatividade, dentre outros”, explica Dra Cristina Martins, nutricionista funcional.

Dicas para evitar o consumo de açúcar

Os refrigerantes são os que mais preocupam. Apenas uma lata de refrigerante comum já ultrapassa os níveis diários de açúcar recomendados. O problema é tão grave que o governo americano estuda o aumento de impostos para esses produtos. Os fabricantes se comprometeram a fazer uma campanha estimulando o consumo menor de bebidas com açúcar. A medida poderia reduzir os gastos de saúde para combater o que já se chama de uma epidemia de obesidade.

Dra Cristina Martins dá dicas de como evitar o excesso de consumo de açúcar. “Quando for consumir sucos, prefira não adoçar, aprenda a conhecer o sabor natural das frutas. Prefira as frutas da estação, são mais doces e saborosas. Para adoçar chás, cafés, outras bebidas e no preparo de doces, prefira mel, açúcar light com stévia (contém uma mistura de adoçante natural stévia com açúcar branco), adoçantes a base de stévia ou sucralose. Consuma fibras em sua dieta, elas auxiliam no controle da absorção do açúcar. Um exemplo, prefira uma barra de cereais, que contenha pelo menos 3 gramas de fibras, no lugar de um doce preparado sem fibras”.

Curiosidade sobre o excesso do consumo de açúcar

O açúcar refinado é obtido a partir da cana-de-açúcar, ele é comumente utilizado para adoçar bebidas e alimentos. Cada grama de açúcar contém 4 kcal de puro carboidrato refinado. Este carboidrato tem como função fornecer energia para as células de forma rápida, mas em poucos minutos esta energia, é gasta ou acumulada em forma de gordura, dependendo da quantidade ingerida. O açúcar é um ladrão de energia, pois gera um pico de energia e logo em seguida a queda. “Portanto, este tipo de carboidrato deve ser consumido de maneira moderada e na hora certa, ou seja, no momento em que nosso corpo precisa dele”, analisa a nutricionista. Um exemplo de consumo correto do carboidrato refinado é logo após um exercício estimulante, pois assim, favorece uma rápida e eficiente recuperação muscular. “Quando o indivíduo fica longos períodos em jejum ou quando, por alguma razão, tem uma rápida queda de energia, o uso deste carboidrato também pode ser indicado”, conta.

O açúcar é rico em calorias e pobre em nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo, sendo considerado pelos profissionais de saúde, um alimento com calorias vazias. “Não podemos, portanto, esquecer que este alimento somente tem esta função, energética, sendo assim, é um componente DISPENSÁVEL para a saúde quando comparado com outros alimentos, como frutas e verduras por exemplo, que além de energia, fornecem vitaminas, minerais, fibras e fitoquímicos”, afirma Dra Martins.

O açúcar mascavo, contém vitaminas e sais minerais da cana-de-açúcar, já o açúcar branco, passa por um processo de refinamento, neste processo, perde esses nutrientes. Apesar disso, a diferença calórica entre os dois tipos de açúcar não é relevante, portanto, o consumo de açúcar mascavo também deve ser consumido com cautela.

Outro exemplo de alimento para evitar o açúcar é a biomassa de banana verde, que é um alimento poderoso que ajuda a controlar a glicose e auxilia no emagrecimento. A massa tem um gosto neutro e agradável. Confira algumas receitas com biomassa de banana verde.

http://www.nutcristinamartins.com/search/label/Biomassa%20de%20Banana%20Verde

* A Dra.Cristina Martins é nutricionista graduada pela UFRJ. Especialista em Nutrição Clínica Funcional. Gerente do Programa de Emagrecimento e Desintoxicação do SPA ARAM SUI BÚZIOS. Mais informações pelo site: www.nutcristinamartins.com

Consumo de frutas e hortaliças diminui risco de doenças crônicas

O consumo de frutas, legumes e hortaliças protegem o organismo contra deficiências de vitaminas e minerais e aumenta a resistência às infecções. A falta desses alimentos é um dos principais fatores de risco para doenças não transmissíveis e das doenças crônicas, como doença cardiovascular, diabetes, obesidade e alguns tipos de câncer.

O consumo desse tipo de alimento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é de 400 gramas por pessoa, no mínimo, por dia. O consumo médio por brasileiro é de apenas um terço dessa quantidade.

Frutas e vegetais são importantes fontes de vitaminas e minerais

O grupo das frutas e vegetais é uma importante fonte de vitaminas e minerais; estes compostos são conhecidos como “reguladores”, ou seja, regulam reações químicas que ocorrem diariamente em nosso organismo. As frutas e vegetais contêm ainda, um alto teor de fibras, água e compostos bioativos que contribuem para um trato digestível saudável e para a prevenção do envelhecimento celular.

“Um dos fatores de risco para doenças não transmissíveis e para as doenças crônicas (doença cardiovascular, diabetes, obesidade e alguns tipos de câncer) é o baixo consumo desses alimentos”, alerta a nutricionista funcional, Dra Cristina Martins.

A importância desses alimentos está nas vitaminas e minerais, que são compostos necessários para o funcionamento do organismo humano. “Para se ter saúde, disposição e prevenir doenças devemos manter o nosso corpo nutrido e em equilíbrio. Pois, sabe-se que a presença de infecções está relacionada a uma baixa ingestão de vitamina C, vitamina A e ZINCO (mineral)”, explica a nutricionista. E ela continua: “para que nosso organismo funcione de maneira saudável é necessária à ingestão diária de carboidratos, proteínas, fibras, gorduras, vitaminas e minerais”.

Quem não ingere diariamente a quantidade recomendada de 2 a 4 porções de frutas e 3 a 5 porções de vegetais pode sofrer carências nutricionais e ficar mais suscetível a infecções e doenças. É importante evitar a monotonia do cardápio, ou seja, variar entre as frutas e vegetais para se atingir uma grande variedade de nutrientes diariamente.

Brasileiro consome pouca quantidade de frutas e hortaliças

Pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o consumo de frutas e hortaliças é baixo em todo o Brasil, independente da classe de renda. Para reverter este cenário a Dra. Martins dá dicas de como mudar os hábitos dos brasileiros. Para ela, através de um trabalho de conscientização, mostrando o grande impacto que esses alimentos exercem sobre nossa saúde, é possível reduzir essa resistência a frutas, vegetais e legumes. “Existem várias maneiras de se aproveitar os nutrientes desses alimentos de maneira mais saborosa e agradável” afirma.

Confira algumas dicas:

- Acrescente cenoura ao feijão branco;
- Experimente adicionar beterraba ao feijão preto;
- Prepare molhos especiais à base de iogurte, mel e ervas para tornar as saladas mais saborosas;
- De sobremesa prefira doces com frutas e gelatina incolor batida com suco de frutas natural.

* A Dra.Cristina Martins é nutricionista graduada pela UFRJ. Especialista em Nutrição Clínica Funcional. Gerente do Programa de Emagrecimento e Desintoxicação do SPA ARAM SUI BÚZIOS. Mais informações pelo site: www.nutcristinamartins.com

Medicamentos
Por nome
Por especialidades
Por doenças
Por princípio-ativo
Pacientes
Blog Dicas de Saúde
Meu Cadastro
Central de Ajuda
Prof. de Saúde
Central do Conhecimento
Meu Cadastro
Central de Ajuda
Laboratórios
Vantagens
Meu Cadastro
Central de Ajuda
MEDICSUPPLY
Notícias
Contato
Pacientes
Profissionais de saúde
Laboratórios
Trabalhe conosco
BlogBlogs.Com.Br