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FDA aprova o uso de Tradjenta® para diabetes tipo 2

Já está disponível aos clientes da Medicsupply o medicamento Tradjenta®(linagliptin), desenvolvido para o controle glicêmico de diabetes tipo 2. Esse medicamento pertence à classe de dos inibidores da dipeptil peptidase-4, ou DPP-4. De acordo com especialistas, o medicamento pode ser usado como monoterapia ou combinado com outras substâncias que em geral são prescritas para diabetes tipo 2, como metformina,  pioglitazona ou glimepirida.

O medicamento foi aprovado no começo do mês de maio de 2011, nos Estados Unidos, pela agência reguladora daquele país, a Food and Drugs Administration (FDA), baseado em ensaios clínicos que analisaram cerca de 4 mil adultos com diabetes tipo 2. Os estudos mostraram um melhor controle da taxa de açúcar no sangue em comparação com o placebo.
Diabetes tipo 2

Diabetes tipo 2 é a forma mais comum da doença. Pessoas que possuem diabetes tipo 2 produzem uma quantidade de insulina insuficiente para seu organismo, ou a quantidade produzida não é utilizada adequadamente. Isso atrapalha a maneira com que o organismo absorve o açúcar que foi adquirido com a alimentação, que acaba não sendo consumido pelas células e permanecendo no sangue. Por essa razão, pacientes com diabetes tipo 2 têm altas taxas de açúcar no sangue.

Tradjenta® são comprimidos e sua ação é de aumentar o nível de hormônios que estimulam a liberação de insulina após uma refeição, bloqueando a enzima dipeptil peptidase-4. Estimular a produção da insulina é o principal objetivo para auxiliar o controle da glicemia.

Os efeitos secundários mais comuns associados ao uso de Tradjenta® são cefaleia, infecções respiratórias, dores musculares, dores de garganta e corrimento nasal.

Informe-se com seu médico para saber mais sobre o tratamento da diabetes tipo 2. Ele é sua melhor fonte de informação sobre os medicamentos disponíveis no mercado.

E para saber mais sobre onde comprar Tradjenta®, confira a página do medicamento no site da Medicsupply.

Victrelis® é aprovado pela FDA para tratar hepatite C

A Medicsupply já disponibiliza para seus clientes o medicamento Victrelis® (boceprevir), para tratamento de pacientes que sofram de hepatite C crônica. Esse medicamento é aconselhado nos casos de hepatite em que ainda se manifesta uma função hepática e que não tenha havido um tratamento prévio ou ainda quando esse eventual tratamento tenha sido ineficaz.

Victrelis® foi recentemente aprovado pelo organismo americano responsável pelo controle de substâncias medicamentosas, o Food and Drugs Administration (FDA), após a análise de dois ensaios clínicos da fase 3 dos quais participaram mais de 1.500 pacientes adultos. Os pacientes analisados nos ensaios foram submetidos a uma dose de Victrelis® combinada com interferon e ribavirina – substâncias já conhecidas e usadas no tratamento da enfermidade. Cerca de 24 semanas após ingerirem o medicamento, o vírus da hepatite C não foi mais encontrado no organismo.

Os ensaios também demonstraram que o principal benefício do medicamento é impedir a replicação do vírus da hepatite C.

Hepatite C

A hepatite C é uma enfermidade viral que ataca o fígado, sob a forma de inflamação. A principal forma de contágio é pelo sangue contaminado, como transfusões de sangue, compartilhamento de seringas, acidentes de trabalho – no caso de profissionais que trabalham com sangue contaminado.

Sua forma crônica pode desencadear cirrose e câncer hepático e é somente quando atinge esse estágio que a hepatite C manifesta algum sintoma – daí a importância a se estar atento para os exames de sangue rotineiros. Na fase aguda da doença, ela é menos sintomática, o que torna mais difícil seu diagnóstico.

Informe-se com seu médico para saber mais sobre o tratamento da hepatite C. Ele é sua melhor fonte de informação sobre os medicamentos disponíveis no mercado.

E para saber mais sobre onde comprar Victrelis®, confira a página do medicamento no site da Medicsupply.

Brasileiros aguardam aprovação de medicamento contra mieloma múltiplo

Os pacientes com mieloma múltiplo aguardam com grande expectativa a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do medicamento lenalidomida. Trata-se de um agente imunomodulador que melhora a qualidade de vida e a sobrevida de uma maneira geral. Comercializado sob o nome de Revlimid, medicamento de dose oral, ele teve seus benefícios confirmados para pacientes com o mieloma múltiplo por meio de dois estudos desenvolvidos pelo MD Anderson Cancer Center, dos Estados Unidos, e mais outro, que contou com a participação de pesquisadores da Europa, Austrália e Israel.

Os resultados foram animadores em relação à síndrome mielodisplásica: um estudo multicêntrico em pessoas dependentes de transfusão que usaram o fármaco constatou que 45% tiveram resposta citogenética completa e independência de transfusão por período prolongado.  Os pacientes também relataram uma redução significativa de neuropatias periféricas, como a perda de sensibilidade nas extremidades dos dedos.

Enquanto o laboratório aguarda a aprovação pelo órgão fiscalizador brasileiro, o Revlimid já foi aprovado em outros 55 países, inclusive com o aval da European Medicines Agency (Emea), responsável pela fiscalização de medicamentos da União Europeia; e da Food and Drug Administration (FDA), órgão dos Estados Unidos.

O Revlimid é indicado para tratamento de portadores de mieloma que não tiveram sucesso em pelo menos uma terapia anterior. Na próxima edição do congresso da American Society of Hematology (ASH), que ocorrerá em dezembro de 2010, em Orlando, nos Estados Unidos, serão apresentados novos estudos que procuraram comprovar a vantagem do Revlimid em comparação a outras terapias.

Ampyra® é o novo remédio para tratar a esclerose múltipla

A Medicsupply já disponibiliza aos seus clientes o Ampyra® (dalfampridine), usado no tratamento à esclerose múltipla. O medicamento foi recentemente aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão fiscalizador dos Estados Unidos.

A esclerose múltipla é uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central (SNC) em adultos jovens, segundo informações da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem). A doença é caracterizada por lesar a bainha de mielina, camada que envolve parte dos neurônios e é responsável por acelerar a transmissão de informações entre o sistema nervoso.

Essa interferência é responsável pelos diversos sintomas que a doença apresenta. Eles se manifestam de acordo com a região do SNC afetado e vão de transtornos visuais, como visão embaçada ou dupla, problemas de fala, equilíbrio e coordenação a transtornos cognitivos e emocionais, como raciocínio e memória comprometidos.

Em estudos prévios, o uso de Ampyra® em animais demonstrou que o medicamento tem a capacidade de bloquear o vazamento de potássio das partes do neurônio que deveriam ser revestidas com a bainha de mielina. Segundo informações do laboratório Acorda, que produz o fármaco, isso reforça o sinal emitido pelo cérebro que passa por essa região. Ampyra® é administrado por via oral.

Informe-se com o seu médico sobre o uso de Ampyra@ e confira a página do medicamento no portal da Medicsupply.

Jevtana® combate o câncer de próstata hormônio-refratário

Já está disponível no portal Medicsupply o medicamento Jevtana® (cabazitaxel) usado no tratamento de câncer de próstata hormônio-refratário (mHRPC, sigla em inglês) e recentemente aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão fiscalizador dos Estados Unidos.

“A comunidade médica especializada em câncer de próstata está eufórica por ter uma nova opção de tratamento para pacientes que sofrem com essa doença, tão difícil de se tratar”, afirmou Oliver Sartor, professor pesquisador da Tulane Medical School, em Nova Orleans. “Jevtana® vai preencher uma lacuna no tratamento crítico à doença, já que é o primeiro tratamento aprovado para pacientes com esse estágio de câncer de próstata hormônio-refratário”, acrescentou. Antes do medicamento, não havia uma segunda linha de tratamento disponível à hormonioterapia e à quimioterapia, primeiras opções para combater o progresso da doença.

De acordo com o laboratório Sanofi-Aventis, que produz o medicamento, Jevtana® é um inibidor de microtúbulos, estruturas protéicas que fazem parte do citoesqueleto das células e é utilizado em combinação com a prednisona para tratar pacientes com mHRPC, previamente tratados com regime baseado em docetaxel, agente antineoplásico usado no combate a diversos tipos de câncer. O medicamento é usado na forma de injeções.

Consulte seu médico sobre o uso de Jevtana® e confira a página do medicamento no portal da Medicsupply.

Provenge é a primeira vacina contra câncer de próstata

A Food and Drug Administration (FDA), órgão dos Estados Unidos que regularize medicamentos, aprovou recentemente a primeira vacina para o câncer de próstata. O fármaco Provenge, produzido pela fabricante Dendreon demonstrou resultados consideráveis mesmo para casos avançados da doença. Segundo o urologista, Eduardo Bertero, a vacina estimula a produção de anticorpos para combater a doença no organismo, uma abordagem nova no tratamento de neoplasia. “Este não foi o primeiro medicamento aprovado para o tratamento do câncer de próstata, já temos uma grande variedade deles sendo comercializada. Mas é a primeira vacina” afirma.

Bertero ressalta, porém, que a vacina não garante a cura da doença: “O termo cura não deve ser adotado, pois os estudos não mostram esse resultado. De acordo com ensaios clínicos recentes houve uma redução do risco de morte em 33% e aumento da sobrevida em 4,3 meses com o uso dessa vacina”. Ainda segundo ele, o Provenge foi estudado em estágios avançados do câncer, ou seja, quando o tumor já atingia outras partes do corpo.

Regulação

Uma das maiores preocupações durante os estudos clínicos da doença foi em relação aos efeitos colaterais da doença, explica o urologista. Segundo ele, 3% dos pacientes não conseguiram terminar o tratamento em virtude do mal estar causado pelas reações adversas. “Mais frequentemente foram relatados calafrios, fadiga, febre, dor lombar e dor de cabeça. Estes eventos ocorrem nos primeiros dois dias, de leve a moderada intensidade e transitórios”.

Apesar disso, o Provenge conseguiu a aprovação da FDA, que, segundo Bertero, tem sido rigorosa em seus critérios. “Acredito que seja questão de tempo até o medicamento ser aprovado no Brasil também”. A fabricante Dendreon afirmou que ainda não tem previsão de quando este medicamento será comercializado no Brasil.

Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca) atualmente, o câncer de próstata é o segundo tipo da doença mais comum entre homens e o sexto mais comum no mundo inteiro, sendo responsável por cerca de 10% de todas as formas de câncer. O Inca estima ainda que em 2010, pouco mais de cinquenta e dois mil homens desenvolverão a doença no Brasil.

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