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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Infectologia</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>E. coli: Prevenindo-se com as mãos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 18:00:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Infectologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Escherichia coli</strong>. O que até a alguns meses atrás poderia muito bem passar como nome de substância química, <strong>remédio</strong> ou até doença entre muita gente hoje é um nome bastante conhecido, capa de jornais e figura recente nos noticiários. Isso porque uma variante da bactéria Escherichia coli, ou <strong>E. coli,</strong> como também é chamada, foi responsável por causar mais de 40 mortes na Europa.</p>
<p>O caso chamou a atenção de todo o mundo pelos graves sintomas que essa bactéria causava. A E. coli, em realidade, é uma bactéria bastante comum, que pode ser encontrada nas fezes humanas e animais. Sua transmissão se dá por maus <strong>hábitos de higiene</strong> – não lavar bem as mãos ou os alimentos que são comidos crus.</p>
<p>No entanto, o surto europeu foi causado por uma cepa rara da E. coli, que destroi as hemácias e provoca <strong>insuficiência renal</strong>, causando o que os especialistas chamam <strong>de Síndrome Hemolítico- Urêmica</strong>. Nem todos os pacientes respondem com os mesmos sintomas graves da doença. Os especialistas ainda não sabem determinar ao certo porque alguns vão a óbito e outros sobrevivem à<strong> infecção</strong>.</p>
<p><strong>Higiene é proteção</strong></p>
<p><strong> </strong>O que é certo é que o perigo de um surto mundial de E. coli não é tão provável. Embora países como Colômbia tenham emitido alerta a passageiros que desejam visitar Europa, a própria forma como a doença se transmite impede que haja um contágio mundial. Isso porque a transmissão se dá via oral, com ingestão de alimentos contaminados, secreções ou mãos contaminadas levadas à boca.</p>
<p>Por outro lado, como a bactéria entra no organismo pelo intestino, há um menor tempo de resposta imunológica para a infecção. As mortes ocorrem devido a complicações da doença e que pedem um serviço especializado, como <strong>hemodiálise</strong> para o caso da síndrome hemolítico-urêmica. E nem sempre os hospitais podem oferecer essa estrutura de urgência.</p>
<p><strong>Pra quem vai viajar</strong></p>
<p><strong> </strong>No começo de junho, a <strong>Anvisa</strong> publicou uma nota orientativa sobre o surto de E. coli. Nela, a recomendação para quem vai viajar, em especial para a Alemanha, é de não consumir brotos crus e lavar bem as mãos. Aliás, lavar as mãos é uma ótima dica não apenas para prevenir a E. coli, mas uma série de outras doenças, em especial <strong>infecções intestinais</strong>.</p>
<p>Confira algumas outras dicas preventivas:</p>
<p>- Lave as mãos sempre: após ir ao banheiro, antes de comer e antes de cozinhar;</p>
<p>- Prefira alimentos cozidos aos crus;</p>
<p>- Se for comer alimentos crus, certifique-se que estão bem lavados;</p>
<p>- Procure evitar contato com criações de animais, como gado, porco ou ovelha.</p>
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		<title>Diagnóstico tardio da Aids aumenta o índice de mortalidade do paciente</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora os números relacionados à Aids no Brasil tenham, num panorama geral, se estabilizado nos últimos anos, um dado publicado em janeiro de 2011 pela Universidade de São Paulo (USP) ainda é preocupante. Segundo pesquisa conduzida pelo especialista, Alexandre Grangeiro, 40% da mortalidade de Aids está relacionada ao diagnóstico tardio da doença. Ainda que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora os números relacionados à <strong>Aids no Brasil</strong> tenham, num panorama geral, se estabilizado nos últimos anos, um dado publicado em janeiro de 2011 pela <strong>Universidade de São Paulo </strong>(<strong>USP</strong>) ainda é preocupante. Segundo pesquisa conduzida pelo especialista, <strong>Alexandre Grangeiro</strong>, 40% da <strong>mortalidade de Aids </strong>está relacionada ao <strong>diagnóstico tardio</strong> da doença.</p>
<p>Ainda que os dados do <strong>Ministério da Saúde</strong> (<strong>MS</strong>) mostrem que <strong>a sobrevida de pacientes com Aids</strong> tenha dobrado nos últimos anos – saltou de quatro anos e nove meses em 1995 para nove anos em 2008, e que a <strong>epidemia</strong> siga estável no país, com uma média de 20 casos a cada 100 mil habitantes, com uma especial redução de casos entre crianças menores de cinco anos – a <strong>detecção tardia</strong> da enfermidade ainda é um fator que precisa ser combatido.</p>
<p><strong>Diagnóstico de risco</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>De acordo com a pesquisa da USP, o <strong>perfil dos pacientes</strong> que recebem o diagnóstico tardio da doença é em sua maioria homens, com faixa etária acima de 40 anos, residente nas regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>Contribuem para o diagnóstico tardio tanto a dificuldade em acesso a alguns <strong>serviços de saúde </strong>por parte da população, em especial pelo perfil traçado no estudo, e a consequente demora no retorno do exame e a resistência que a sociedade ainda tem em procurar ajuda médica pelo <strong>estigma que a doença ainda envolve</strong>, conforme afirma o diretor do <strong>Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais</strong> do Ministério da Saúde, <strong>Dirceu Greco</strong>.</p>
<p><strong>Tarde demais</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Traduzindo em números, uma pessoa que inicia tardiamente o tratamento tem 49 vezes mais chances de morrer do que alguém que inicia no tempo adequado. De acordo com a mecânica usada na pesquisa, é considerado tardio o diagnóstico do paciente que já apresenta um comprometimento do sistema imunológico, uma contagem das células CD4 inferior a 200 células/mm³ ou uma doença associada à Aids.</p>
<p>Por outro lado, o fim do diagnóstico tardio traria uma grande redução na <strong>mortalidade por Aids</strong>, equivalente à obtida com o início do uso dos <strong>remédios antiaids</strong>, como avalia o pesquisador responsável pelo estudo da USP, Alexandre Grangeiro. Com os <strong>antirretrovirais</strong>, a taxa de mortalidade pela doença foi reduzida em 43%. Se o diagnóstico tardio fosse superado, essa queda poderia chegar a 62,5%. &#8220;A identificação de pacientes poderia ter poupado a vida de 17 mil pessoas em quatro anos&#8221;.</p>
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		<title>Dengue: embora pequena, probabilidade de epidemia existe</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 11:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo ano em pauta nos principais meios de comunicação, a dengue é uma doença que há tempos vem tirando o sono de todos os brasileiros. Isso porque anualmente o país corre o risco de enfrentar epidemias em função da falta de responsabilidade de muitos que ainda não entenderam que deixar água parada é o principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo ano em pauta nos principais meios de comunicação, a <strong>dengue</strong> é uma doença que há tempos vem tirando o sono de todos os brasileiros. Isso porque anualmente o país corre o risco de enfrentar <strong>epidemias</strong> em função da falta de responsabilidade de muitos que ainda não entenderam que deixar <strong>água parada</strong> é o principal foco para a reprodução do mosquito transmissor, o <strong><em>Aedes aegypti</em></strong>.</p>
<p>A doença, causada por um vírus que possui quatro <strong>sorotipos</strong>, é de gravidade variável e de curta duração. No Brasil, existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, DEN-2, DEN-3. O sorotipo 4 da doença (DEN-4), que não era encontrada há 28 anos no país, foi registrada em meados de 2010, em Roraima. A preocupação é que esse novo sorotipo crie uma epidemia no Brasil.</p>
<p>Porém, o especialista da <strong>Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)</strong>, <strong>Celso Granato</strong>, não acredita nessa hipótese, embora ela exista. “Teoricamente a probabilidade existe, até pelo pouco contato da população com o vírus, mas é muito pequena, já que esse novo sorotipo, pelos estudos, não indica ser mais <strong>perigoso</strong> que os outros três que estão em circulação no país”.</p>
<p>A opinião é embasada no fato de que outros países da América Latina como a Argentina, Caribe, Colômbia e Venezuela já registraram a incidência do vírus tipo 4, mas em nenhum deles ao que se sabe apresentou epidemia. A transmissão da dengue do tipo 4 acontece da mesma forma dos outros sorotipos</p>
<p>Por isso, é importante que algumas medidas como evitar contato com <strong>criadouros dos mosquitos</strong>, com <strong>caixas d água abertas</strong> e com ambientes com água parada, podem evitar a transmissão do vírus. O uso de repelentes e de roupas fechadas em <strong>regiões endêmicas</strong> também podem evitar o contato.</p>
<p>A entrada do DEN-4 em uma região que antes o vírus não circulava, encontrará pessoas frágeis a doença e, caso elas já tenham tido contato com a dengue, estarão susceptíveis a contraírem a <strong>forma hemorrágica da doença</strong>. Isso se deve porque quando uma pessoa é infectada por outro sorotipo da doença, o organismo imediatamente responde imunologicamente, podendo levar a quadros graves da dengue.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Na sua forma mais grave, sintomas como dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes preta e sangramento são sinais de alerta. Nesses casos, a mortalidade chega a 12%, mesmo que a doença seja tratada com terapia intensiva.</p>
<p>“Por isso é importante que sejam feitos tanto o exame laboratorial quanto o diagnóstico clínico. Esses dois fatores vão identificar se o paciente precisa ou não de internamento. Independentemente disso é importante começar o tratamento o quanto antes”, afirma a <strong>Infectologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</strong>, <strong>Patrícia Brasil</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Combate ao mosquito</strong></p>
<p>A responsabilidade no combate a dengue deve ser de todos, tanto do governo como da população. Cada um fazendo sua parte em beneficio de um bem comum: a vida de todos. Dados da <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> apontam que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países de todos os continentes, exceto a Europa. Desses, cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da doença.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A dengue pode facilmente ser confundida com outras doenças, o que a torna ainda mais perigosa. Como ela faz a pessoa perder bastante líquido, por isso é necessário beber bastante água, suco, água de coco e isotônicos. Deve-se evitar o consumo de bebidas alcoólicas e gaseificadas, como refrigerante.</p>
<p>Não tomar <strong>medicamentos</strong> sem o conhecimento do médico, também é uma forma de não torná-la mais grave. Em especial, evitar aqueles medicamentos que tem <strong>ácido acetil salicílico</strong> e <strong>anti-inflamatórios não hormonais</strong>, pois podem favorecer sangramentos, assim como injeções intramusculares devem ser evitadas.</p>
<p>O primeiro <strong>diagnóstico</strong> é feito clinicamente, baseado na história do paciente, exame físico e com base em exclusão de outras doenças. A comprovação do diagnóstico pode ser feita através de <strong>sorologia</strong>, que geralmente começa a dar positiva a partir do sexto dia de infecção.</p>
<p><strong>Vacina</p>
<p></strong>Ainda não existe vacina para o controle da doença, porém ela esta em estágio avançado, na chamada fase três, última fase de testes antes de ser desenvolvida clinicamente. A principal dificuldade para desenvolver a vacina é encontrar uma fórmula que proteja as pessoas dos sorotipos da doença, para evitar que uma pessoa vacinada contra um sorotipo acabe desenvolvendo outra forma da doença.</p>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<p>A grande capacidade de adaptação do mosquito acaba dificultando a erradicação do mesmo. Como ainda não temos uma vacina contra a doença, à melhor maneira de evitá-la é não deixar que o mosquito transmissor procrie.</p>
<p>Por isso, é fundamental que não se deixe água parada dentro de suas residências. Devemos ter atenção especial com pneus, vasos de plantas, latas e cisternas. Com flores, em especial bromélias que acumulam água na parte central, pois também podem servir como criadouros.</p>
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		<title>Enchentes trazem inimigos invisíveis: doenças</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 12:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infectologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça os perigos trazidos pelas águas das chuvas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passados os transtornos mais visíveis decorrentes das chuvas que afetaram vários estados em todo o Brasil nas últimas semanas, é hora de enfrentar um inimigo nem sempre visível: as <strong>doenças causadas pelas enchentes</strong>. Sejam por bactérias ou vírus, essas doenças afetam principalmente as pessoas que vivem nas <strong>regiões alagadas</strong>. E podem causar desde simples náuseas até mesmo a morte.</p>
<p>As principais doenças decorrentes das enchentes são, num grau de maior incidência, a <strong>leptospirose</strong> e a <strong>hepatite A</strong>. Ambas são transmitidas através do <strong>contato com a água contaminada</strong>. E o mais grave: ambas, quando não tratadas adequadamente, podem ser fatais.</p>
<p><strong>Leptospirose</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Evitar a leptospirose limpando a boca da latinha de cerveja ou refrigerante pode até ser uma <strong>medida preventiva</strong>, mas a quantidade de <strong>urina de rato</strong>, vetor transmissor da doença, que pode estar concentrada ali é infinitamente menor se comparada à quantidade encontrada nas <strong>enchentes</strong>, devido à força das águas que passaram por todos os locais de lixo e concentraram várias bactérias.</p>
<p>É o que afirma o professor adjunto da <strong>Universidade Federal do Rio de Janeiro</strong> (<strong>UFRJ</strong>) e médico infectologista em pediatria, <strong>Marcos Junqueira do Lago</strong>: “A doença é contraída quando a pessoa entra em contato com a água contaminada, seja através da boca, de um pequeno ferimento ou até mesmo da cutícula”.</p>
<p>Porém, no caso das tragédias que abalaram o país nos últimos meses, fica difícil determinar uma <strong>medida preventiva </strong>de evitar o contato com a água quando essa chegava ao teto das casas. “Nesses casos, o melhor a se fazer é assim que se chegar num local seguro, tirar a veste molhada e lavar-se com água e sabão”, aconselha o médico. Outra medida preventiva é estar atento aos sintomas, que levam de 15 a 21 dias para aparecer e são bem característicos por serem súbitos: “Se no período de duas semanas a pessoa sentir dor no corpo e febre súbitos, iniciados como que do nada, é bom procurar um médico”.</p>
<p><strong>Hepatite</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A enfermidade com segunda maior incidência em casos de enchentes é a hepatite A que, na opinião do infectologista Lago, tem defasagem em termos de prevenção no Brasil: “A <strong>prevenção da doença</strong> é feita com vacina, que não é aplicada no sistema público no país. Além disso, estamos defasados em termos de saneamento básico e água potável para a população em geral, o que leva a termos um índice de um caso de <strong>hepatite fulminante</strong> a cada 20 mil habitantes – o que, numa população como a do Brasil, não é pouco”.</p>
<p>Para o especialista, o ideal é que no caso de enchentes seja feita uma <strong>vacinação em massa</strong>, mesmo após a população ter tido contato com a água contaminada. Isso porque o <strong>período de incubação do vírus </strong>é de 30 a 60 dias, o que permite que a vacina atue em boa parte dos casos. Não sendo possível o acesso à vacina, é importante lavar muito bem os alimentos e cuidar com a água que ingere: “Enganam-se as pessoas que acham que somente águas de enchentes estão contaminadas. O vírus é transmitido pelas fezes, então até um rio cristalino pode ter o vírus da hepatite A”.</p>
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		<title>Jogo de computador ensina sobre HIV e Aids</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou um jogo  que trata da prevenção do vírus HIV e Aids. O público-alvo são os jovens entre 16 a 24 anos, mas a plataforma é aberta a todos. Trata-se de uma ferramenta de multimídia interativa que garante informação com diversão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura</strong> (<strong>Unesco</strong>) lançou um jogo  que trata da prevenção do vírus <strong>HIV</strong> e <strong>Aids</strong>. O público-alvo são os jovens entre 16 a 24 anos, mas a plataforma é aberta a todos. Trata-se de uma ferramenta de multimídia interativa que garante informação com diversão. Está disponível em três idiomas: inglês, francês e russo. O jogo de computador <strong>&#8216;Fast Car: Viajar com segurança ao redor do mundo&#8217;</strong> traz informações bastante precisas sobre como prevenir o HIV, ainda educa, entretém e promove <strong>hábitos sexuais </strong>e comportamentos saudáveis.</p>
<p>Muitas vezes, os adolescentes querem conversar com seus pais sobre questões relacionadas ao sexo, mas acham difícil ou ficam envergonhados. Em outras situações a timidez é um grande limitador no diálogo entre pais e filhos. Faltam as vezes informações e alguma habilidade nesse tipo de diálogo.</p>
<p>&#8216;Fast Car: Viajar com segurança ao redor do mundo&#8217; proporciona informações sobre as práticas de prevenção, tratamento e cuidados para o HIV e a Aids. O jogador pode correr em circuitos nos cinco continentes e visitar virtualmente alguns dos <strong>Patrimônios Mundiais da Unesco</strong>. Apresenta imagens dos locais e fatos interessantes sobre eles como os jogadores correndo.</p>
<p>A importância desse tipo de jogo está em fornecer aos jovens materiais informativos sobre HIV e Aids, e que possam ser distribuídos através de canais de comunicação com o objetivo de ajudar na compreensão exata das questões e práticas preventivas. A Unesco espera com esta ferramenta diminuir o percentual de infectados.</p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No Brasil a <strong>Fundação Oswaldo Cruz </strong>(<strong>Fiocruz</strong>) também desenvolveu um conteúdo similar a esse em que jovens e adolescentes podem obter informações de forma agradável. É o <strong>Zig Zaids</strong> que de forma lúdica ensina práticas de menor risco ao comportamento sexual de jovens e adolescentes.</p>
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		<title>Mães portadoras do HIV podem ter filhos com alterações hematológicas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 11:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[faculdade de ciências médicas da universidade estadual de campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[O estudo realizado pela bióloga Eliane Borges de Almeida, doutora em Fisiopatologia Médica, mostrou que filhos de portadoras do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) não nascem com a doença, porém apresentam alterações hematológicas, como anemia e diminuição dos glóbulos vermelhos e brancos. A pesquisa foi feita a partir da parceria de três departamentos, o setor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O estudo realizado pela bióloga <strong>Eliane Borges de Almeida</strong>, doutora em <strong>Fisiopatologia Médica</strong>, mostrou que filhos de portadoras do <strong>Vírus da Imunodeficiência Humana</strong> (<strong>HIV</strong>) não nascem com a doença, porém apresentam <strong>alterações hematológicas</strong>, como <strong>anemia</strong> e <strong>diminuição dos glóbulos vermelhos e brancos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa foi feita a partir da parceria de três departamentos, o setor de Hematologia do <strong>Hemocentro</strong>, o <strong>Centro de Investigação em Pediatria</strong> (<strong>CIPED</strong>) e o <strong>Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher</strong> (<strong>CAISM</strong>), todos da <strong>Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas</strong> (<strong>FCM/UNICAMP</strong>).<strong> </strong>Para a apuração foram comparadas 15 mães sem o HIV e seus bebês com o grupo de estudo composto por 36 mães com HIV positivo e seus respectivos filhos. Ao confrontar os dados ficou evidente para a pesquisadora que os bebês expostos ao HIV apresentaram uma diferença na maturação dos <strong>linfócitos B</strong>, responsáveis por produzirem anticorpos fundamentais na <strong>defesa imunológica</strong> dessas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recém-nascidos de mães HIV positivo e usuárias de drogas como crack e cocaína também demonstraram mais alterações nos linfócitos B. Já os bebês filhos de mães soropositivas e fumantes, foram detectadas alterações nos <strong>linfócitos T</strong>, relacionados à <strong>imunidade celular</strong>, ou seja, na defesa contra certos tipos de <strong>agentes infecciosos</strong>, como vírus e respostas às vacinas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a bióloga, o objetivo do estudo foi estudar a associação dos medicamentos <strong>antirretrovirais</strong> (<strong>ARV</strong>, <strong>coquetel anti-AIDS</strong>), tabagismo e drogas ilícitas sobre as subpopulações de linfócitos dos bebês. “No nascimento vimos que os ARV’s interferem na maturação das células B, assim, levantamos a hipótese de que a resposta desses bebês à vacinação não será semelhante à resposta dos não expostos ao ARV”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisadora ressalta que é preciso um acompanhamento mais próximo dessas crianças para poder apurar os efeitos em longo prazo dessas alterações. “Costumamos dizer que ‘a história nos contará’ se estas alterações persistirão e terão poder para influenciar o desenvolvimento. Precisaríamos mudar a conduta de acompanhamento dessas crianças, criar novos protocolos para avaliar estas alterações ao longo do tempo, pois só ele nos dará esta resposta”, finaliza.</p>
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		<title>Nova regra para venda de antibióticos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lei em vigor desde o final de novembro exige maior controle na venda dos medicamentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de a <strong>venda de antibióticos</strong> exigir a receita médica, no final de novembro a <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong> (<strong>Anvisa</strong>) baixou uma resolução com novas regras para a comercialização desse tipo de medicamento. A partir do dia 29 de novembro a venda de antibióticos exige duas vias da receita (uma fica retida na farmácia), dados completos do médico e do paciente e receituário com validade de 10 dias.</p>
<p>A <strong>nova regra da Anvisa</strong> quer evitar o uso indiscriminado de antibióticos, que podem aumentar a resistência da bactéria e criar casos como o da <strong>superbactéria KCP</strong>, que causou 19 mortes no Brasil, no segundo semestre de 2010. <strong>Jaldo de Souza Santos</strong>, presidente do <strong>Conselho Federal de Farmácia</strong> (<strong>CFF</strong>), considera a medida do governo federal correta. “Essas regras representam avanços para a saúde, além de devolver ao farmacêutico o processo de orientação quanto ao uso correto de medicamentos”.</p>
<p>Por outro lado, Santos comenta que é preciso organizar o <strong>setor de saúde</strong> para garantir o <strong>acesso da população aos médicos</strong>. “Como ficará a situação de uma criança que mora, numa cidadezinha distante, onde o médico só atende uma vez por semana e que está ardendo de febre, devido a uma amigdalite ou a uma infecção intestinal? Ou que reside num grande centro, onde a emergência do hospital está lotada e o atendimento só poderá ser feito, muito tempo depois? Uma infecção não pode esperar”, afirma.</p>
<p>Para ele, o pressuposto para a <strong>restrição na venda de antibióticos</strong> é o bom funcionamento dos hospitais, garantindo que todas as pessoas tenham acesso ágil e fácil ao médico e à receita.</p>
<p><strong>Antibiótico não é o único vilão</strong></p>
<p>Jaldo de Souza Santos explica que os antibióticos não podem ser responsabilizados como únicos causadores da proliferação da <strong>bactéria KCP</strong>. “Muitos hospitais sequer criaram as suas <strong>Comissões de Controle de Infecção</strong>, desrespeitando as determinações legais. A inexistência ou inoperância dessas comissões deixa o ambiente hospitalar completamente vulnerável à <strong>contaminação por bactérias</strong> gerada pelo uso abusivo ou inadequado de antibióticos e à não adesão dos profissionais da saúde, pacientes e visitantes a medidas simples, como a higienização das mãos”, denuncia o presidente do Conselho Federal de Farmácia.</p>
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		<title>Cistite ou infecção urinária?</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cistite-ou-infeccao-urinaria/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dores incômodas, desconforto e ardência ao urinar. Tudo começa com esses sintomas que são mais comuns no universo feminino e despertam a curiosidade e preocupação das mulheres. Porém, sempre fica a dúvida: é cistite ou infecção urinária? Saber diferenciar os sintomas é muito importante para evitar a evolução do problema e o uso incorreto da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dores incômodas, desconforto e ardência ao urinar. Tudo começa com esses sintomas que são mais comuns no universo feminino e despertam a curiosidade e preocupação das mulheres. Porém, sempre fica a dúvida: é <strong>cistite</strong> ou <strong>infecção urinária</strong>? Saber diferenciar os sintomas é muito importante para evitar a evolução do problema e o uso incorreto da medicação.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com <strong>Alfredo Canalini</strong>, <strong>delegado da </strong><strong>Sociedade Brasileira de Urologia</strong><strong> (</strong><strong>SBU</strong><strong>) Gestão 2010/2011 e presidente da Comissão Científica da </strong><strong>XIX Jornada Carioca de Urologia</strong><strong>,</strong> “infecção urinária é qualquer infecção que acometa o <strong>aparelho urinário</strong>. Cistite é a infecção urinária que se localiza somente na <strong>bexiga</strong>, sem atingir os <strong>rins</strong>” explica. Quando esse tipo de infecção ocorre no rim, chama-se <strong>pielonefrite</strong>; na bexiga, cistite; na <strong>próstata</strong>, <strong>prostatite</strong>; e na <strong>uretra</strong>, <strong>uretrite</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, segundo Canalini, as infecções urinárias são provocadas por <strong>bactérias</strong> que estão presentes no <strong>tubo digestivo</strong>, sendo a mais comum delas a <strong><em>Escherichia</em></strong><strong><em> </em></strong><em><strong>coli</strong></em><em>. As cistites acontecem quando essas bactérias começam a invadir a bexiga causando a infecç</em><em>ão.</em> “Essa invasão se inicia pela <strong>proliferação na área do períneo</strong> desses micro-organismos que, normalmente, se encontram nas fezes. Essa colonização do períneo se estende até a região da uretra e, a partir daí, sobe para a bexiga. A uretra feminina, por ser mais curta, facilita a invasão até a bexiga” completa Canalini.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o professor de urologia da <strong>Universidade Federal do Paraná </strong>(<strong>UFPR</strong>), <strong>Luiz Carlos de Almeida Rocha</strong>, a proporção, em relação ao sexo, das pessoas que contraem esse tipo de infecção urinária é de oito pacientes mulheres para cada um paciente homem. “A próstata e a uretra mais longa dificultam o acesso da bactéria, por isso a cistite masculina é mais complicada, pois exige tratamento prolongado e a infecção é mais séria” explica.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da cistite normalmente é feito com antibióticos por um período curto, em média três dias, porém deve ser receitado por um urologista para evitar complicações. Canalini completa explicando que “as cistites complicadas (com sintomas persistentes) e as de repetição (que são reincidentes), merecem investigação diagnóstica complementar, incluindo exames de imagem do <strong>aparelho urinário</strong>, e devem ser tratadas por tempo mais prolongado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar esse tipo de infecção, Canalini indica três cuidados: boa higiene, principalmente na região do períneo após as evacuações; beber água e não ficar prendendo muito a urina; e evitar a constipação intestinal.</p>
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		<title>Saiba mais sobre o sarampo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sarampo é uma doença infecciosa do sistema respiratório e altamente contagiosa. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 164 mil crianças morreram de sarampo em 2008, em todo o mundo. A doença é transmitida através de secreções respiratórias (gotículas) expelidas pela pessoa contaminada ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Outras formas de contágio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O<strong> sarampo</strong> é uma <strong>doença infecciosa</strong> do sistema respiratório e altamente contagiosa. Segundo dados da <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong>, 164 mil crianças morreram de sarampo em 2008, em todo o mundo. A doença é transmitida através de <strong>secreções respiratórias</strong> (gotículas) expelidas pela pessoa contaminada ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Outras <strong>formas de contágio</strong>, como contato com alimentos e objetos tocados pelas pessoas infectadas, são muito raros, já que o vírus <em><strong>morbillivirus</strong></em> sobrevive pouco tempo fora do hospedeiro, conforme informa a <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas do sarampo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O sarampo se distingue de outras <strong>doenças infectocontagiosas</strong>, como a <strong>varicela</strong> e <strong>caxumba</strong>, especialmente por seus sintomas bastante peculiares. De acordo com a pediatra infectologista do <strong>Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba</strong> (PR), e pesquisadora do <strong>instituto Pelé Pequeno Príncipe</strong>, <strong>Marion Burger</strong>, o quadro inicial do sarampo se caracteriza por tosse (com evolução para tosse com catarro), coriza, obstrução nasal, febre e, entre o quarto e o quinto dia, aparecem algumas lesões na pele, como erupções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção do sarampo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No seu ciclo de vida, o <strong>vírus do sarampo</strong> passa por um<strong> período de incubação</strong> de uma a duas semanas em que os sintomas não se manifestam. “Porém, o hospedeiro pode começar a transmitir a enfermidade até dois dias antes de começar a manifestar os sintomas. Por isso, a importância de estar em dia com a vacinação. Se você está no mesmo ambiente de trabalho que alguém com sarampo e nunca pegou a doença, nem está vacinado contra ela, há grande chance de contrair o vírus, independentemente, da sua imunidade”, alerta Marion.</p>
<p style="text-align: justify;">A vacina contra o sarampo é a<strong> tríplice viral</strong>, que também protege contra rubéola e caxumba. Conforme informações da Anvisa, o ideal é que seja tomada aos 12 meses de idade e reaplicada entre 4 e 6 anos de vida, mas também pode ser administrada na fase adulta. Quem já teve contato com a doença, porém, não deve se preocupar, pois está automaticamente imunizado contra ela e não corre o risco de contrair sarampo outra vez.</p>
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		<title>Nova superbactéria coloca cientistas do mundo todo em estado de alerta</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 11:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma cepa da bactéria gram-negativa Escherichia coli, que se aloja no intestino humano, está preocupando cientistas do mundo todo e colocando o planeta em estado de alerta. Pacientes ingleses que viajaram para o sul da Ásia para fazer cirurgias trouxeram de volta para a Inglaterra uma variação da E. coli que contém uma enzima capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma <strong>cepa</strong> da bactéria gram-negativa <strong><em>Escherichia coli</em></strong>, que se aloja no intestino humano, está preocupando cientistas do mundo todo e colocando o <strong>planeta em estado de alerta</strong>. Pacientes ingleses que viajaram para o <strong>sul da Ásia</strong> para fazer cirurgias trouxeram de volta para a Inglaterra uma variação da <strong><em>E. coli</em></strong> que contém uma enzima capaz de torná-la <strong>resistente aos antibióticos</strong> conhecidos, inclusive aos <strong>carbapenem</strong>, grupo desse tipo de medicamento, usado apenas em situações de emergência. A mutação, descoberta pela primeira vez em <strong>Nova Delhi</strong>, na <strong>Índia</strong>, e por isso mesmo conhecida como <strong>New Delhi metallo-lactamase</strong>, ou simplesmente <strong>NDM-1</strong>, também já foi identificada no <strong>Paquistão</strong> e agora em 37 pacientes do <strong>Reino Unido</strong>, que estão sob vigilância rigorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De acordo com a infectologista, <strong>Ciane Mackert</strong>, a cepa atua como qualquer outra bactéria <em>E. coli</em> normal e já havia sido identificada em 2007. Mas, agora que novos focos surgiram, as autoridades sanitárias do mundo inteiro estão unidas para impedir que haja uma infecção global. A ameaça aos humanos é real: “as cepas que contêm a enzima têm potencial de infecção humana e, quando não devidamente tratada, pode evoluir para formas graves de doença e até causar a morte. Uma vez que a enzima torna as bactérias resistentes aos antibióticos, o tratamento ficaria inviável”, afirma Ciane.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O esforço maior dos órgãos de saúde agora é isolar os casos de infecção dessa <strong>superbactéria</strong> e tentar controlar ao máximo sua disseminação, além de identificar novos focos e estudar uma opção de tratamento. A infectologista é otimista: “uma vez que a transmissão bacteriana é menor e mais fácil de ser controlada, caso haja um trabalho conjunto de pesquisadores, profissionais assistentes e autoridades sanitárias, acredito que esta cepa será combatida com sucesso”. Ela ressalta ainda que a preocupação é apenas para as cepas da <em>Escherichia coli </em>que apresentam a enzima NDM-1, ou seja, não se trata de uma bactéria comum.</p>
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