Uma equipe de cientistas da Universidade de Manchester, na Grã Bretanha, e da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos identificou as células que atuam no relógio biológico.
Chamada per1, essa célula se manifesta na forma de um gene e encontra-se no núcleo supraquiasmático, situado sobre o céu da boca e já conhecido por ser o responsável por regular o relógio biológico.
Para os pesquisadores, a descoberta deve levar a uma nova avaliação sobre a atividade elétrica no sistema circadiano. O objetivo do estudo é contribuir com a fabricação de novos remédios que possam regular o sistema circadiano e permitir que as pessoas se recuperem mais rapidamente de viagens longas com diferença de fuso horário, por exemplo. Além disso, pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos contra doenças afetadas pelo relógio biológico, como câncer e Alzheimer.
O estudo foi publicado na revista Science.
