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	<title>Blog Dicas de Saúde</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Carne vermelha em excesso causa diabetes</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 11:00:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Clinical Nutrition]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de carne vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa americana relaciona o consumo diário de carne com diabetes tipo 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma prova de que a alimentação influi diretamente na qualidade de vida. Um estudo publicado no <strong>American Journal of Clinical Nutrition</strong> no começo de agosto revelou que o consumo diário de <strong>carne vermelha</strong> aumenta o risco de desenvolver <strong>diabetes tipo 2.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1091 aligncenter" title="carne" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/carne.jpg" alt="" width="334" height="260" /></p>
<p>O estudo foi conduzido pela <strong>Escola de Saúde Pública de Harvard</strong>, em Boston, e é considerado o maior estudo a respeito do tema até agora. Após analisar cerca de 300 mil pessoas por mais de 30 anos, os pesquisadores concluíram que aqueles que consumiam carne vermelha ou processada diariamente tinham maior propensão a desenvolver a doença, ainda que os pacientes tenham o mesmo peso.</p>
<p>Segundo dados do estudo, as <strong>carnes processadas</strong> – como salsicha, salame e mortadela – são as mais prejudiciais. Consumir 50g por dia, o equivalente a uma salsicha, basta para aumentar em 51% as chances de desenvolver diabetes tipo 2.</p>
<p>Os fãs de carne vermelha também devem ficar atentos. Um bife, ou 100g de carne vermelha ao dia já é suficiente para um risco 19% maior de ter a doença.</p>
<p><strong>Lado positivo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa também revelou dados otimistas. Conforme as conclusões do estudo, alimentar-se com carnes e laticínios conhecidos como “magros”, além de grãos integrais, reduz o risco de diabetes tipo 2. A <strong>proteína magra</strong> é aquela é aquela vinda das carnes brancas, queijo branco etc.</p>
<p>A ligação entre a carne vermelha e processada e a diabetes tipo 2 não foi bem estabelecida. Uma possível explicação seria que algumas substâncias presentes nesse tipo de alimento causam dano às células beta do <strong>pâncreas</strong>, órgão responsável para produzir a <strong>insulina</strong> no nosso corpo.</p>
<p>Porém, alguns especialistas afirmam que é preciso analisar o estudo com cautela, já que o que a pesquisa sugere é uma reavaliação do <strong>consumo de carne vermelha</strong>, não a eliminação desse item da dieta. É importante lembrar que a carne vermelha é uma grande fonte de ferro, fundamental para combater a anemia e outras doenças. Moderação é a chave.</p>
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		<title>Fumar aumenta chances de câncer na bexiga</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/fumar-aumenta-chances-de-cancer-na-bexiga/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 11:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de bexiga]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[inca]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres fumantes]]></category>
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		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[tumores de bexiga]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa norte-americana comprova que mulheres fumantes correm tanto risco quanto homens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção <strong>mulheres fumantes!</strong> Ao que parece, o <strong>câncer de pulmão</strong> não é o único tipo de tumor cuja incidência aumenta com o <strong>tabagismo</strong>. Uma pesquisa publicada na primeira semana de agosto no <strong>Journal of the American Medical Association </strong>revela uma forte associação entre mulheres que fumam e o câncer de bexiga, uma doença que teoricamente é duas vezes mais frequente no homem.</p>
<p style="text-align: left;">O estudo, realizado pelo <strong>Instituto de Câncer</strong> americano (NCI), analisou dados de saúde e dieta de 450.00 pessoas entre os anos de 1995 e 2006 e demonstrou que pessoas que fumam têm quatro vezes mais chance de desenvolver um tumor na bexiga que um não-fumante.</p>
<p>Concluíram, ainda, que mais da metade dos casos de câncer de bexiga ocorridos em mulheres tinham relação com o hábito de fumar. Essas descobertas foram importantes, pois atualizam os dados de um estudo anterior, que relacionava o tabaco como causa de 20 a 30% dos <strong>tumores de bexiga</strong> em mulheres e estimava em três vezes apenas o risco de um fumante de desenvolver a <strong>neoplasia</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/fumar-aumenta-chances-de-cancer-na-bexiga/fumar-cancer-de-bexiga-2/" rel="attachment wp-att-1112"><img class="size-full wp-image-1112 aligncenter" title="Fumar cancer de bexiga" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Fumar-cancer-de-bexiga1.jpg" alt="" width="356" height="336" /></a></p>
<p><strong>Avanços prejudiciais</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma explicação de porque o <strong>câncer de bexiga</strong> está cada vez mais relacionado com o tabagismo seriam, segundo a pesquisa, as modificações na composição química que os cigarros sofreram nos últimos anos. Embora algumas substâncias tenham tido seu teor reduzido, como foi o caso do <strong>alcatrão</strong> e da <strong>nicotina</strong>, outras como o beta-naftilamina, agente cancerígeno que atua especialmente na bexiga.</p>
<p>De acordo com dados estatísticos do <strong>Instituto Nacional de Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), previa-se para o ano de 2009 13.110 novos casos de câncer de bexiga no Brasil. No mundo, cerca de 350.000 pessoas são diagnosticadas com essa doença a cada ano.</p>
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		<title>Câncer de tireóide: o câncer curável</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 11:00:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer da tireóide]]></category>
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		<category><![CDATA[hospital sirio libanes]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça mais sobre esse raro tipo de neoplasia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cancer-de-tireoide-o-cancer-curavel/tireoide-cancer-curavel/" rel="attachment wp-att-1102"><img class="size-full wp-image-1102 aligncenter" title="Tireóide câncer curável" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Tireóide-câncer-curável.jpg" alt="" width="400" height="302" /></a><br />
Uma das principais glândulas do organismo, a <strong>tireóide</strong> é responsável por regular funções essenciais do nosso corpo, como o crescimento, digestão e especialmente o metabolismo. Mas assim como as demais partes do organismo, as células da tireóide também estão sujeitas a mutações, que quando se transformam em <strong>células malignas</strong>, podem dar origem a um tumor, o chamado <strong>câncer da tireóide</strong>.</p>
<p>O câncer da tireóide é uma <strong>neoplasia</strong> um tanto quanto rara e com baixo índice de mortalidade. Segundo o cirurgião de cabeça e pescoço Sergio Samir Arap, gerente médico do Centro Cirúrgico do <strong>Hospital Sírio Libanês</strong>, a chance de cura deste tipo de câncer é de quase 98%: “não existe nenhum outro tipo de câncer tão bem tratável”, afirma.</p>
<p><strong>Diagnóstico do câncer</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O avanço da medicina tem possibilitado diagnósticos mais precisos para casos de <strong>tumor de tireóide</strong>.  Em geral o paciente percebe um nódulo na região da tireóide, que se encontra na altura da garganta. “Mas é preciso estar atento. Nem sempre um nódulo significa um câncer na tireóide. Um nódulo pode inclusive ser sinal de bócio”, atenta o cirurgião Arap.</p>
<p>O diagnóstico desse tumor deve ser feito por um especialista, de preferência um <strong>endocrinologista</strong> ou um especialista em cabeça e pescoço, que submeterão o paciente a um ultrassom com estudo Doppler para analisar se o nódulo em questão é ou não maligno.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao contrário dos demais tipos de câncer, que usam a <strong>quimioterapia</strong> como principal tratamento, no caso do câncer de tireóide o mais indicado é a remoção da glândula. “A principal função da tireóide é controlar o metabolismo do corpo. Quando ela é retirada, quem faz o seu papel é o hormônio de caixinha, ou seja, o hormônio sintético. É muito mais fácil e prático retirar a glândula do que submeter o paciente ao tratamento agressivo da quimioterapia”, afirma Arap.</p>
<p>E para evitar a recorrência do câncer, alguns procedimentos precisam ser tomados logo após a cirurgia, como a pesquisa do corpo inteiro. “Essa pesquisa faz uma espécie de imagem do paciente, através de iodo radioativo, como uma <strong>radioterapia</strong> de dentro para fora. É usada para os casos em que o câncer tenha saído da tireóide e espalhado pela região do pescoço. Com esse método, minamos qualquer resquício de câncer”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Novas tecnologias</strong></p>
<p>Hoje são propostos outros procedimentos para a retirada da tireóide, como por endoscopia ou através de uma pequena incisão atrás da orelha. O médico Sergio Arap pondera: “o corte feito para a retirada da glândula é pequeno, cerca de 3 cm, e essas  novas técnicas ainda não se mostraram tão seguras quanto a tradicional”.</p>
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		<title>Quando um exame pode causar câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 11:00:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
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		<category><![CDATA[diagnósticos de tumor]]></category>
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		<category><![CDATA[radiação]]></category>
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		<category><![CDATA[tomografia computadorizada]]></category>

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		<description><![CDATA[A emissão de radiação de alguns exames pode ser prejudicial para a saúde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/quando-um-exame-pode-causar-cancer/governo-do-estado/" rel="attachment wp-att-1105"><img class="aligncenter size-full wp-image-1105" title="Governo do Estado" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Exame-pode-causar-cancer.jpg" alt="" width="448" height="308" /></a></p>
<p>Existem diversos fatores que podem desencadear o <strong>desenvolvimento de um tumor</strong>, mas nenhum deles está mais intrinsecamente relacionado ao cotidiano da medicina que a exposição da radiação vinda de alguns exames como <strong>tomografia computadorizada</strong>, <strong>radiografia</strong>, <strong>mamografia</strong> e aqueles que usam a <strong>cintilografia</strong>. Alguns estudos norte-americanos apontam que 2% dos <strong>diagnósticos de tumor</strong> naquele país têm origem na tomografia computadorizada.</p>
<p>De acordo com <strong>Daniel Nóbrega da Costa</strong>, especialista em radiologia, do Centro de Diagnósticos do <strong>Hospital Sírio Libanês</strong>, não é qualquer tipo de <strong>radiação</strong> que deve ser considerada perigosa: “ preocupa, entre os diversos tipos de radiação, aquela que vem acompanhada de preocupação pelo seu <strong>potencial carcinogênico</strong> é a radiação ionizante” (a emitida nos exames mencionados acima).</p>
<p><strong>Faixa de segurança</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, não é qualquer exposição a essa radiação que vai levar ao desenvolvimento de um tumor. “Sabe-se que doses elevadas de <strong>radiação ionizante</strong> predispõem ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. No entanto, não existem limites específicos de segurança”, pondera o radiologista.</p>
<p>Mas em um ponto os especialistas concordam: é de extrema importância não criar um alarme desproporcional em torno desses exames, que em alguns casos são imprescindíveis e não podem deixar de ser realizados na investigação de possíveis problemas médicos relevantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Orientação médica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto não se sabe qual a dosagem segura para esses exames, o especialista aconselha que exames que emitam radiação ionizante, como é o caso da tomografia computadorizada, radiografia, mamografia e exames de cintilografia, sejam solicitados somente quando realmente necessário. “Esse cuidado deve ser redobrado em indivíduos jovens – em especial no grupo pediátrico – e gestantes”, ressalta Nóbrega da Costa.</p>
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		<title>Defesa vulnerável</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:00:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[hospital sirio libanes]]></category>
		<category><![CDATA[inca]]></category>
		<category><![CDATA[instituto nacional do câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[tumores malignos]]></category>

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		<description><![CDATA[Câncer, Linfomas, tumores malignos, sistema linfático, Instituto Nacional do Câncer, INCA, Hospital Sírio Libanês]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/defesa-vulneravel/defesa-vulneravel-4/" rel="attachment wp-att-1152"><img class="aligncenter size-full wp-image-1152" title="Defesa Vulneravel" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Defesa-Vulneravel.jpg" alt="" width="448" height="297" /></a></p>
<p>Se o sobrenome <strong>Hodgkin</strong> pode não soar muito familiar, com certeza o mesmo não acontece com o nome <strong>Gianecchini</strong>. O ator <strong>Reynaldo Gianecchini</strong>, que há algumas semanas anunciou para toda a imprensa que estava “<strong>pronto para a luta</strong>”, é mais um brasileiro a enfrentar um tipo não tão raro de <strong>câncer</strong>, chamado de <strong>linfoma de não-Hodgkin</strong>.</p>
<p><strong>Linfomas</strong> são <strong>tumores malignos</strong> que se originam nos gânglios e afetam células e outros órgãos do <strong>sistema linfático</strong>. A gravidade da doença está justamente por atingir esse sistema, que desempenha importante papel na imunidade e defesa do organismo e combate às infecções.</p>
<p><strong>Hodgkin e não-Hodgkin</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para entender melhor o linfoma que acomete o ator Gianecchini e que também atingiu a presidente <strong>Dilma Rousseff</strong> em 2009; é preciso conhecer a classificação entre essas neoplasias, que se dividem em <strong>linfoma de Hodgkin</strong> e as demais, ou linfoma de não-Hodgkin.</p>
<p>De acordo com o <strong>Instituto Nacional do Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), o linfoma de não-Hodgkin é o mais comum, responsável por 90% dos casos. Ambos os tipos de linfoma possuem diversas subdivisões, conforme o estágio em que se encontra e tipo de linfócito que é afetado.</p>
<p>“A caracterização do linfoma de Hodgkin e não-Hodgkin é feita pela patologia. O linfoma de Hodgkin é originado do linfócito B e possui um tipo de célula chamada célula de Reed Sternberg. O linfoma não-Hodgkin pode ter origem nos linfócitos B, T e NK”, explica a coordenadora da onco-hematologia do <strong>Hospital Sírio Libanês</strong>, Yana Novis.</p>
<p><strong>Tratamento e chances de cura</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os especialistas têm se demonstrado otimistas com o avanço da medicina para a cura de linfomas. Yana Novis vê nos anticorpos monoclonais o maior avanço no tratamento de linfomas. “O mais comumente usado é o <strong>Rituximab</strong>. Esta droga é um anticorpo que ataca uma proteína na superfície das células dos linfomas B. As chances de cura para a maioria dos linfomas é sempre muito boa. Os linfomas considerados agressivos têm uma maior chance de cura quando comparamos aos linfomas indolentes”, afirma.</p>
<p>Já no caso de linfomas indolentes, quando não há uma boa resposta aos anticorpos, uma boa indicação é o transplante de medula óssea, que devolveu a vida à atriz Drica Morais este ano, que padecia de leucemia.</p>
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		<title>Vacina universal</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/vacina-universal/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 11:00:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza A.]]></category>
		<category><![CDATA[superanticorpo]]></category>

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		<description><![CDATA[Superanticorpo se mostrou eficiente contra todas as cepas de Influenza A]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1110" title="Vacina Universal" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/09/Vacina-Universal-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /><br />
Reportagem publicada no <strong>jornal <em>Independent</em></strong> informou que cientistas britânicos e suíços desenvolveram um<strong> superanticorpo</strong> contra a <strong>Influenza A</strong>. Segundo a matéria, o anticorpo pode ser usado como tratamento e assegurar o caminho para o desenvolvimento de uma <strong>vacina universal </strong>contra a doença que afeta bilhões de pessoas todos os anos.</p>
<p>Caso dê certo, o tratamento poderá salvar vidas, reduzir a pressão sobre unidades de tratamento intensivo durante epidemias e gerar economiza do dinheiro público destinado à saúde. Essa é a primeira vez que um único anticorpo se mostrou eficiente contra todas as <strong>cepas de Influenza A</strong>, o tipo mais comum e responsável por pandemias globais.</p>
<p><strong>Anticorpos são a chave</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cientistas do <strong>Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido</strong> (MRC, na sigla em inglês) trabalhando com pesquisadores suíços descobriram que o <strong>anticorpo F16</strong> era eficiente na prevenção e tratamento da gripe em camundongos e furões. Para <strong>Antonio Lanzavecchia</strong>, pesquisador do estudo publicado no <strong>site <em>Science Express</em></strong> afirma que o anticorpo trabalharia muito bem em humanos. “Outras abordagens para desenvolver uma vacina universal que não use anticorpos são improváveis. Os anticorpos são a chave”, afirmou.</p>
<p><strong>John Skehel</strong>, do MRC, é categórico e garante que o anticorpo também poderia ser usado como um tratamento associado ao<strong> Tamiflu</strong>, medicamento que minimiza a gravidade da gripe. Para ele, o tratamento seria reservado para pacientes hospitalizados, mas poderia salvar vidas e reduzir a demanda por tratamentos intensivos.</p>
<p>“O problema com o Tamiflu é que você pode pegar resistência. Agora, se você usá-los juntos, pode reduzir a resistência”, acredita Skehel. O pesquisador ainda declarou que o anticorpo descoberto proporcionou uma enorme vantagem em termos de desenvolvimento de uma <strong>vacina universal contra a Influenza A</strong>, pois foi possível identificar o local no vírus onde o anticorpo está ligado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hepatites virais</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/hepatites-virais/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:00:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de fígado]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[organização mundial da saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa revela mudanças no padrão de ocorrências das doenças]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior pesquisa sobre <strong>hepatites virais</strong> já realizada na América Latina revela mudanças no padrão de ocorrência dessas doenças no Brasil. Foi percebido redução das infecções dos tipos A, B e C, entre os anos de 1999 e 2010. Os dados do <strong>Inquérito Nacional de Hepatites Virais</strong>, elaborado pelo <strong>Ministério da Saúde</strong> (<strong>MS</strong>), mostram que, nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o percentual da população que tem ou já teve hepatite (prevalência) foi de 39,5% para o tipo A, de 0,37% para o vírus B e de 1,38% para o tipo C.</p>
<p>De acordo com critérios da <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> (<strong>OMS</strong>), a frequência de casos encontrados das <strong>hepatites B e C</strong> é considerada baixa no Brasil. No caso da <strong>hepatite A</strong>, varia entre intermediária e baixa. Para o ministro da Saúde, <strong>Alexandre Padilha</strong>, os números encontrados no novo estudo são reflexos claros da melhoria das condições sanitárias, no caso da hepatite A, e do impacto da vacinação contra <strong>hepatite B</strong>.</p>
<p><strong>A pesquisa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Mais de 26 mil pessoas participaram da pesquisa sendo que 6.468 fizeram teste para hepatite A e 19.634 realizaram exames para detectar os vírus B e C. A população habitante no conjunto das capitais representa 23,8% da população total do país, ou seja, mais de 45 milhões de habitantes. O estudo é um retrato por aproximação dos números de casos das hepatites virais no Brasil.</p>
<p>Se o padrão observado nas capitais e no DF for considerado para todo o Brasil, a estimativa de prevalência para a população geral é de 20,5 milhões de pessoas que já tiveram, em algum momento de sua vida, infecção pelo vírus da hepatite A, 800 mil pelo tipo B e 1,5 milhão pelo vírus da <strong>hepatite C</strong>. Para o vírus tipo A, participaram do inquérito pessoas de 5 a 19 anos, faixa etária em que a prevalência permite realizar inferências sobre o padrão de ocorrência da doença. No caso dos vírus B e C, participaram indivíduos de 10 a 69 anos.</p>
<p><strong>Serviço eletrônico avisa aos jovens quando devem se vacinar</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Desde o início do mês, está disponível um serviço eletrônico que avisa os jovens de todo o país sobre o momento correto para se vacinarem contra a hepatite B. De acordo com o Ministério da Saúde, basta os interessados se cadastrarem no endereço eletrônico  <a href="file://voggtwk/VOGG/VOGG/Clientes/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary%20Internet%20Files/Content.Outlook/ZY9AXAEN/www.hepatitesvirais.com.br">www.hepatitesvirais.com.br</a> para receber e-mails informando as datas de cada dose. Os testes para a detecção da doença estão disponíveis no <strong>Sistema Único de Saúde</strong> (<strong>SUS</strong>), e podem prevenir complicações como <strong>cirrose</strong> ou <strong>câncer de fígado</strong>.</p>
<p><strong>A quem se destina a vacina?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O SUS disponibiliza gratuitamente vacina contra a hepatite B em qualquer posto de saúde para quem tiver até 24 anos, 11 meses e 29 dias. Há previsão dessa faixa será ampliada para até 29 anos em 2012. E, ainda, para quem pertencer ao grupo de maior vulnerabilidade como gestantes, trabalhadores da saúde, bombeiros, policiais, manicures, populações indígenas, doadores de sangue, gays, lésbicas, travestis e transexuais, profissionais do sexo, usuários de drogas e portadores de DST.</p>
<p>A imunização é realizada em três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.</p>
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		<title>Radiação do celular preocupa cientistas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 11:00:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[gliomas.]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Albert Einstein.]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[organização mundial de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tumor encefálico maligno]]></category>

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		<description><![CDATA[Alerta emitido pela OMS sinaliza para possível aumento de casos de câncer cerebral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Organização Mundial de Saúde</strong> (<strong>OMS</strong>) soltou um alerta no dia 31 de maio de 2011 informando que o uso de celular pode causar <strong>câncer</strong>. O anúncio da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, na sigla em inglês), braço da entidade, classificou a radiação emitida pela antena do telefone celular como possivelmente cancerígena para humanos, o mesmo grupo de perigo em que gases emitidos por automóveis, chumbo e clorofórmio estão incluídos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Aumento de tumores </strong></p>
<p>O estudo que motivou o anúncio relaciona o uso do celular ao aumento de tumores malignos e benignos no cérebro. Segundo a pesquisa, quem usou o aparelho por 30 minutos por dia durante 10 anos, apresentou 40% mais chances de desenvolver <strong>gliomas</strong>, <strong>tumor encefálico maligno</strong> e considerado agressivo. Vale ressaltar que a divulgação foi realizada com uma ressalva, os resultados não são definitivos. Segundo os estudiosos, ainda não há nenhum caso de câncer comprovadamente causado por celular e faltam estudos epidemiológicos para comprovar a ligação da doença com o uso do aparelho.</p>
<p><strong>Nível de radiação</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No Brasil, quem determina e fiscaliza os níveis de exposição a campos eletromagnéticos é a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). É ela que define tanto a radiação máxima que um celular pode emitir quanto o valor máximo de campo eletromagnético que um conjunto de antenas pode gerar em área habitada.</p>
<p>Os valores adotados pela Anatel são os mesmos definidos pela Comissão <strong>Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes</strong> (Icnirp), e, ainda, indicados pela OMS. Segundo especialistas em regulação da agência, todos os pontos de medição do país estão com os níveis de campo elétrico abaixo dos recomendados pela legislação. A questão levantada pela OMS é se esses padrões são de fato seguros.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, entrevistamos o oncologista clínico do <strong>Hospital Israelita Albert Einstein</strong>, <strong>O</strong><strong>ren Smaletz</strong>. Confira abaixo:<strong> </strong></p>
<p><strong>O alerta da OMS é definitivo?</strong></p>
<p>Os estudos ainda são contraditórios mesmo com o alerta da Organização Mundial de Saúde. Algumas pesquisas falavam em aumento de incidência de <strong>câncer cerebral</strong> devido ao uso de celulares. O alerta sugere uma realidade, mas ainda há contradições nas pesquisas.</p>
<p><strong>Quais cuidados as pessoas podem ter diante do aviso?</strong></p>
<p>São mudanças de hábitos que podem colaborar com a saúde. Mudar o lado que se fala ao celular, ou seja, não falar sempre do mesmo lado. Usar aparelhos que tenham antena externa e fazer uso de fone de ouvido <em>bluetooth</em> são medidas que me parecem positivas.</p>
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		<title>Estudo analisa cuidados pré-natais em hipertensas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão durante a gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais causas de morte entre as gestantes no Brasil são as síndromes hipertensivas. A causa da hipertensão durante a gravidez ainda não é conhecida, mas os fatores de risco, segundo Marcelo Vettore, doutor em Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e médico do Hospital dos Servidores do Estado do Rio Janeiro, são: Grávidas jovens; 1ª gravidez; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong> </strong></p>
<p>Uma das principais causas de morte entre as gestantes no Brasil são as<strong> síndromes</strong> <strong>hipertensivas</strong>. A causa da <strong>hipertensão durante a gravidez</strong> ainda não é conhecida, mas os fatores de risco, segundo <strong>Marcelo Vettore</strong>, doutor em Saúde Pública (ENSP/<strong>Fiocruz</strong>) e médico do Hospital dos Servidores do Estado do Rio Janeiro, são:</p>
<ul>
<li>Grávidas jovens;</li>
<li>1ª gravidez;</li>
<li>Histórico de hipertensão na família; e</li>
<li>Gestação em mulheres com mais de 35 anos.</li>
</ul>
<p>A cobertura de assistência pré-natal no Brasil é considerada pelas autoridades de saúde como satisfatória, mas o incômodo gerado pelo alto <strong>índice de mortalidade</strong> entre as gestantes em decorrência das síndromes hipertensivas é real e foi tal fato que levou pesquisadores da <strong>Escola Nacional da Saúde Pública </strong>e do <strong>Instituto Fernandes Figueira</strong> (ambos da <strong>Fundação Oswaldo Cruz</strong>) avaliarem os fatores associados ao manejo adequado do <strong>pré-natal em hipertensas</strong>.</p>
<p><strong>Universo pesquisado</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Foram consultadas 1.974 grávidas (9,6% hipertensas) usuárias da rede do <strong>Sistema Único de Saúde</strong> (<strong>SUS</strong>) do Rio de Janeiro. A adequação do pré-natal foi de 79%, mas apenas 27% das hipertensas tiveram manejo da pressão arterial considerado ideal.</p>
<p>Vettore, um dos pesquisadores do estudo, explica que o foco da pesquisa foi observar a qualidade do pré-natal e relacioná-lo à hipertensão. Foram avaliados três pontos. “Observamos o profissional em si. Se o seu papel está sendo exercido de maneira satisfatória, se as <strong>orientações às gestantes</strong> que têm hipertensão estão corretas e claras e, ainda se o manejo da pressão arterial está correto”. Outro item analisado, segundo o pesquisador, foi o serviço da saúde, como, por exemplo, a <strong>disponibilidade da medicação</strong>. E o terceiro ponto estudado foi o <strong>comportamento das gestantes</strong>.</p>
<p>No que se refere ao diálogo com as pacientes, embora a maioria dos profissionais de saúde tenha alertado sobre a elevada pressão arterial, quase um terço das gestantes não obteve esclarecimentos sobre os riscos que a doença acarreta na gravidez.</p>
<p>&#8220;Este dado revela a dificuldade dos profissionais de saúde em conversar com as pacientes, como, por exemplo, orientações sobre planejamento reprodutivo para mulheres hipertensas&#8221;, esclarecem os pesquisadores em artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz. Para os estudiosos, esta deveria ser uma preocupação do pré-natalista evitando um nova gravidez de risco.</p>
<p><strong>Dados </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os resultados apontaram que, entre as hipertensas, a proporção de gestantes com mais de 34 anos foi três vezes maior do que as de baixo risco e a frequência de multíparas entre elas foi o dobro da encontrada no segundo grupo. Além disso, 23% das hipertensas foram classificadas como crônicas. Já a frequência de obesidade foi quase quatro vezes maior entre as hipertensas. &#8220;A necessidade de repouso foi mencionada por 66% das gestantes hipertensas e os cuidados com a alimentação, por 76%&#8221;, afirmam os estudiosos.<br />
Os dados ainda indicaram que, no que se trata de avaliações no pré-natal, a anotação do <strong>fundo uterino</strong> foi menor nas <strong>gestantes hipertensas</strong>. Os pesquisadores esperavam que o registro fosse encontrado na quase totalidade dos cartões por ser rotina da consulta pré-natal, ou que houvesse predomínio de registro no grupo das hipertensa, mas foi verificado justamente o contrário.</p>
<p>&#8220;Sabe-se que a verificação do fundo uterino após a vigésima semana é um método importante no acompanhamento do crescimento fetal, e que as síndromes hipertensivas são causa importante de restrição de crescimento intrauterino&#8221;, explicam os pesquisadores.</p>
<p>Vettore ressalta que a medicação para o tratamento da <strong>hipertensão arterial</strong> não estava disponível para um terço das pacientes nos serviços de saúde. O pesquisador também comenta que 90% das gestantes seguiram as orientações médicas, estão interessadas em cuidar da saúde. “As gestantes fazem sua parte. O que considero mais interessante do trabalho e inovador no artigo é voltamos as nossas atenções para a questão da qualidade”, afirma.</p>
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		<title>25% dos operados com câncer têm menos de 50 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 11:00:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgias oncológicas]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes oncológicos]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo foi realizado com 12,8 mil pacientes da unidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo <strong>Instituto do Câncer do Estado de São Paulo</strong> (<strong>Icesp</strong>), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da <strong>Universidade de São Paulo</strong> (<strong>USP</strong>), apontou que 25% dos <strong>pacientes oncológicos</strong> operados na unidade têm menos de 50 anos. O estudo mostra ainda que, do total de <strong>cirurgias oncológicas</strong>, a maioria é realizada em mulheres, somando 51,5%. Na análise exclusiva dos que tem até 49 anos, o público feminino também é maioria, representando 64% dos casos.</p>
<p><strong>Jovens também são atingidos pelo câncer</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O estudo mostra ainda que 30% dos pacientes submetidos a uma <strong>cirurgia de câncer</strong> têm mais de 70 anos; 27% têm entre 60 e 69 anos; e 24% têm entre 50 e 59 anos. Considerados jovens, os pacientes com menos de 50 anos somam 25% de todos os operados. A maior parte deles está concentrada na faixa etária de 40 a 49 anos (14%), seguida por aqueles que têm entre 30 e 39 anos (6%). Pacientes com idade entre 20 e 29 anos correspondem a 4% dos que foram submetidos à cirurgia e os que têm até 19 anos representam 2% dos operados.</p>
<p>“Esse levantamento mostra claramente que a ideia de que o <strong>câncer</strong> afeta somente os pacientes mais velhos está errada. É um número expressivo e por isso é sempre muito importante que as pessoas, independente da idade, façam os exames de rotina regularmente e procurem o médico de sua confiança sempre que notarem alguma anormalidade com a saúde”, alerta o oncologista e diretor geral do Icesp, <strong>Paulo Hoff</strong>.</p>
<p><strong>Urologia atinge 28% de utilização</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>De acordo com o levantamento, a principal especialidade cirúrgica utilizada é a urologia, responsável por 28% de todos os procedimentos realizados. Em seguida, estão: especialidades de cabeça e pescoço (11%), aparelho digestivo (8,5%), ginecologia (8,5%), mastologia (7%), torácica (5%) e ortopédica (2%). Além disso, cirurgias plásticas reparadoras são responsáveis por 8% dos procedimentos cirúrgicos.</p>
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