<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Tratamento</title>
	<atom:link href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/category/tratamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog</link>
	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Dec 2011 17:53:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Convivendo com a alergia</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/convivendo-com-a-alergia/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/convivendo-com-a-alergia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[ácaros da poeira]]></category>
		<category><![CDATA[alérgico]]></category>
		<category><![CDATA[alergologista]]></category>
		<category><![CDATA[ASBAI]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[choque anafilático]]></category>
		<category><![CDATA[depressão relacionados à alergia]]></category>
		<category><![CDATA[epinefrina auto injetável]]></category>
		<category><![CDATA[Epipen]]></category>
		<category><![CDATA[ingestão acidental]]></category>
		<category><![CDATA[João Negreiros Tebyriçá]]></category>
		<category><![CDATA[Medicsupply]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[reação alérgica]]></category>
		<category><![CDATA[restrições alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[via de entrada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=978</guid>
		<description><![CDATA[Espirros, nariz vermelho, coriza, pruridos, restrições alimentares. A vida de um alérgico não é nada fácil. “O indivíduo dorme mal, espirra, tosse e tudo isso acaba afetando a sua qualidade de vida, inclusive com casos de depressão relacionados à alergia”, relata João Negreiros Tebyriçá, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI Nacional). Portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espirros, nariz vermelho, coriza, pruridos, <strong>restrições alimentares</strong>. A vida de um <strong>alérgico</strong> não é nada fácil. “O indivíduo dorme mal, espirra, tosse e tudo isso acaba afetando a sua qualidade de vida, inclusive com casos de <strong>depressão relacionados à alergia</strong>”, relata <strong>João Negreiros Tebyriçá</strong>, presidente da <strong>Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia </strong>(<strong>ASBAI</strong> Nacional). Portanto, conviver com a alergia requer um certo equilíbrio.</p>
<p>Enquanto algumas substâncias podem ser completamente evitadas, outras estão presentes em todos os ambientes. “Você pode passar a vida sem comer camarão e evitar o problema, por exemplo, e isso não afeta a sua <strong>qualidade de vida</strong>. Mas existem substâncias que estão presentes em todos os ambientes, como os <strong>ácaros da poeira</strong> e pelos de animais”, explica Tebyriçá. Para esses casos, a indicação é o tratamento com vacinas que aumentam a tolerância do indivíduo a essas substâncias. Ele continua alérgico a elas, mas as reações não são tão severas, o que melhora a sua qualidade de vida.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Alergia e reação alérgica</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Embora alergia e <strong>reação alérgica</strong> estejam intimamente ligadas, o fato de um indivíduo ser alérgico nem sempre indica que ele passou por um processo de reação alérgica – e é a reação alérgica que atrapalha seu estilo de vida. “Alergia é a possibilidade da pessoa desenvolver reações alérgicas. Reação é a manifestação da alergia. Uma pessoa pode ter alergia a pelo de gato mas nunca ter desenvolvido reação alérgica porque não teve contato intenso com a substância”, explica Tebyriçá.</p>
<p><strong>Reações fatais</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A intensidade das reações alérgicas varia conforme o indivíduo, o grau de exposição à substância que causa alergia e a <strong>via de entrada</strong>. “A reação por algo que entra em contato via derme é diferente de algo que entra no organismo via oral ou via injetável”, explica o <strong>alergologista</strong>.</p>
<p>Um dos maiores perigos de quem convive com alergia é sofrer <strong>choque anafilático</strong> – causado por um contato intenso com a substância que causa alergia. Pois o choque, se não for tratado imediatamente, pode levar à morte.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/convivendo-com-a-alergia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quando buscar um geriatra</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/quando-buscar-um-geriatra/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/quando-buscar-um-geriatra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2011 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relato]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[acúmulo de doenças]]></category>
		<category><![CDATA[aumento na expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[check up]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a saúde]]></category>
		<category><![CDATA[depressao]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto do Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[faixa etária]]></category>
		<category><![CDATA[geriatra]]></category>
		<category><![CDATA[infarto]]></category>
		<category><![CDATA[lesão ocular]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[organização mundial da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pressao alta]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sbgg]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapeutas ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=961</guid>
		<description><![CDATA[Com o aumento na expectativa de vida mundial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já prevê que por volta de 2025 existam mais idosos que crianças no planeta. Mas para poder desfrutar da terceira idade em toda a sua plenitude é preciso estar atento aos cuidados com a saúde. Um deles envolve planejar como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o <strong>aumento na expectativa de vida</strong> mundial, a <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> (<strong>OMS</strong>) já prevê que por volta de 2025 existam mais idosos que crianças no planeta. Mas para poder desfrutar da <strong>terceira idade</strong> em toda a sua plenitude é preciso estar atento aos <strong>cuidados com a saúde</strong>. Um deles envolve planejar como se vai chegar lá, que assistência recorrer nessa época da vida, ou quando buscar ajuda especializada de um <strong>geriatra</strong>. No entanto, muitas pessoas ainda não sabem quando é o momento correto de procurar um profissional específico para essa <strong>faixa etária</strong>, que cuide do paciente de forma global.</p>
<p>De acordo com a geriatra e presidente da <strong>Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia </strong>(<strong>SBGG</strong>), <strong>Silvia Pereira</strong>, pode-se adotar o parâmetro da OMS que considera como idoso a pessoa com mais de 60 anos – e é o que afirma também o <strong>Estatuto do Idoso </strong>brasileiro. “Mas esse número serve apenas de orientação. O principal paciente que procura um geriatra é aquele que tem <strong>acúmulo de doenças</strong> e isso interfere no seu dia a dia. Pode inclusive ser alguém com 45 anos, mas que já teve <strong>AVC</strong>, pressão alta, diabetes”, afirma a geriatra.</p>
<p>Também há o paciente que busca o geriatra por <strong>prevenção</strong>, buscando aconselhamento sobre as doenças podem vir a acometer essa fase da vida, como <strong>diabetes, depressão, pressão alta, câncer de mama, infarto </strong>entre outras. “Para os pacientes que estão saudáveis, recomendamos fazer um <em>check up</em> ao ano. Já quem busca um geriatra e apresenta algum distúrbio de saúde, esse <strong><em>check up</em></strong> precisa ser mais constante”, afirma Silvia.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Papel do geriatra</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ao contrário dos especialistas, que estudam um determinado órgão ou parte do corpo, o geriatra conhece o corpo de uma forma geral e se dedica a estudar o <strong>envelhecimento</strong>: “O geriatra analisa o paciente em todo o seu conjunto, observa as doenças em relação ao indivíduo e seu processo de envelhecimento, trabalhando inclusive com equipes multidisciplinares, como <strong>terapeutas ocupacionais</strong>, fisioterapeutas e até arquitetos contratados para projetar um ambiente mais adequado para o paciente”, afirma Silvia.</p>
<p><strong>Cuidados</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Com o passar do tempo, os cuidados pessoais precisam ser redobrados. “Não basta apenas um exame de vista rotineiro para saber se o grau dos óculos aumentou, é preciso checar se não há alguma <strong>lesão ocular</strong>, fazer provas auditivas, andar com sapatos adequados e até sapatilhas quando for o caso”, afirma a presidente da SBGG. Aliás, cuidados com os pés e os calçados são fundamentais. Qualquer dor nos pés pode se tornar um incômodo, que leva a pessoa a não querer caminhar, não se movimentando, levando uma atrofia muscular “perigosíssima nessa idade”, complementa a médica.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/quando-buscar-um-geriatra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O suco de romã contra o câncer de próstata</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/o-suco-de-roma-contra-o-cancer-de-prostata/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/o-suco-de-roma-contra-o-cancer-de-prostata/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 11:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[antígeno prostático]]></category>
		<category><![CDATA[células tratadas com o suco de romã]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de urologia da universidade de medicina  do arizona]]></category>
		<category><![CDATA[erik  castle]]></category>
		<category><![CDATA[metástase do câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[o crescimento das células cancerosas]]></category>
		<category><![CDATA[psa]]></category>
		<category><![CDATA[suco de romã]]></category>
		<category><![CDATA[suco de romã em células de câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>
		<category><![CDATA[universidade riverside]]></category>
		<category><![CDATA[urologista chefe da equipe da clínica mayo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=926</guid>
		<description><![CDATA[Em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, foram identificados componentes no suco de romã que podem inibir o crescimento das células cancerosas e a metástase do câncer de próstata. Neste estudo, a duração e o tempo que o antígeno prostático (PSA) levou para dobrar de tamanho após cirurgia ou radioterapia foi significativamente maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em um estudo realizado por pesquisadores da <strong>Universidade Riverside</strong>, da Califórnia, foram identificados componentes no suco de romã que podem inibir <strong>o crescimento das células cancerosas</strong> e a <strong>metástase do câncer de próstata</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste estudo, a duração e o tempo que o <strong>antígeno prostático (PSA</strong>) levou para dobrar de tamanho após cirurgia ou radioterapia foi significativamente maior em homens que beberam cerca de 240 ml de <strong>suco de romã</strong> diariamente no período de dois anos. Esses testes indicam que certos compostos presentes no suco de romã inibiam o crescimento de células cancerosas da próstata em laboratório. A descoberta, pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o câncer de próstata reaparecer após tratamentos de cirurgia ou radiação, o passo seguinte é a supressão do hormônio masculino, a <strong>testosterona</strong>, a partir de um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, que necessitam do hormônio para se desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum também que com o tempo a doença desenvolva formas de resistência ao tratamento e se transforme em um câncer muito mais agressivo, ou seja, sua metástase passe a atacar a medula óssea, os pulmões e os nódulos linfáticos, o que geralmente resulta na morte do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Suco de romã</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores do laboratório americano da Universidade Riverside aplicaram o <strong>suco de romã em células de câncer de próstata</strong> cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona &#8211; quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa, maior é a sua tendência à metástase.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles então descobriram que as <strong>células tratadas com o suco de romã</strong> que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam e também queda na movimentação dessas células.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia da pesquisa é que depois de identificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã, esses podem ter melhoradas as suas funções para fazer com que sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cautela</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Erik  Castle</strong>, médico <strong>urologista chefe da equipe da Clínica Mayo</strong> no estado norte-americano do Arizona, e professor associado ao <strong>Departamento de Urologia da Universidade de Medicina  do Arizona</strong> alerta: “Mesmo que algumas pesquisas possam sugerir que beber suco de romã pode retardar a progressão do câncer de próstata, ainda faltam dados. Embora estes resultados sejam bastante animadores, eles são apenas resultados preliminares. Serão necessários ainda testes clínicos e é um pouco cedo para afirmar que o suco de romã pode retardar o crescimento do câncer de próstata”.</p>
<p style="text-align: justify;">Castle finaliza: “Antes de beber o suco de romã, é melhor conversar com um médico primeiro. Apesar do suco de romã ser bastante seguro, há evidências de que ele pode afetar o metabolismo de vários medicamentos de prescrição usados para tratar a pressão alta e colesterol”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/o-suco-de-roma-contra-o-cancer-de-prostata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo confirma propriedades curativas da sucupira</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/estudo-confirma-propriedades-curativas-da-sucupira/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/estudo-confirma-propriedades-curativas-da-sucupira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 11:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[6alfa-acetóxi-7beta-hidroxi-vouacapano]]></category>
		<category><![CDATA[analgésica]]></category>
		<category><![CDATA[analgésico fitoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[anti-inflamatória]]></category>
		<category><![CDATA[anticâncer]]></category>
		<category><![CDATA[antirreumática]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[centro pluridisciplinar de pesquisas químicas]]></category>
		<category><![CDATA[cpqba]]></category>
		<category><![CDATA[efeito antitumoral]]></category>
		<category><![CDATA[geranilgeraniol]]></category>
		<category><![CDATA[goiás]]></category>
		<category><![CDATA[humberto moreira spíndola]]></category>
		<category><![CDATA[mary ann foglio]]></category>
		<category><![CDATA[mato grosso do sul]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>
		<category><![CDATA[sao paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sucupira]]></category>
		<category><![CDATA[unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[universidade estadual de campinas]]></category>
		<category><![CDATA[vouacapano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=904</guid>
		<description><![CDATA[A sucupira é uma fonte de remédios contra o câncer. Em 2008, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) já tinham detectado que a substância 6alfa-acetóxi-7beta-hidroxi-vouacapano, presente nas sementes da planta, era capaz de inibir o crescimento de células de câncer de próstata. A novidade vem da mesma universidade: o farmacêutico Humberto Moreira Spíndola, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>sucupira</strong> é uma fonte de remédios contra o <strong>câncer.</strong> Em 2008, pesquisadores da <strong>Universidade Estadual de Campinas</strong> (<strong>Unicamp</strong>) já tinham detectado que a substância <strong>6alfa-acetóxi-7beta-hidroxi-vouacapano</strong>, presente nas sementes da planta, era capaz de inibir o crescimento de células de <strong>câncer de próstata</strong>. A novidade vem da mesma universidade: o farmacêutico <strong>Humberto Moreira Spíndola</strong>, do <strong>Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas</strong>, <strong>Biológicas e Agrícolas</strong> (<strong>CPQBA</strong>) da Unicamp descobriu na sucupira outros dois compostos com <strong>efeito antitumoral</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da pesquisa de Spíndola foram identificadas as substâncias <strong>vouacapano</strong> e <strong>geranilgeraniol</strong>, que apresentam efeitos analgésicos e <strong>anticâncer</strong>. Os primeiros resultados foram avaliados em estudos com roedores – apesar de estar apenas em seu estado inicial a pesquisa sinaliza a possibilidade de um novo <strong>analgésico fitoterápico</strong>, com alta eficácia e poucos efeitos colaterais. &#8220;Interessa-nos encontrar substâncias que, além da atividade analgésica, tenham menos efeitos adversos&#8221;, expõe <strong>Mary Ann Foglio</strong>, coordenadora das pesquisas no CPQBA.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caminho para um novo medicamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para produzir um novo medicamento ainda é necessário que a pesquisa de Spíndola passe por três fases. A primeira é comprovar se a substância é eficaz – agora o pesquisador tenta esclarecer como ela funciona. Depois disso, será preciso garantir a reprodutibilidade do produto. E, por fim, analisar sua toxicidade: determinar posologia e efeitos colaterais do composto, garantindo a segurança do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para obter o registro de um produto é preciso garantir sua eficácia, que está relacionada à funcionalidade; sua segurança, que está afeita à ausência de toxidade e à dose correta em que deve ser aplicado; e sua padronização, que exige uma certa uniformidade da matéria-prima vegetal utilizada” afirma Mary em entrevista cedida ao Jornal da Unicamp.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sucupira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma árvore alta, que atinge cerca de 40 metros e encontrada nos estados de <strong>Minas Gerais</strong>, <strong>Goiás</strong>, <strong>São Paulo</strong> e <strong>Mato Grosso do Sul</strong>. Essa é a sucupira, cujas sementes são facilmente encontradas em mercados de plantas. Vários livros de medicina popular atribuem à sucupira ação <strong>anti-inflamatória</strong>, <strong>analgésica</strong> e <strong>antirreumática</strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/estudo-confirma-propriedades-curativas-da-sucupira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cenas da natureza reduzem dor em pacientes com câncer</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cenas-da-natureza-reduzem-dor-em-pacientes-com-cancer/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cenas-da-natureza-reduzem-dor-em-pacientes-com-cancer/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 11:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[biópsias]]></category>
		<category><![CDATA[diminuir a dor]]></category>
		<category><![CDATA[escala hopkins pain rating]]></category>
		<category><![CDATA[mielogramas]]></category>
		<category><![CDATA[noah lechtzin]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes com cancer]]></category>
		<category><![CDATA[procedimentos invasivos]]></category>
		<category><![CDATA[punções]]></category>
		<category><![CDATA[tornar os exames invasivos mais agradáveis]]></category>
		<category><![CDATA[universidade de baltimore]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=857</guid>
		<description><![CDATA[Pacientes com câncer são submetidos a vários procedimentos invasivos, como punções e biópsias. São exames dolorosos, feitos apenas com anestesia local, geralmente, com a inserção de uma grande agulha dentro do osso do paciente. Pesquisadores da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, fizeram testes para encontrar formas de aliviar o desconforto nos pacientes submetidos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pacientes com câncer são submetidos a vários <strong>procedimentos invasivos</strong>, como <strong>punções</strong> e <strong>biópsias</strong>. São exames dolorosos, feitos apenas com anestesia local, geralmente, com a inserção de uma grande agulha dentro do osso do paciente. Pesquisadores da <strong>Universidade de Baltimore</strong>, nos Estados Unidos, fizeram testes para encontrar formas de aliviar o desconforto nos pacientes submetidos a <strong>mielogramas</strong>, que podem durar mais de dez minutos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Noah Lechtzin</strong>, coordenador do estudo e professor do departamento de medicina da Universidade de Baltimore, conta que o objetivo era <strong>tornar os exames invasivos mais agradáveis</strong>. A pesquisa consistia em dois grupos de pacientes: um deles observou cenas da natureza, acompanhadas por sons de pássaros cantando; e o outro grupo foi submetido a cenas da cidade com seus barulhos característicos durante a execução de um mielograma.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores mediram o nível de dor e desconforto dos grupos de pacientes e constataram diferenças significativas. Os pacientes que visualizaram imagens da cidade apresentaram dores no nível 5,7 na <strong>escala Hopkins Pain Rating</strong> – o mesmo índice alcançado por quem foi submetido ao procedimento sem observar nenhuma imagem. Já aqueles que assistiram cenas da natureza apresentaram níveis 3,9 de dor. De acordo com os pesquisadores, esses níveis comprovam que a diminuição da dor não é uma questão apenas de distrair o paciente durante o exame.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é mostrar imagens relaxantes, como água corrente e sons de aves cantando. Lechtzin afirma que imagens que possam representar perigo, como pedras que possam esconder animais venenosos, têm efeito contrário: podem aumentar a inquietação e o desconforto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cenas-da-natureza-reduzem-dor-em-pacientes-com-cancer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Receita chinesa de ervas combate os efeitos da quimioterapia</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/receita-chinesa-de-ervas-combate-os-efeitos-da-quimioterapia/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/receita-chinesa-de-ervas-combate-os-efeitos-da-quimioterapia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[alcaçuz]]></category>
		<category><![CDATA[combinação chinesa de ervas]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais da quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais gastrointestinais]]></category>
		<category><![CDATA[espinheiro cervical]]></category>
		<category><![CDATA[huang qin tang]]></category>
		<category><![CDATA[inflamações]]></category>
		<category><![CDATA[medicina ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[peônia]]></category>
		<category><![CDATA[phy-906]]></category>
		<category><![CDATA[quimoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[science translational medicine]]></category>
		<category><![CDATA[scutellaria]]></category>
		<category><![CDATA[universidade yale]]></category>
		<category><![CDATA[yung-chi cheng]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=777</guid>
		<description><![CDATA[Por mais que tenha avançado nos últimos anos, a medicina ocidental constantemente recorre a práticas orientais para realizar novas pesquisas, capazes de trazer inovações na bibliografia médica existente. Recentemente, foi a vez de uma combinação chinesa de ervas, que se mostrou eficaz para amenizar os efeitos colaterais da quimioterapia, tratamento mais conhecido para alguns tipos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por mais que tenha avançado nos últimos anos, a <strong>medicina ocidental</strong> constantemente recorre a práticas orientais para realizar novas pesquisas, capazes de trazer inovações na bibliografia médica existente. Recentemente, foi a vez de uma <strong>combinação chinesa de ervas</strong>, que se mostrou eficaz para amenizar os <strong>efeitos colaterais da quimioterapia</strong>, tratamento mais conhecido para alguns tipos de <strong>câncer</strong>, reconhecidamente desconfortável para os pacientes. A pesquisa, conduzida por cientistas da <strong>Universidade Yale</strong>, nos Estados Unidos, e publicada no periódico <strong><em>Science Translational Medicine</em></strong>, analisou o efeito da receita – que tem 1.800 anos de uso – em camundongos em tratamento quimioterápico.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A fórmula, batizada de <strong>PHY-906</strong>, é uma mistura de <strong>peônia</strong> (<em>Paeonia sp.</em>), <strong>scutellaria </strong>(<em>Scutellaria sp.</em>), <strong>alcaçuz</strong> (<em>Glycyrrhiza glabra</em>) e <strong>espinheiro cervical</strong> (<em>Rhamnuas catharticus</em><em>). Essas quatro plantas são a base de uma receita conhecida como <strong>Huang Qin Tang</strong>, usada milenarmente para tratar diarréia, náusea e vômito. A partir desse emprego, os pesquisadores aventaram a possibilidade de testar as implicações fitoterápicas do coquetel, em animais, para minimizar os <strong>efeitos colaterais gastrointestinais</strong> da quimioterapia, sem que isso atrapalhasse o tratamento do câncer. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo eles, os ratos medicados com PHY-906 perderam menos peso e reagiram melhor à doença em comparação com os demais, que não receberam o medicamento, que também foi responsável por inibir <strong>inflamações</strong> e criar células novas no intestino. Os pesquisadores afirmaram que nenhuma outra droga é capaz de reproduzir os efeitos das ervas, pois os fármacos existentes geralmente focam em apenas um dos problemas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>De acordo com </em><strong>Yung-Chi Cheng</strong>, professor de farmacologia e um dos diretores do programa de desenvolvimento terapêutico do Centro de Câncer de Yale, &#8220;esta combinação de ervas representa o casamento entre o ocidente e o oriente nas técnicas de tratamento do câncer&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/receita-chinesa-de-ervas-combate-os-efeitos-da-quimioterapia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo associa o consumo de açaí à prevenção do câncer</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/estudo-associa-o-consumo-de-acai-a-prevencao-do-cancer/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/estudo-associa-o-consumo-de-acai-a-prevencao-do-cancer/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[acido linoleico conjugado]]></category>
		<category><![CDATA[anti-oxidante]]></category>
		<category><![CDATA[cla]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade de ciências farmacêuticas da universidade de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[flavonoides]]></category>
		<category><![CDATA[iogurte probiótico]]></category>
		<category><![CDATA[polpa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenir o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[propriedades nutritivas]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=741</guid>
		<description><![CDATA[Nos últimos anos, o açaí, fruto originário da Amazônia, ganhou um espaço especial na dieta dos brasileiros. Conhecido por suas propriedades nutritivas e consumido por esportistas, seus benefícios vão desde sua polpa de alto valor antioxidante, a seu extrato bruto — vasodilatador que ajuda a reduzir a pressão arterial. Foi pensando nisso que a pesquisadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nos últimos anos, o <strong>açaí</strong>, fruto originário da Amazônia, ganhou um espaço especial na dieta dos brasileiros. Conhecido por suas <strong>propriedades nutritivas</strong> e consumido por esportistas, seus benefícios vão desde sua polpa de alto valor <strong>antioxidante</strong>, a seu extrato bruto — vasodilatador que ajuda a reduzir a pressão arterial. Foi pensando nisso que a pesquisadora Ana Paula do Espírito Santo e a coordenadora Maricê Nogueira de Oliveira, da <strong>Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo</strong> <strong>(USP)</strong>, desenvolveram uma pesquisa que aponta que a incorporação do alimento ao <strong>iogurte probiótico</strong> (que contém bactérias benéficas ao organismo) pode ajudar a <strong>prevenir o câncer</strong>.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">Segundo Maricê Nogueira, a ideia para o estudo veio da bibliografia específica que apontava para as propriedades do alimento. “Alguns estudos mostraram que o extrato bruto de açaí provocou a vasodilatação e consequente diminuição da pressão arterial em ratos hipertensos, provavelmente com a participação dos compostos fenólicos presentes, especialmente da classe dos <strong>flavonóides</strong>”, afirma. Ela diz ainda que há indícios significativos de que o consumo regular de alimentos ricos em flavonóides reduz o risco de morte por infarto agudo do miocárdio e de acidente vascular cerebral em idosos, sendo, portanto, mais uma propriedade benéfica do açaí.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">Embora ainda faltem ensaios clínicos para confirmar o seu benefício, a coordenadora afirma que a <strong>polpa</strong> do açaí, quando associado a bactérias probióticas, estimula a produção do <strong>ácido linoléico conjugado</strong> (<strong>CLA</strong>, sigla em inglês), um ácido graxo que, em elevada concentração, ajuda a prevenir o câncer. “O consumo de iogurte com açaí, é uma alternativa muito mais saudável que o açaí na tigela”, garante.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">A pesquisadora acredita que esse estudo é importante em vários aspectos, tanto pela melhoria na qualidade de vida que alimentos como o açaí em conjunto com o iogurte pode proporcionar, quanto à propagação dos benefícios de frutos nativos na cultura brasileira. “O desenvolvimento de produtos alimentícios funcionais a partir de resíduos da indústria de alimentos, bem como a valorização dos frutos nativos, pode auxiliar na integração dos interesses sociais, econômicos e ambientais”, acredita.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/estudo-associa-o-consumo-de-acai-a-prevencao-do-cancer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Esclerose Múltipla</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/esclerose-multipla/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/esclerose-multipla/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[ABEM]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Esclerose Múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[bainha de mielina]]></category>
		<category><![CDATA[doença auto-imune]]></category>
		<category><![CDATA[doença inflamatória]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[neurologista]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunologico]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunológico desregulado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=724</guid>
		<description><![CDATA[Ao contrário do que dita o senso comum, a esclerose múltipla não é uma doença de idosos – ela ataca principalmente jovens entre 20 e 45 anos. “A esclerose múltipla não deixa o paciente esclerosado. É por causa desTe termo que muitos acreditam que seja uma doença de idosos, mas não é”, explica a neurologista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que dita o senso comum, a <strong>esclerose múltipla</strong> não é uma doença de idosos – ela ataca principalmente jovens entre 20 e 45 anos. “A esclerose múltipla não deixa o paciente esclerosado. É por causa desTe termo que muitos acreditam que seja uma doença de idosos, mas não é”, explica a <strong>neurologista</strong> Maria Cristina Brandão de Giacomo, da coordenação científica da <strong>Associação Brasileira de Esclerose Múltipla</strong> (<strong>ABEM</strong>).</p>
<p>Ela conta que a doença, abreviada pela sigla EM, é uma <strong>doença inflamatória</strong> que ataca o sistema nervoso central, formado por cérebro, cerebelo e medula espinhal. Essas áreas são revestidas por uma camada chamada <strong>bainha de mielina</strong>, responsável pela condução de impulsos nervosos. Quando ela não existe, os impulsos são transmitidos lentamente. Na EM, o <strong>sistema imunológico</strong> reconhece a mielina como um corpo estranho e produz anticorpos para eliminarem essa substância do organismo.</p>
<p>“Esclerose múltipla significa múltiplas cicatrizes e é exatamente isso o que a doença representa: feridas e cicatrizes na mielina”, afirma a médica. Segundo ela, os sintomas da EM variam de acordo com a região do sistema nervoso que desenvolve a inflamação. Se ocorrer em uma área ligada à motricidade, por exemplo, a pessoa sentirá dificuldades motoras – o mesmo acontece com a visão e os esfíncteres. “Além disso, a esclerose múltipla pode atacar o cérebro de uma forma mais difusa, causando um déficit cognitivo”, diz.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Desenvolvimento </strong></p>
<p>A EM é uma <strong>doença autoimune</strong> e genética: uma alteração no sistema imunológico. “Existe um mapeamento genético que já indicou dois cromossomos responsáveis pela esclerose múltipla. O que sabemos é que o meio ambiente é o fator desencadeante da EM, mas não sabemos exatamente por que e como a doença é desencadeada”, explica Maria Cristina.</p>
<p>Um fator que sempre deve ser acompanhado é a parte psicológica do paciente. “Quando uma pessoa não está bem emocionalmente, a doença se desenvolve mais rapidamente – isso acontece não apenas com a esclerose múltipla, mas com todas as doenças”. Por isso, a neurologista afirma que cuidar do emocional do paciente é fundamental durante o tratamento. “Aliado a esse acompanhamento psicológico existe a medicação, que procura diminuir a atividade inflamatória”, orienta a médica.</p>
<p>A esclerose múltipla não tem cura e existe uma dificuldade no tratamento pelas características da doença. “Não podemos neutralizar totalmente o sistema imunológico, senão o paciente não irá combater um simples resfriado. Por isso, o tratamento é delicado – precisamos equilibrar a imunidade para que ela exista, apenas não ataque a mielina”, esclarece.</p>
<p>Maria Cristina levanta questões que justificam a continuidade dos estudos e pesquisas sobre a doença. “Há casos nos quais um gêmeo tem esclerose múltipla e outro não. Por que apenas um desenvolve, se o ambiente é o mesmo e a genética é parecida?”, questiona. “Essas dúvidas estão sendo estudadas para que, no futuro, talvez possamos identificar quem pode desenvolver a doença e como evitá-la”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/esclerose-multipla/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como reconhecer pintas e sinais suspeitos na pele</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/como-reconhecer-pintas-e-sinais-suspeitos-na-pele/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/como-reconhecer-pintas-e-sinais-suspeitos-na-pele/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 11:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame de pele]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pele]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma basocelular]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma espinocelular]]></category>
		<category><![CDATA[exposição ao sol]]></category>
		<category><![CDATA[hospital de clínicas da UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[hospital sirio libanes]]></category>
		<category><![CDATA[inca]]></category>
		<category><![CDATA[instituto nacional do câncer]]></category>
		<category><![CDATA[melanoma]]></category>
		<category><![CDATA[não melanoma]]></category>
		<category><![CDATA[pintas]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=679</guid>
		<description><![CDATA[O câncer de pele é um dos tipos de tumor mais frequente no Brasil, país com clima tropical e alta incidência solar.  Além das recomendações básicas de se evitar tomar sol entre as 10h da manhã e as 4h da tarde, usar sempre protetor solar, chapéus, óculos escuros e guardassóis, o Inca (Instituto Nacional do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>câncer de pele</strong> é um dos tipos de tumor mais frequente no Brasil, país com clima tropical e alta incidência solar.  Além das recomendações básicas de se evitar tomar sol entre as 10h da manhã e as 4h da tarde, usar sempre protetor solar, chapéus, óculos escuros e guardassóis, o <strong>Inca (Instituto Nacional do Câncer) </strong>recomenda fazer o <strong>autoexame de pele</strong>. Esse exame consiste em procurar pelo corpo pintas e sinais suspeitos para que a busca da assistência médica se dê ao menor sinal de alteração na superfície da pele.</p>
<p>Existem basicamente dois tipos de câncer de pele: O <strong>melanoma</strong> e o <strong>não-melanoma</strong>. Entre os não-melanoma, a Dra. Cristina Abdalla, <strong>dermatologista</strong> do <strong>hospital Sírio-Libanês</strong>, de São Paulo, explica que a forma mais comum é o <strong>carcinoma basocelular</strong>, um tipo de tumor que aparece geralmente nas áreas expostas ao sol. “Começa como uma pequena lesão, bolinha ou espinha que não cicatriza, sangra e cresce lentamente. É uma lesão que raramente causa metástase, mas é importante o diagnóstico precoce, pois ela pode ser invasiva e destrutiva localmente”, explica Cristina. Ainda segundo ela, o segundo tipo mais frequente dos não-melanomas é o <strong>carcinoma espinocelular</strong>, que tem a forma de uma placa, nódulo ou verruga, que cresce e é um pouco mais grave, pois tem mais chances de formar metástases.</p>
<p>Finalmente, o segundo tipo de câncer de pele é o melanoma, que, embora seja menos frequente, é mais famoso por sua periculosidade. “O diagnóstico dessa lesão tem que ser precoce. As maiores e mais profundas podem causar metástase nos gânglios, cérebro, fígado, pulmão e outros órgãos.”, relata a dermatologista.</p>
<p>A dra. Fabiane Mulinari, chefe do Serviço de Dermatologia do <strong>Hospital de Clínicas da UFPR (Universidade Federal do Paraná)</strong>, explica como são as pintas que podem ser melanomas em um estágio primário: “Pintas escuras com mais de uma cor (marrom, preto, cinza, vermelho), bordas irregulares (como uma flor) e assimetria são sinais suspeitos”. A dra. Cristina acrescenta a importância do tamanho: pintas com diâmetros maiores do que seis milímetros também devem ser investigadas imediatamente.</p>
<p><strong>Incidência</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os dois tipos câncer também tendem a aparecer em locais diferetes. De acordo com a Dra. Fabiane, o melanoma surge com mais frequencia nas costas dos homens e nas pernas das mulheres. Já os carcinomas (não-melanomas) se desenvolvem nas áreas expostas ao sol, em especial na face, no colo (ou decote) e nas costas das mãos. Lesões nas orelhas e no nariz são muito frequentes também. Ela diz que a maior preocupação é com o melanoma, que tem mais chances de levar o paciente à morte: “Procure um dermatologista, quanto antes melhor, pois as lesões aumentam com o tempo e a cirurgia para retirada pode ser mais complicada e a retirada mais agressiva, removendo mais pele e deixando uma cicatriz”. Por fim, ela afirma que a incidência de pintas comuns que evoluem para doenças de pele é muito baixa e que os sinais suspeitos já começam na forma de tumores.</p>
<p>Algumas predisposições podem aumentar o risco de se desenvolverem melanomas e carcinomas. A dra. Cristina Abdalla lista algumas dessas características:</p>
<ul>
<li>Histórico de melanoma na família</li>
<li>Mais de 50 pintas no corpo</li>
<li>Pele clara e olhos claros</li>
<li>Cabelos loiros ou ruivos</li>
<li>Exposição crônica ao sol</li>
<li>Exposição intermitente ao sol com queimaduras solares</li>
<li>Pessoas que fizeram bronzeamento artificial</li>
</ul>
<p>Saiba mais sobre o autoexame de pele no site do Inca:</p>
<p><a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=136">http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=136</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/como-reconhecer-pintas-e-sinais-suspeitos-na-pele/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tratamento com acupuntura ganha adesão no Icesp</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/tratamento-com-acupuntura-ganha-adesao-no-icesp/</link>
		<comments>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/tratamento-com-acupuntura-ganha-adesao-no-icesp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 11:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[icesp]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia alternativa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/?p=652</guid>
		<description><![CDATA[A terapia é destinada a combater os efeitos colaterais da quimioterapia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Icesp</strong> (<strong>Instituto do Câncer do Estado de São Paulo</strong>) está utilizando a <strong>acupuntura</strong> como terapia auxiliar a pacientes com <strong>câncer</strong> que estão em fase de tratamento. A medida é parte da abordagem multidisciplinar que o instituto oferece aos pacientes em seu setor de <strong>reabilitação</strong> e tem como objetivo principal tratar os <strong>efeitos colaterais da quimioterapia</strong>. De acordo com dados da assessoria de imprensa do Icesp, os sintomas mais combatidos com a nova terapia são <strong>náuseas</strong>, <strong>vômitos</strong>, <strong>insônia</strong> e <strong>boca seca</strong> provocada pela redução na produção de saliva.</p>
<p>A acupuntura está sendo bem recebida pela comunidade médica e pelos pacientes do instituto, segundo a Dra. Christina May Moran de Brito, coordenadora médica do serviço de reabilitação. Ela conta que esse tipo de tratamento tem ganhado muito espaço nos meios acadêmicos ocidentais nos últimos vinte anos. “Há uma série de estudos e revisões científicas publicados nos últimos anos que dão suporte para sua utilização como <strong>tratamento adjuvante</strong> de sintomas que frequentemente acometem os nossos pacientes, não apenas relacionados à quimioterapia, mas, também, ao câncer em si e outros tratamentos que se façam necessários”, diz. Ainda segundo ela, a nova terapia tem cobertura pelo SUS (Sistema Único de Saúde). E completa: “A grande vantagem da acupuntura é a baixa incidência de efeitos colaterais, sendo considerado um tratamento seguro”. O método é utilizado em pacientes que não respondem aos métodos medicamentosos para reduzir os efeitos colaterais e são indicados ao setor após avaliação de um fisiatra e um clínico geral.</p>
<p>O tratamento com acupuntura é recente no Icesp e atualmente tem capacidade para atender cerca de duzentos pacientes por mês.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/tratamento-com-acupuntura-ganha-adesao-no-icesp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

