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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Oncologia</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Fumar aumenta chances de câncer na bexiga</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 11:00:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisa norte-americana comprova que mulheres fumantes correm tanto risco quanto homens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção <strong>mulheres fumantes!</strong> Ao que parece, o <strong>câncer de pulmão</strong> não é o único tipo de tumor cuja incidência aumenta com o <strong>tabagismo</strong>. Uma pesquisa publicada na primeira semana de agosto no <strong>Journal of the American Medical Association </strong>revela uma forte associação entre mulheres que fumam e o câncer de bexiga, uma doença que teoricamente é duas vezes mais frequente no homem.</p>
<p style="text-align: left;">O estudo, realizado pelo <strong>Instituto de Câncer</strong> americano (NCI), analisou dados de saúde e dieta de 450.00 pessoas entre os anos de 1995 e 2006 e demonstrou que pessoas que fumam têm quatro vezes mais chance de desenvolver um tumor na bexiga que um não-fumante.</p>
<p>Concluíram, ainda, que mais da metade dos casos de câncer de bexiga ocorridos em mulheres tinham relação com o hábito de fumar. Essas descobertas foram importantes, pois atualizam os dados de um estudo anterior, que relacionava o tabaco como causa de 20 a 30% dos <strong>tumores de bexiga</strong> em mulheres e estimava em três vezes apenas o risco de um fumante de desenvolver a <strong>neoplasia</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/fumar-aumenta-chances-de-cancer-na-bexiga/fumar-cancer-de-bexiga-2/" rel="attachment wp-att-1112"><img class="size-full wp-image-1112 aligncenter" title="Fumar cancer de bexiga" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Fumar-cancer-de-bexiga1.jpg" alt="" width="356" height="336" /></a></p>
<p><strong>Avanços prejudiciais</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma explicação de porque o <strong>câncer de bexiga</strong> está cada vez mais relacionado com o tabagismo seriam, segundo a pesquisa, as modificações na composição química que os cigarros sofreram nos últimos anos. Embora algumas substâncias tenham tido seu teor reduzido, como foi o caso do <strong>alcatrão</strong> e da <strong>nicotina</strong>, outras como o beta-naftilamina, agente cancerígeno que atua especialmente na bexiga.</p>
<p>De acordo com dados estatísticos do <strong>Instituto Nacional de Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), previa-se para o ano de 2009 13.110 novos casos de câncer de bexiga no Brasil. No mundo, cerca de 350.000 pessoas são diagnosticadas com essa doença a cada ano.</p>
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		<title>Câncer de tireóide: o câncer curável</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 11:00:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça mais sobre esse raro tipo de neoplasia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cancer-de-tireoide-o-cancer-curavel/tireoide-cancer-curavel/" rel="attachment wp-att-1102"><img class="size-full wp-image-1102 aligncenter" title="Tireóide câncer curável" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Tireóide-câncer-curável.jpg" alt="" width="400" height="302" /></a><br />
Uma das principais glândulas do organismo, a <strong>tireóide</strong> é responsável por regular funções essenciais do nosso corpo, como o crescimento, digestão e especialmente o metabolismo. Mas assim como as demais partes do organismo, as células da tireóide também estão sujeitas a mutações, que quando se transformam em <strong>células malignas</strong>, podem dar origem a um tumor, o chamado <strong>câncer da tireóide</strong>.</p>
<p>O câncer da tireóide é uma <strong>neoplasia</strong> um tanto quanto rara e com baixo índice de mortalidade. Segundo o cirurgião de cabeça e pescoço Sergio Samir Arap, gerente médico do Centro Cirúrgico do <strong>Hospital Sírio Libanês</strong>, a chance de cura deste tipo de câncer é de quase 98%: “não existe nenhum outro tipo de câncer tão bem tratável”, afirma.</p>
<p><strong>Diagnóstico do câncer</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O avanço da medicina tem possibilitado diagnósticos mais precisos para casos de <strong>tumor de tireóide</strong>.  Em geral o paciente percebe um nódulo na região da tireóide, que se encontra na altura da garganta. “Mas é preciso estar atento. Nem sempre um nódulo significa um câncer na tireóide. Um nódulo pode inclusive ser sinal de bócio”, atenta o cirurgião Arap.</p>
<p>O diagnóstico desse tumor deve ser feito por um especialista, de preferência um <strong>endocrinologista</strong> ou um especialista em cabeça e pescoço, que submeterão o paciente a um ultrassom com estudo Doppler para analisar se o nódulo em questão é ou não maligno.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao contrário dos demais tipos de câncer, que usam a <strong>quimioterapia</strong> como principal tratamento, no caso do câncer de tireóide o mais indicado é a remoção da glândula. “A principal função da tireóide é controlar o metabolismo do corpo. Quando ela é retirada, quem faz o seu papel é o hormônio de caixinha, ou seja, o hormônio sintético. É muito mais fácil e prático retirar a glândula do que submeter o paciente ao tratamento agressivo da quimioterapia”, afirma Arap.</p>
<p>E para evitar a recorrência do câncer, alguns procedimentos precisam ser tomados logo após a cirurgia, como a pesquisa do corpo inteiro. “Essa pesquisa faz uma espécie de imagem do paciente, através de iodo radioativo, como uma <strong>radioterapia</strong> de dentro para fora. É usada para os casos em que o câncer tenha saído da tireóide e espalhado pela região do pescoço. Com esse método, minamos qualquer resquício de câncer”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Novas tecnologias</strong></p>
<p>Hoje são propostos outros procedimentos para a retirada da tireóide, como por endoscopia ou através de uma pequena incisão atrás da orelha. O médico Sergio Arap pondera: “o corte feito para a retirada da glândula é pequeno, cerca de 3 cm, e essas  novas técnicas ainda não se mostraram tão seguras quanto a tradicional”.</p>
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		<title>Quando um exame pode causar câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 11:00:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A emissão de radiação de alguns exames pode ser prejudicial para a saúde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/quando-um-exame-pode-causar-cancer/governo-do-estado/" rel="attachment wp-att-1105"><img class="aligncenter size-full wp-image-1105" title="Governo do Estado" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Exame-pode-causar-cancer.jpg" alt="" width="448" height="308" /></a></p>
<p>Existem diversos fatores que podem desencadear o <strong>desenvolvimento de um tumor</strong>, mas nenhum deles está mais intrinsecamente relacionado ao cotidiano da medicina que a exposição da radiação vinda de alguns exames como <strong>tomografia computadorizada</strong>, <strong>radiografia</strong>, <strong>mamografia</strong> e aqueles que usam a <strong>cintilografia</strong>. Alguns estudos norte-americanos apontam que 2% dos <strong>diagnósticos de tumor</strong> naquele país têm origem na tomografia computadorizada.</p>
<p>De acordo com <strong>Daniel Nóbrega da Costa</strong>, especialista em radiologia, do Centro de Diagnósticos do <strong>Hospital Sírio Libanês</strong>, não é qualquer tipo de <strong>radiação</strong> que deve ser considerada perigosa: “ preocupa, entre os diversos tipos de radiação, aquela que vem acompanhada de preocupação pelo seu <strong>potencial carcinogênico</strong> é a radiação ionizante” (a emitida nos exames mencionados acima).</p>
<p><strong>Faixa de segurança</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, não é qualquer exposição a essa radiação que vai levar ao desenvolvimento de um tumor. “Sabe-se que doses elevadas de <strong>radiação ionizante</strong> predispõem ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. No entanto, não existem limites específicos de segurança”, pondera o radiologista.</p>
<p>Mas em um ponto os especialistas concordam: é de extrema importância não criar um alarme desproporcional em torno desses exames, que em alguns casos são imprescindíveis e não podem deixar de ser realizados na investigação de possíveis problemas médicos relevantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Orientação médica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto não se sabe qual a dosagem segura para esses exames, o especialista aconselha que exames que emitam radiação ionizante, como é o caso da tomografia computadorizada, radiografia, mamografia e exames de cintilografia, sejam solicitados somente quando realmente necessário. “Esse cuidado deve ser redobrado em indivíduos jovens – em especial no grupo pediátrico – e gestantes”, ressalta Nóbrega da Costa.</p>
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		<title>Defesa vulnerável</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:00:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
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		<category><![CDATA[instituto nacional do câncer]]></category>
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		<description><![CDATA[Câncer, Linfomas, tumores malignos, sistema linfático, Instituto Nacional do Câncer, INCA, Hospital Sírio Libanês]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/defesa-vulneravel/defesa-vulneravel-4/" rel="attachment wp-att-1152"><img class="aligncenter size-full wp-image-1152" title="Defesa Vulneravel" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/Defesa-Vulneravel.jpg" alt="" width="448" height="297" /></a></p>
<p>Se o sobrenome <strong>Hodgkin</strong> pode não soar muito familiar, com certeza o mesmo não acontece com o nome <strong>Gianecchini</strong>. O ator <strong>Reynaldo Gianecchini</strong>, que há algumas semanas anunciou para toda a imprensa que estava “<strong>pronto para a luta</strong>”, é mais um brasileiro a enfrentar um tipo não tão raro de <strong>câncer</strong>, chamado de <strong>linfoma de não-Hodgkin</strong>.</p>
<p><strong>Linfomas</strong> são <strong>tumores malignos</strong> que se originam nos gânglios e afetam células e outros órgãos do <strong>sistema linfático</strong>. A gravidade da doença está justamente por atingir esse sistema, que desempenha importante papel na imunidade e defesa do organismo e combate às infecções.</p>
<p><strong>Hodgkin e não-Hodgkin</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para entender melhor o linfoma que acomete o ator Gianecchini e que também atingiu a presidente <strong>Dilma Rousseff</strong> em 2009; é preciso conhecer a classificação entre essas neoplasias, que se dividem em <strong>linfoma de Hodgkin</strong> e as demais, ou linfoma de não-Hodgkin.</p>
<p>De acordo com o <strong>Instituto Nacional do Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), o linfoma de não-Hodgkin é o mais comum, responsável por 90% dos casos. Ambos os tipos de linfoma possuem diversas subdivisões, conforme o estágio em que se encontra e tipo de linfócito que é afetado.</p>
<p>“A caracterização do linfoma de Hodgkin e não-Hodgkin é feita pela patologia. O linfoma de Hodgkin é originado do linfócito B e possui um tipo de célula chamada célula de Reed Sternberg. O linfoma não-Hodgkin pode ter origem nos linfócitos B, T e NK”, explica a coordenadora da onco-hematologia do <strong>Hospital Sírio Libanês</strong>, Yana Novis.</p>
<p><strong>Tratamento e chances de cura</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os especialistas têm se demonstrado otimistas com o avanço da medicina para a cura de linfomas. Yana Novis vê nos anticorpos monoclonais o maior avanço no tratamento de linfomas. “O mais comumente usado é o <strong>Rituximab</strong>. Esta droga é um anticorpo que ataca uma proteína na superfície das células dos linfomas B. As chances de cura para a maioria dos linfomas é sempre muito boa. Os linfomas considerados agressivos têm uma maior chance de cura quando comparamos aos linfomas indolentes”, afirma.</p>
<p>Já no caso de linfomas indolentes, quando não há uma boa resposta aos anticorpos, uma boa indicação é o transplante de medula óssea, que devolveu a vida à atriz Drica Morais este ano, que padecia de leucemia.</p>
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		<item>
		<title>Radiação do celular preocupa cientistas</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/radiacao-do-celular-preocupa-cientistas/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 11:00:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
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		<category><![CDATA[organização mundial de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tumor encefálico maligno]]></category>

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		<description><![CDATA[Alerta emitido pela OMS sinaliza para possível aumento de casos de câncer cerebral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Organização Mundial de Saúde</strong> (<strong>OMS</strong>) soltou um alerta no dia 31 de maio de 2011 informando que o uso de celular pode causar <strong>câncer</strong>. O anúncio da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, na sigla em inglês), braço da entidade, classificou a radiação emitida pela antena do telefone celular como possivelmente cancerígena para humanos, o mesmo grupo de perigo em que gases emitidos por automóveis, chumbo e clorofórmio estão incluídos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Aumento de tumores </strong></p>
<p>O estudo que motivou o anúncio relaciona o uso do celular ao aumento de tumores malignos e benignos no cérebro. Segundo a pesquisa, quem usou o aparelho por 30 minutos por dia durante 10 anos, apresentou 40% mais chances de desenvolver <strong>gliomas</strong>, <strong>tumor encefálico maligno</strong> e considerado agressivo. Vale ressaltar que a divulgação foi realizada com uma ressalva, os resultados não são definitivos. Segundo os estudiosos, ainda não há nenhum caso de câncer comprovadamente causado por celular e faltam estudos epidemiológicos para comprovar a ligação da doença com o uso do aparelho.</p>
<p><strong>Nível de radiação</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No Brasil, quem determina e fiscaliza os níveis de exposição a campos eletromagnéticos é a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). É ela que define tanto a radiação máxima que um celular pode emitir quanto o valor máximo de campo eletromagnético que um conjunto de antenas pode gerar em área habitada.</p>
<p>Os valores adotados pela Anatel são os mesmos definidos pela Comissão <strong>Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes</strong> (Icnirp), e, ainda, indicados pela OMS. Segundo especialistas em regulação da agência, todos os pontos de medição do país estão com os níveis de campo elétrico abaixo dos recomendados pela legislação. A questão levantada pela OMS é se esses padrões são de fato seguros.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, entrevistamos o oncologista clínico do <strong>Hospital Israelita Albert Einstein</strong>, <strong>O</strong><strong>ren Smaletz</strong>. Confira abaixo:<strong> </strong></p>
<p><strong>O alerta da OMS é definitivo?</strong></p>
<p>Os estudos ainda são contraditórios mesmo com o alerta da Organização Mundial de Saúde. Algumas pesquisas falavam em aumento de incidência de <strong>câncer cerebral</strong> devido ao uso de celulares. O alerta sugere uma realidade, mas ainda há contradições nas pesquisas.</p>
<p><strong>Quais cuidados as pessoas podem ter diante do aviso?</strong></p>
<p>São mudanças de hábitos que podem colaborar com a saúde. Mudar o lado que se fala ao celular, ou seja, não falar sempre do mesmo lado. Usar aparelhos que tenham antena externa e fazer uso de fone de ouvido <em>bluetooth</em> são medidas que me parecem positivas.</p>
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		</item>
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		<title>25% dos operados com câncer têm menos de 50 anos</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/25-dos-operados-com-cancer-tem-menos-de-50-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 11:00:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgias oncológicas]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes oncológicos]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo foi realizado com 12,8 mil pacientes da unidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo <strong>Instituto do Câncer do Estado de São Paulo</strong> (<strong>Icesp</strong>), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da <strong>Universidade de São Paulo</strong> (<strong>USP</strong>), apontou que 25% dos <strong>pacientes oncológicos</strong> operados na unidade têm menos de 50 anos. O estudo mostra ainda que, do total de <strong>cirurgias oncológicas</strong>, a maioria é realizada em mulheres, somando 51,5%. Na análise exclusiva dos que tem até 49 anos, o público feminino também é maioria, representando 64% dos casos.</p>
<p><strong>Jovens também são atingidos pelo câncer</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O estudo mostra ainda que 30% dos pacientes submetidos a uma <strong>cirurgia de câncer</strong> têm mais de 70 anos; 27% têm entre 60 e 69 anos; e 24% têm entre 50 e 59 anos. Considerados jovens, os pacientes com menos de 50 anos somam 25% de todos os operados. A maior parte deles está concentrada na faixa etária de 40 a 49 anos (14%), seguida por aqueles que têm entre 30 e 39 anos (6%). Pacientes com idade entre 20 e 29 anos correspondem a 4% dos que foram submetidos à cirurgia e os que têm até 19 anos representam 2% dos operados.</p>
<p>“Esse levantamento mostra claramente que a ideia de que o <strong>câncer</strong> afeta somente os pacientes mais velhos está errada. É um número expressivo e por isso é sempre muito importante que as pessoas, independente da idade, façam os exames de rotina regularmente e procurem o médico de sua confiança sempre que notarem alguma anormalidade com a saúde”, alerta o oncologista e diretor geral do Icesp, <strong>Paulo Hoff</strong>.</p>
<p><strong>Urologia atinge 28% de utilização</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>De acordo com o levantamento, a principal especialidade cirúrgica utilizada é a urologia, responsável por 28% de todos os procedimentos realizados. Em seguida, estão: especialidades de cabeça e pescoço (11%), aparelho digestivo (8,5%), ginecologia (8,5%), mastologia (7%), torácica (5%) e ortopédica (2%). Além disso, cirurgias plásticas reparadoras são responsáveis por 8% dos procedimentos cirúrgicos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dietas à base de proteína emagrecem, mas são perigosas</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/dietas-a-base-de-proteina-emagrecem-mas-sao-perigosas/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:20:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer no intestino]]></category>
		<category><![CDATA[dieta a base de proteína]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento de colesterol, sobrecarga renal e até câncer podem ser gerados se adotado esse tipo de dieta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pierre Dukan</strong>, autor de livros de sucesso como <strong><em>Dicionário de Dietética e Nutrição</em></strong> e <strong><em>Eu Não Consigo Emagrecer</em></strong>, lançou, em 2003, uma <strong>dieta a base de proteínas</strong> que levava seu nome. O também nutricionista <strong>Jean-Michel Cohen</strong> afirmou que dieta poderia causar problemas à saúde e o embate foi parar na justiça.</p>
<p>Cohen divulgou que a dieta baseada em proteínas pode causar <strong>aumento do colesterol</strong>, <strong>problemas cardiovasculares</strong> e <strong>câncer de mama</strong>. Para o nutricionista, Vinicius Oliveira, tal informação de fato procede. “Uma dieta considerada saudável tem de contar com 60% de carboidratos, 25% de gorduras e apenas 15% de proteínas. Uma percentagem mediana de proteínas já pode ser considerada um risco para a saúde”, afirma o profissional.</p>
<p><strong>Características </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Uma série de fatores faz com que as proteínas não possam ser consumidas em grande quantidade. Segundo Oliveira, é um alimento de difícil digestão. Em outras palavras, o bolo fecal fica mais tempo no intestino comparado a outros alimentos. Tal fato pode provocar <strong>câncer no intestino</strong> e também no estômago. As carnes vermelhas e brancas têm hormônios, outro agente prejudicial.</p>
<p>O profissional explica que os hormônios modificam a função celular correta. A cada dia é mais comum observar quantidades altas nos bois e frangos. Os criadores querem os animais desenvolvidos o mais rápido possível. Traçando um paralelo da quantidade de gordura nas carnes e em alimentos como no feijão e no arroz, a diferença é discrepante. A percentagem nas carnes é bem elevada.</p>
<p>“Uma dieta a base de proteínas não é indicada. Quando a pessoa faz alimentação neste molde consome grande quantidade de carne. Ou seja, muito hormônio e gordura estão sendo ingeridos. Seria inviável fazer uma dieta somente com verdura e leite. Não existe isso”, afirma o nutricionista.</p>
<p><strong>Cuidado na busca pelo corpo “perfeito”</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Vivemos a cultura da magreza e neste contexto diversas pessoas buscam o corpo “perfeito” de qualquer forma. Segundo especialistas a dieta das proteínas de fato emagrece, entretanto não é nada saudável. Muito pelo contrário.</p>
<p>Quando há excesso de proteínas no organismo os rins ficam sobrecarregados já que acabam trabalhando mais que deveria. Tal fato ocorre porque existe aumento de substâncias tóxicas a serem eliminadas.</p>
<p>“A dieta das proteínas tem bastante carência quando o assunto são os nutrientes. Faltam fibras e minerais, por exemplo. Além disso, tal dieta não educa ninguém. Logo após o término, quem fez essa dieta volta a se alimentar como se alimentava anteriormente”, conta a nutricionista funcional e personal diet, Luciana Harfenist.</p>
<p>Vinícius Oliveira ainda alerta que esse tipo de dieta além de aumentar o colesterol, gera sobrecarga renal podendo provocar cálculo renal e gota, problemas cardiovasculares e até mesmo <strong>câncer</strong>.</p>
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		<title>Câncer de próstata: Mitos e verdades</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cancer-de-prostata-mitos-e-verdades/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[inca]]></category>

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		<description><![CDATA[Hábitos saudáveis e realização de exame clínico são recomendáveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O tumor mais comum em homens é o câncer de próstata, principalmente naqueles que estão com mais de 50 anos de idade. Com o avanço da medicina e com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, é possível que, proporcionalmente, mais casos da doença sejam diagnosticados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em sua fase inicial, o câncer de próstata evolui de maneira discreta e muitos pacientes não apresentam sintomas. Em alguns homens, quando há presença dos sintomas, eles são confundidos com o crescimento benigno da próstata. Já na fase avançada, o paciente pode sentir dor óssea, sintomas urinários e, em casos mais graves, há insuficiência renal e até infecção generalizada.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diagnóstico</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O diagnóstico do câncer de próstata só é possível através de exame clínico, o toque retal, e pela dosagem do antígeno prostático específico (PSA). Conforme o resultado, o paciente terá indicação de ultrassonografia pélvica ou prostática transretal. A ultra poderá apontar a necessidade da realização da biópsia prostática transretal.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alguns mitos rondam o imaginário masculino. O urologista, André Cavalcanti, do Centro Integrado de Saúde do Homem e chefe do setor de urologia do Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, esclarece algumas dúvidas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hábitos sexuais estão relacionados com o câncer de próstata?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">André Cavalcanti: Não há nenhum trabalho científico que prove que hábitos sexuais têm a ver com a doença. No passado acreditava-se que sexo de mais ou de menos provocava câncer. Assim como o hábito da masturbação masculina, mas tudo isso é mito.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Histórico familiar é um fator de risco?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">André Cavalcanti: É um dos mais importantes. Tanto que pacientes que apresentam casos na família merecem atenção especial e precisam ser mais cuidadosos. As sociedades, em geral, indicam o exame clínico aos homens com 45 anos, mas quando há histórico familiar o exame é solicitado a partir dos 40 anos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É verdade que o tomate previne o câncer de prósata?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">André Cavalcanti: Há estudos nutricionais que indicam que o licopeno, presente no tomate, possui potencial de prevenção do câncer de próstata, mas não temos comprovação científica. A literatura é bastante rigorosa. Por enquanto, o que temos é uma tendência a acreditar no alimento como preventivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os hábitos saudáveis são sempre recomendáveis. Assim como a realização dos exames na idade indicada. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, não só pode ajudar a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não transmissíveis.</div>
<p>O tumor mais comum em homens é o<strong> câncer de próstata</strong>, principalmente naqueles que estão com mais de 50 anos de idade. Com o avanço da medicina e com o<strong> aumento da expectativa de vida dos brasileiros</strong>, é possível que, proporcionalmente, mais casos da doença sejam diagnosticados.</p>
<p>Em sua fase inicial, o câncer de próstata evolui de maneira discreta e muitos pacientes não apresentam sintomas. Em alguns homens, quando há presença dos sintomas, eles são confundidos com o <strong>crescimento benigno da próstata</strong>. Já na fase avançada, o paciente pode sentir dor óssea, sintomas urinários e, em casos mais graves, há insuficiência renal e até infecção generalizada.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p>O diagnóstico do câncer de próstata só é possível através de exame clínico, o toque retal, e pela dosagem do <strong>antígeno prostático específico (PSA)</strong>. Conforme o resultado, o paciente terá indicação de ultrassonografia pélvica ou prostática transretal. A ultra poderá apontar a necessidade da realização da <strong>biópsia prostática transretal</strong>.</p>
<p>Alguns mitos rondam o imaginário masculino. O urologista, <strong>André Cavalcanti</strong>, do <strong>Centro Integrado de Saúde do Homem</strong> e chefe do setor de urologia do <strong>Hospital Souza Aguiar</strong>, no Rio de Janeiro, esclarece algumas dúvidas.</p>
<p><strong>Hábitos sexuais estão relacionados com o câncer de próstata?</strong></p>
<p><strong>André Cavalcanti</strong>: Não há nenhum trabalho científico que prove que hábitos sexuais têm a ver com a doença. No passado acreditava-se que sexo de mais ou de menos provocava câncer. Assim como o hábito da masturbação masculina, mas tudo isso é mito.</p>
<p><strong>Histórico familiar é um fator de risco?</strong></p>
<p><strong>André Cavalcanti</strong>: É um dos mais importantes. Tanto que pacientes que apresentam casos na família merecem atenção especial e precisam ser mais cuidadosos. As sociedades, em geral, indicam o exame clínico aos homens com 45 anos, mas quando há histórico familiar o exame é solicitado a partir dos 40 anos.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>É verdade que o tomate previne o câncer de prósata?</strong></p>
<p><strong>André Cavalcanti</strong>: Há estudos nutricionais que indicam que o licopeno, presente no tomate, possui potencial de prevenção do câncer de próstata, mas não temos comprovação científica. A literatura é bastante rigorosa. Por enquanto, o que temos é uma tendência a acreditar no alimento como preventivo.</p>
<p>Os hábitos saudáveis são sempre recomendáveis. Assim como a realização dos exames na idade indicada. Segundo o <strong>Instituto Nacional do Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, não só pode ajudar a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não transmissíveis.</p>
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		<title>Resolução garante melhorias aos beneficiários de planos de saúde</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/resolucao-garante-melhorias-aos-beneficiarios-de-planos-de-saude/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[ANS]]></category>
		<category><![CDATA[operadoras]]></category>
		<category><![CDATA[planos de saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Pacientes com câncer têm prazo diferenciado para serem atendidos pelos planos de saúde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Agência Nacional de Saúde Suplementar </strong>(<strong>ANS</strong>) divulgou no dia 20 de junho de 2011 a <strong>Resolução Normativa nº 259</strong> que garante ao beneficiário de <strong>plano de saúde</strong> o atendimento, com previsão de prazos máximos, aos serviços e procedimentos por ele contratados. A norma entra em vigor em 18 de setembro de 2011.</p>
<p>O principal objetivo da norma é garantir que o beneficiário tenha acesso a tudo o que contratou e também estimular as <strong>operadoras de planos de saúde</strong> a promover o credenciamento de prestadores de serviços nos municípios que fazem parte de sua área de cobertura. Dessa forma, a operadora terá de oferecer pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada, porém não garante que a alternativa seja a de escolha do beneficiário.</p>
<p><strong>Pacientes com câncer</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A norma é considerada um avanço, mas não acolheu a solicitação do <strong>Instituto Oncoguia</strong> de reduzir o tempo máximo para as consultas com oncologistas para sete dias. Para alguns pacientes esperar 14 dias pode ser fatal, pois a doença solicita agilidade no tratamento.</p>
<p>Para o instituto, a norma pecou por não valorizar a relação médico-paciente. O texto aprovado não garante o prazo de atendimento a um prestador específico escolhido pelo beneficiário e sim a qualquer prestador. No caso de paciente com câncer essa relação tem um peso relevante e faz, inclusive, diferença durante o transcorrer do tratamento.</p>
<p><strong>Outras mudanças</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa da ANS, nos casos de ausência de rede assistencial a operadora deverá garantir o atendimento em prestador não credenciado no mesmo município ou o transporte do beneficiário até um prestador credenciado, assim como seu retorno à localidade de origem. Nestes casos, os custos correrão por conta da operadora. Em municípios onde não existam prestadores para serem credenciados, a operadora poderá oferecer rede assistencial nos municípios vizinhos.</p>
<p>Os casos de urgência e emergência têm um tratamento diferenciado. A operadora deverá oferecer o atendimento invariavelmente no município onde foi demandado ou se responsabilizar pelo transporte do beneficiário até o seu credenciado.</p>
<p>Caso a operadora não ofereça as alternativas para o atendimento deverá reembolsar os custos assumidos pelo beneficiário em até 30 dias. Nos casos de planos de saúde que não possuam alternativas de reembolso com valores definidos contratualmente, o reembolso de despesas deverá ser integral.</p>
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		<title>Novo medicamento para combater câncer de próstata</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/novo-medicamento-para-combater-cancer-de-prostata/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 13:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterápicos]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>

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		<description><![CDATA[Um medicamento comumente usado para infecções fúngicas das unhas e outros órgãos pode ser utilizado para o tratamento de câncer de próstata avançado. Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, estão avaliando a possibilidade de usar a droga itraconazol como alternativa para o tratamento com quimioterápicos. Atualmente, o tratamento de câncer de próstata em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um medicamento comumente usado para <strong>infecções fúngicas</strong> das unhas e outros órgãos pode ser utilizado para o tratamento de câncer de próstata avançado. Pesquisadores da <strong>Universidade Johns Hopkins</strong>, nos <strong>Estados Unidos</strong>, estão avaliando a possibilidade de usar a droga<strong> itraconazol</strong> como alternativa para o tratamento com <strong>quimioterápicos</strong>.</p>
<p>Atualmente, o tratamento de <strong>câncer de próstata</strong> em estágio avançado é feito com <strong>terapia hormonal</strong> e, quando não há uma resposta positiva para ela, inicia-se a <strong>quimioterapia</strong>, que é um método mais agressivo.</p>
<p>Porém, os pesquisadores da universidade americana, ao vasculharem um banco de dados com informações referentes a mais de três mil medicamentos, observaram que o itraconazol tinha a característica de bloquear o crescimento dos vasos sanguíneos que alimentavam o <strong>tumor</strong>, mostrando-se como alternativa à quimio.</p>
<p><strong>Metodologia de estudo</strong></p>
<p>Os estudiosos analisaram os efeitos do <strong>antifúngico</strong> em um grupo de pacientes portadores de <strong>câncer de próstata metástico</strong> – aquele que já se espalhou em outros órgãos. Foi aplicada uma dose diária de itraconazol, em quantidades distintas, no grupo de pacientes, e observou-se que apenas dois dos 17 pacientes (11,8% da amostra) que receberam baixas doses da droga apresentaram um <strong>PSA</strong> (antígeno que específico da próstata) estável ou em declínio.</p>
<p>Já entre os 24 que receberam altas doses da substância, 11 tiverem níveis de PSA estáveis ou reduzidos em 30% ou mais. Pacientes que não receberam itraconazol tiveram uma piora em seus níveis de PSA.</p>
<p>Alguns <strong>efeitos colaterais</strong> também foram observados, como aumento na taxa de potássio no sangue, hipertensão e retenção de líquidos. Mas esses efeitos foram minimizados com o uso de medicamentos para atenuar esses sintomas.</p>
<p>Outra importante descoberta feita pelo grupo de cientistas da Universidade Johns Hopkins foi a capacidade do medicamento de reduzir o nível de células tumorais circulantes presentes no sangue. Do grupo avaliado, 12 dos 14 homens que receberam altas doses de itraconazol apresentaram essa estatística. O próximo passo é realizar estudos em um grupo maior de homens para comprovar a eficácia da substância antes de tentar comercializá-la.</p>
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