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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Hepatologia</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Carne vermelha em excesso causa diabetes</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 11:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Clinical Nutrition]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de carne vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa americana relaciona o consumo diário de carne com diabetes tipo 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma prova de que a alimentação influi diretamente na qualidade de vida. Um estudo publicado no <strong>American Journal of Clinical Nutrition</strong> no começo de agosto revelou que o consumo diário de <strong>carne vermelha</strong> aumenta o risco de desenvolver <strong>diabetes tipo 2.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1091 aligncenter" title="carne" src="http://www.medicsupply.com.br/wp_pacientes/wp-content/uploads/2011/10/carne.jpg" alt="" width="334" height="260" /></p>
<p>O estudo foi conduzido pela <strong>Escola de Saúde Pública de Harvard</strong>, em Boston, e é considerado o maior estudo a respeito do tema até agora. Após analisar cerca de 300 mil pessoas por mais de 30 anos, os pesquisadores concluíram que aqueles que consumiam carne vermelha ou processada diariamente tinham maior propensão a desenvolver a doença, ainda que os pacientes tenham o mesmo peso.</p>
<p>Segundo dados do estudo, as <strong>carnes processadas</strong> – como salsicha, salame e mortadela – são as mais prejudiciais. Consumir 50g por dia, o equivalente a uma salsicha, basta para aumentar em 51% as chances de desenvolver diabetes tipo 2.</p>
<p>Os fãs de carne vermelha também devem ficar atentos. Um bife, ou 100g de carne vermelha ao dia já é suficiente para um risco 19% maior de ter a doença.</p>
<p><strong>Lado positivo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa também revelou dados otimistas. Conforme as conclusões do estudo, alimentar-se com carnes e laticínios conhecidos como “magros”, além de grãos integrais, reduz o risco de diabetes tipo 2. A <strong>proteína magra</strong> é aquela é aquela vinda das carnes brancas, queijo branco etc.</p>
<p>A ligação entre a carne vermelha e processada e a diabetes tipo 2 não foi bem estabelecida. Uma possível explicação seria que algumas substâncias presentes nesse tipo de alimento causam dano às células beta do <strong>pâncreas</strong>, órgão responsável para produzir a <strong>insulina</strong> no nosso corpo.</p>
<p>Porém, alguns especialistas afirmam que é preciso analisar o estudo com cautela, já que o que a pesquisa sugere é uma reavaliação do <strong>consumo de carne vermelha</strong>, não a eliminação desse item da dieta. É importante lembrar que a carne vermelha é uma grande fonte de ferro, fundamental para combater a anemia e outras doenças. Moderação é a chave.</p>
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		<title>Hepatites virais</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de fígado]]></category>
		<category><![CDATA[cirrose]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema único de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa revela mudanças no padrão de ocorrências das doenças]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior pesquisa sobre <strong>hepatites virais</strong> já realizada na América Latina revela mudanças no padrão de ocorrência dessas doenças no Brasil. Foi percebido redução das infecções dos tipos A, B e C, entre os anos de 1999 e 2010. Os dados do <strong>Inquérito Nacional de Hepatites Virais</strong>, elaborado pelo <strong>Ministério da Saúde</strong> (<strong>MS</strong>), mostram que, nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o percentual da população que tem ou já teve hepatite (prevalência) foi de 39,5% para o tipo A, de 0,37% para o vírus B e de 1,38% para o tipo C.</p>
<p>De acordo com critérios da <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> (<strong>OMS</strong>), a frequência de casos encontrados das <strong>hepatites B e C</strong> é considerada baixa no Brasil. No caso da <strong>hepatite A</strong>, varia entre intermediária e baixa. Para o ministro da Saúde, <strong>Alexandre Padilha</strong>, os números encontrados no novo estudo são reflexos claros da melhoria das condições sanitárias, no caso da hepatite A, e do impacto da vacinação contra <strong>hepatite B</strong>.</p>
<p><strong>A pesquisa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Mais de 26 mil pessoas participaram da pesquisa sendo que 6.468 fizeram teste para hepatite A e 19.634 realizaram exames para detectar os vírus B e C. A população habitante no conjunto das capitais representa 23,8% da população total do país, ou seja, mais de 45 milhões de habitantes. O estudo é um retrato por aproximação dos números de casos das hepatites virais no Brasil.</p>
<p>Se o padrão observado nas capitais e no DF for considerado para todo o Brasil, a estimativa de prevalência para a população geral é de 20,5 milhões de pessoas que já tiveram, em algum momento de sua vida, infecção pelo vírus da hepatite A, 800 mil pelo tipo B e 1,5 milhão pelo vírus da <strong>hepatite C</strong>. Para o vírus tipo A, participaram do inquérito pessoas de 5 a 19 anos, faixa etária em que a prevalência permite realizar inferências sobre o padrão de ocorrência da doença. No caso dos vírus B e C, participaram indivíduos de 10 a 69 anos.</p>
<p><strong>Serviço eletrônico avisa aos jovens quando devem se vacinar</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Desde o início do mês, está disponível um serviço eletrônico que avisa os jovens de todo o país sobre o momento correto para se vacinarem contra a hepatite B. De acordo com o Ministério da Saúde, basta os interessados se cadastrarem no endereço eletrônico  <a href="file://voggtwk/VOGG/VOGG/Clientes/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary%20Internet%20Files/Content.Outlook/ZY9AXAEN/www.hepatitesvirais.com.br">www.hepatitesvirais.com.br</a> para receber e-mails informando as datas de cada dose. Os testes para a detecção da doença estão disponíveis no <strong>Sistema Único de Saúde</strong> (<strong>SUS</strong>), e podem prevenir complicações como <strong>cirrose</strong> ou <strong>câncer de fígado</strong>.</p>
<p><strong>A quem se destina a vacina?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O SUS disponibiliza gratuitamente vacina contra a hepatite B em qualquer posto de saúde para quem tiver até 24 anos, 11 meses e 29 dias. Há previsão dessa faixa será ampliada para até 29 anos em 2012. E, ainda, para quem pertencer ao grupo de maior vulnerabilidade como gestantes, trabalhadores da saúde, bombeiros, policiais, manicures, populações indígenas, doadores de sangue, gays, lésbicas, travestis e transexuais, profissionais do sexo, usuários de drogas e portadores de DST.</p>
<p>A imunização é realizada em três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.</p>
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		<title>Malária mata duas vezes mais do que a Aids</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/malaria-mata-duas-vezes-mais-do-que-a-aids/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 11:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[aids]]></category>
		<category><![CDATA[fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
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		<category><![CDATA[organização mundial da saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Revista da Fiocruz publica edição dossiê sobre a história da doença em uma perspectiva internacional]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a <strong>Organização Mundial da Saúde </strong>(<strong>OMS</strong>), a <strong>malária</strong> é a doença infecciosa que afeta o maior número de pessoas, provocando algo em torno de um milhão de mortes por ano, duas vezes mais do que a <strong>Aids</strong>.</p>
<p>Essas informações constam na carta do editor <strong>Jaime Benchimol</strong> aos leitores do número 18 do periódico <em>História, Ciências Saúde – Manguinhos</em>, publicado pela <strong>Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz)</strong>. É possível ter acesso gratuito à publicação no link: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0104-59702011000200001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0104-59702011000200001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt</a></p>
<p><strong>Perspectiva internacional</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Segundo Benchimol, o dossiê é um subproduto de um seminário que aconteceu na <strong>Fundação Oswaldo Cruz</strong> em abril de 2007, intitulado “<strong>Henrique Aragão</strong> e a pesquisa sobre a malária: 100 anos da descoberta do ciclo exoeritrocítico da malária”. Os artigos são originais e enfocam principalmente o Brasil em uma perspectiva internacional. Para o editor, este é o traço mais original dos trabalhos.</p>
<p>Após um século da descoberta da doença, os profissionais discutiram a evolução dos estudos sobre a malária, doença infecciosa que representava <strong>um dos principais desafios à medicina</strong> tropical na época em que ela se instituía como campo científico, isso nos fins do século 19, explica Benchimol.</p>
<p><strong>Ponto de vista histórico</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Autora de um dos artigos, a organizadora do seminário <strong>Magali Romero Sá</strong> analisa as origens e os desdobramentos da descoberta de Henrique Aragão, um dos pesquisadores do Instituto de Manguinhos no início do século 20.</p>
<p>No artigo, Magali retoma diversos aspectos do cotidiano institucional no início do século 20, como, por exemplo, o fato de o nome do centro de pesquisa mudar em 1908. O Instituto Soroterápico Federal passou a se chamar Instituto Oswaldo Cruz, no momento em que se inauguravam alguns dos prédios do centro histórico e se construía o <strong>Castelo Mourisco</strong> do campus de Manguinhos, ao mesmo tempo em que a agenda institucional foi se ampliando e diversificando.</p>
<p>Além de outros artigos, a publicação traz um depoimento e uma entrevista com a médica <strong>Ruth Sontag Nussenzweig</strong>, que desenvolve pesquisas na <strong>Escola de Medicina da Universidade de Nova York </strong>visando desenvolver uma <strong>vacina contra a malária</strong>.</p>
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		<title>Saiba mais sobre a anemia falciforme</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/saiba-mais-sobre-a-anemia-falciforme/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 11:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[abhh]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica equatorial]]></category>
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		<category><![CDATA[obstrução vascular]]></category>
		<category><![CDATA[sequestro esplênico]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>

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		<description><![CDATA[A depranocitose, também conhecida como anemia falciforme, é uma doença hereditária que causa uma má formação nas hemácias, células do sangue responsáveis principalmente por levar oxigênio ao organismo. Clarisse Lobo, hematologista pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), explica que a alteração se deve a um tipo anormal de hemoglobina (proteína natural do sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>depranocitose</strong>, também conhecida como <strong>anemia falciforme</strong>, é uma <strong>doença hereditária</strong> que causa uma má formação nas <strong>hemácias</strong>, células do sangue responsáveis principalmente por levar oxigênio ao organismo. Clarisse Lobo, hematologista<strong> pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH)</strong>, explica que a alteração se deve a um tipo anormal de hemoglobina (proteína natural do sistema sanguíneo), denominada <strong>hemoglobina S (HbS)</strong>, que modifica a forma das hemácias, “deixando-as com <strong>formato de foice</strong> — daí o nome ‘falciforme’ — ao invés da forma habitual que é um disco bicôncavo”. Esse formato da célula dificulta a circulação e pode provocar a <strong>obstrução vascular</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A médica afirma que a doença se manifesta a partir dos seis meses de idade e os principais sintomas são crises de <strong>dor muscular</strong> que podem acometer qualquer parte do corpo, como braços, pernas, abdômen e tórax, infecções como pneumonia, <strong>icterícia</strong> (pele e mucosas amareladas) e acúmulo de sangue no braço, o chamado <strong>sequestro esplênico</strong>. Além disso, conta Clarisse, a anemia crônica é outra característica da doença e que o diagnóstico é feito por meio do <strong>teste do pezinho</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A hematologista conta que a mutação genética tem origem na <strong>África equatorial</strong>, por isso, é natural que a prevalência da doença seja entre os <strong>afrodescendentes</strong>. “Devido à miscigenação da população brasileira, a cor de pele não deve nortear a suspeita da doença, pois é possível encontrar no nosso país pessoas com a pele branca cuja origem genética é africana”, ressalta. Ainda de acordo com ela, a doença é recessiva, o que quer dizer que um homem pode carregar o traço da doença, assintomático, e gerar descendentes anêmicos caso a mãe da criança também tenha o traço. Portanto, a probabilidade de um casal assintomático gerar um filho com depranocitose é de 25%. Sobre a possível prevalência do traço da anemia falciforme ao longo do tempo, Clarisse aposta na resistência do organismo portador da característica a doenças como a malária, em sua forma grave.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Clarisse informa que a prevalência da doença no Brasil depende muito da composição étnica de cada região. “O gene está presente na Bahia em um para cada 600 nascimentos, no Rio de Janeiro em um para cada 1200 e no Rio Grande do Sul em um para cada 6000 nascidos”, diz, e completa: “De acordo com a Agência Nacional da Saúde, ao todo cerca de três mil crianças nascem por ano no Brasil com a doença e 180 mil com traço, ou seja, portadoras de um gene mutado”.</p>
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		<title>14% das crianças baianas não realizam o teste do pezinho, diz estudo</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/14-das-criancas-baianas-nao-realizam-o-teste-do-pezinho-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[amostra de sangue]]></category>
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		<category><![CDATA[doença congênita]]></category>
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		<category><![CDATA[rede publica]]></category>
		<category><![CDATA[teste de guthrie]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Em agosto de 2010, o teste de Guthrie, ou teste do pezinho, completa nove anos de portaria, o que quer dizer, na teoria, que o exame realizado em bebês de até uma semana de vida é obrigatório nos hospitais da rede pública desde 2001. O exame é relativamente simples, realizado a partir de uma amostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto de 2010, o <strong>teste de Guthrie</strong>, ou <strong>teste do pezinho</strong>,<strong> </strong>completa nove anos de portaria, o que quer dizer, na teoria, que o exame realizado em bebês de até uma semana de vida é obrigatório nos hospitais da <strong>rede pública</strong> desde 2001. O exame é relativamente simples, realizado a partir de uma <strong>amostra do sangue</strong> do <strong>recém-nascido</strong> extraído com um pequeno furo em seu pé, e pode detectar <strong>doenças congênitas</strong>. De acordo com a hematologista e diretora do <strong>Hemocentro do Rio de Janeiro (Hemorio)</strong>, Clarisse Lobo, se identificadas precocemente, as doenças podem ser controladas ou tratadas, minimizando os danos no futuro. “O teste do pezinho é importante para detectar doenças como o <strong>hipotiroidismo congênito</strong> e a <strong>fenilcetonúria</strong>, que podem levar a um quadro de retardo mental no futuro”, afirma a médica. Ela ainda aponta que há uma outra fase do exame, cuja efetuação é facultativa e pouco usada nos municípios, para identificar <strong>fibrose cística</strong>, mas que é pouco difundida pela baixa incidência da doença.</p>
<p>No entanto, um estudo recente apontou que 14% das crianças baianas não realizam o teste do pezinho nas maternidades do estado. A situação é agravada pelo fato de que uma das doenças passíveis de serem descobertas com o exame, a <strong>anemia falciforme</strong>, tem alta prevalência na Bahia. Clarisse afirma que a cada 500 crianças que nascem no estado, uma possui a doença que, se não for controlada, pode causar dores, infecções e até levar à morte.</p>
<p>A hematologista explica, porém, que essa estatística pode estar subdimensionada. “As crianças que nascem em casa e fazem o teste do pezinho no posto de saúde durante a primeira vacinação (BCG) e aquelas que realizam o exame por meio de convênios particulares podem não ser contabilizadas”, acredita. Ainda assim, ela reconhece que existem mães que não fazem o teste do pezinho em seus filhos por não reconhecerem a importância do exame ou ignorarem sua existência. “Nesse caso, a solução é a educação e a sensibilização da população para o teste, que é praticamente indolor e extremamente benéfico para a saúde do bebê e um ganho para a saúde do Brasil”, alerta.</p>
<p>Veja algumas doenças que podem ser detectadas com o teste do pezinho:</p>
<ul>
<li> Fenilcetonúria</li>
<li> Hipotireoidismo Congênito</li>
<li> Toxoplasmose Congênita</li>
<li> Deficiência de Biotinidase</li>
<li> Hiperplasia Congênita de Supra-Renal</li>
<li> Hemoglobinopatias<strong></strong></li>
<li> Galactosemia</li>
<li> Hipotiroidismo<strong></strong></li>
<li> Deficiência da G6PD</li>
<li> Cromatografia Aminoácidos – Aminoacidopatias</li>
<li> Infecção Congênita pelo HIV</li>
<li> Deficiência da MCAD</li>
<li> Sífilis</li>
<li> Doença de Chagas</li>
<li> Citomegalovirose</li>
<li> Rubéola</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Mirtilo pode trazer benefícios à saúde</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/mirtilo-pode-trazer-beneficios-a-saude/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 11:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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		<category><![CDATA[blueberry]]></category>
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		<category><![CDATA[memória]]></category>
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		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento hepatite]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas revelam que a fruta também conhecida como blueberry pode melhorar a memória e a aprendizagem de idosos e as folhas podem prevenir a hepatite C]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Diz o ditado popular que estão nos pequenos frascos os melhores perfumes. A pesquisa realizada por cientistas americanos e canadenses sobre o potencial do suco de mirtilo inspira a criação de um novo ditado: são nas pequenas frutas que estão os melhores nutrientes. Quem poderia imaginar que uma fruta tão pequena como o <strong>mirtilo (<em>blueberry</em>) </strong>poderia trazer benefícios ao organismo humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser <strong>uma das mais ricas fontes de antioxidantes</strong> e outros compostos chamados fitoquímicos, esta fruta despertou o interesse da comunidade científica. Uma das pesquisas, realizada por pesquisadores da Universidade de Cincinnati (Ohio) e dos departamentos de agricultura dos Estados Unidos e Canadá, revelou que o <strong>suco de mirtilo contribui para a memória e a aprendizagem de idosos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">No estudo, um grupo de idosos voluntários, que apresentavam declínio precoce da memória, tomou entre dois e dois copos e meio de suco de mirtilo disponível comercialmente todos os dias durante um período de dois meses. Um grupo de controle consumiu, nas mesmas proporções, uma bebida sem suco de mirtilo. Os cientistas relataram no artigo publicado na revista Agricultural and Food Chemistry, que o grupo que consumiu o suco de blueberry mostrou melhora significativa na aprendizagem e nos testes de memória. Os resultados sugerem que a suplementação consistente do suco pode ser um caminho para prevenir ou atenuar a neurodegeneração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mirtilo na prevenção da Hepatite C</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A hepatite C é uma doença viral que afeta mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo e que, eventualmente, leva a complicações como a cirrose e o câncer de fígado. A cidade de Miyazaki, no sul do Japão, está entre as áreas com os níveis mais altos de infecção pelo vírus. Esta tendência instigou o professor Hiroaki Kataoka e seus colegas da Universidade de Miyazaki a empreender melhores opções de tratamento. A hepatite C é uma doença muito séria, já que não há vacina para ela e, embora exista uma combinação de medicamentos, o tratamento é efetivo em apenas 60% dos casos e o paciente acaba sofrendo muito com os efeitos colaterais.</p>
<p style="text-align: justify;">Kataoka e outros pesquisadores acreditavam que poderia haver um suplemento alimentar para  ajudar a reduzir ou até paralisar a progressão da doença, já que o vírus da hepatite C se localiza no fígado e pode levar 20 anos ou mais para se manifestar. Esta hipótese fez com que eles testassem quase 300 produtos agrícolas com o intuito de encontrar substâncias potenciais para suprimir a reprodução do vírus.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado da pesquisa foi a descoberta de que as <strong>folhas do mirtilo</strong> conhecido como mirtilo olhos-de-coelho (nativo do sudeste dos Estados Unidos) têm um composto químico identificado como proantociandina que possui uma grande capacidade de bloquear a replicação do vírus da hepatite C.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Vacina contra hepatite B pode evitar câncer de fígado</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Infectologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa comprova que vacinação de crianças contra hepatite b é eficaz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>vacina contra a hepatite B</strong>, adotada em mais de 80 países, além de evitar o contágio da doença pode proteger também contra o câncer de fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo feito em Taiwan constatou que <strong>vacinar crianças contra a hepatite B</strong> no nascimento reduz a incidência do <strong>câncer de fígado</strong>. Entre as crianças que receberam a vacina, apenas 64 desenvolveram a doença, contra 444 no grupo que não foi vacinado. E dos poucos que desenvolveram o câncer de fígado, apesar da vacina, pesquisadores descobriram que muitos não receberam as dosagens suficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A vacinação é altamente eficaz e quase não tem complicações, apenas uma reação local. A vacina é dada em três doses, num período de 180 dias a partir do nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estágio crônico da hepatite B pode evoluir para um câncer de fígado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A infecção da hepatite B pode limitar-se a uma fase aguda, geralmente combatida pelas próprias defesas imunológicas, ou pode atingir uma fase crônica, a qual está associada a duas complicações que são a cirrose e o câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">A infecção na idade adulta e na adolescência tem menos probabilidade de tornar-se crônica, do que nos casos em que a infecção é adquirida no nascimento ou nos primeiros anos de vida. As crianças que adquirem o vírus no início da vida geralmente não apresentam sintomas durante muitos anos, mas podem, tardiamente, apresentar cirrose ou câncer de fígado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da hepatite B:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Mal-estar<br />
- Febre baixa<br />
- Dor de cabeça<br />
- Fadiga<br />
- Dor abdominal<br />
- Náuseas, vômitos e aversão a alguns alimentos<br />
- Pele amarelada</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Gordura no fígado é sinal de alerta</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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		<category><![CDATA[cirurgia de obesidade]]></category>
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		<category><![CDATA[doença hepatite]]></category>
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		<category><![CDATA[gordura no fígado]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento esteatose hepática]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento hepatite]]></category>

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		<description><![CDATA[Esteatose hepática é uma alteração metabólica que se caracteriza pelo acúmulo de gordura no interior das células hepáticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pessoas com maus hábitos alimentares e obesas devem ficar atentas com a esteatose hepática, que é o <strong>acúmulo de gordura no fígado</strong>. Por isso vale o alerta de que é importante ficar atento aos primeiros sinais de gordura no fígado, como explica a dra Eloíza Quintela, gastroenterologista e hepatologista especialista no Tratamento de Doenças do Fígado do Hospital Albert Einstein em SP. “Tudo aquilo que ingerimos, após digerido, cai na corrente sanguínea e passa pelo fígado, que funcionará como um laboratório, selecionando o que for aproveitável daquilo que deverá ser eliminado do organismo. O problema é quando ocorre um excesso de chegada de substâncias ao fígado, excedendo sua capacidade de metabolizar, prejudicando assim seu funcionamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela relata o exemplo do que ocorre com uma pessoa obesa. “Além de naturalmente ingerir um excesso de nutrientes, sua corrente sanguínea já possui um excesso de substâncias que estão armazenadas, em geral, na forma de gorduras. Todo esse excesso, logicamente, ultrapassará a capacidade de metabolismo do fígado, ocorrendo, então, uma infiltração de gorduras no fígado, o que chamamos de esteatose hepática. Esse acúmulo levará à infiltração dos hepatocitos (células do fígado) com gordura que em excesso leva à fibrose e consequente <strong>cirrose do fígado</strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esteatose hepática </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecida como <strong>fígado gorduroso</strong>, atualmente é um problema de saúde pública no Brasil e nos Estados Unidos. “A causa e os mecanismos de produção da doença ainda não são bem conhecidos, mas há diversos fatores aos quais se associa o fígado gordo não alcoólico: nutricionais (obesidade, desnutrição), endócrinos (diabetes, dislipidemias), tóxicos (alguns medicamentos). Geralmente é detectada por acaso em avaliações médicas de rotina pelo achado de hepatomegalia (aumento do tamanho do fígado) e/ou níveis elevados de enzimas séricas, ou em ultra-sonografias de abdômen superior”, afirma Quintela.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que algumas vezes o aumento do fígado pelo acúmulo de gordura pode causar sensação dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento da esteatose hepática<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A principal atitude é corrigir a doença associada (diabetes e alterações do colesterol), ou seja, eliminar sua causa. Por exemplo, em caso do álcool, abstinência do mesmo; no caso de obesidade uma dieta adequada pode começar a corrigir alterações hepáticas dentro de 4 a 8 semanas. E, atividade física de rotina também é muito importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Doutora Eloíza Quintela faz algumas considerações para o tratamento:</p>
<p>- Fornecer apoio ao paciente e sua família.<br />
- Sugerir aconselhamento para os doentes alcoólicos e prestar apoio emocional à família.<br />
- Ensinar ao paciente com diabetes e sua família sobre o cuidado adequado, tais como o efeito das injeções de insulina, dieta e exercícios.<br />
- Enfatizar a necessidade da supervisão médica em longo prazo.<br />
- Orientar o paciente obeso e sua família sobre a dieta adequada.<br />
- Advertir contra dietas da moda, que normalmente são nutricionalmente inadequadas. O importante é a reeducação alimentar.<br />
- Sugerir mudanças na dieta e procurar um nutricionista.<br />
- Recomenda-se supervisão médica para um paciente que esteja com mais de 20% de sobrepeso.<br />
- Exercícios físicos, medicamentos antioxidantes.<br />
- Retirar drogas hepatotóxicas.<br />
- Orientar o paciente que o acúmulo de gordura no fígado é reversível apenas se ele segue estritamente o programa terapêutico, caso contrário, riscos permanentes de maiores danos hepáticos, como a cirrotização do órgão podem ocorrer, sendo necessário o transplante de fígado.</p>
<ul></ul>
<p><strong>Dra Eloíza Quintela</strong> é gastroenterologista e hepatologista especialista no Tratamento de Doenças do Fígado no Hospital Albert Einstein (SP); cirurgiã de transplantes de fígado. Membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia e Assoc. Brasileira de Transplantes de Órgãos-ABTO.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações em: <a href="http://www.doencasdofigado.com.br " target="_blank">www.doencasdofigado.com.br </a></p>
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		<title>Cientistas desvendam código genético do vírus da hepatite E</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cientistas-desvendam-codigo-genetico-do-virus-da-hepatite-e/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 17:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hepatologia]]></category>
		<category><![CDATA[causa da hepatite E.]]></category>
		<category><![CDATA[doença viral]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite A]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite crônica]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite fulminante]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite viral]]></category>
		<category><![CDATA[o vírus da hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas da hepatite E]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas típicos da hepatite E]]></category>
		<category><![CDATA[vírus da hepatite E]]></category>
		<category><![CDATA[vírus que causa a hepatite E]]></category>

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		<description><![CDATA[ Sintomas da hepatite E podem ser semelhantes a outros tipos de hepatite viral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma equipe internacional de cientistas desvendou a estrutura atômica da camada de proteínas que protege os indivíduos contra o <strong>vírus da hepatite E</strong>. Através dessa descoberta, os cientistas esperam <strong>parar o vírus da hepatite</strong>, impedindo que ele se ligue às células humanas e inicie seu processo infeccioso. A descoberta foi publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de dois anos de estudos e de calcular a posição de 500 mil átomos que formam a carapaça do <strong>vírus da hepatite E</strong>, os pesquisadores criaram um modelo 3-D em computador que permitiu aos pesquisadores identificar os pontos na capa do vírus que ele utiliza para se ligar às células e produzir a infecção.</p>
<p style="text-align: justify;">Dra. Eloíza Quintela, gastroenterologista e hepatologista especialista no Tratamento de Doenças do Fígado no Hospital Albert Einstein (SP), acredita que as pesquisas atuais em busca de inibidores competitivos que interrompam o processo de ligação e impeçam que o vírus se ligue aos receptores celulares estão no caminho certo. “Em breve teremos uma vacina eficaz como a da <strong>hepatite A</strong>”, sugere.</p>
<p style="text-align: justify;">Dra. Maria Lucia Pedroso, gastroenterologista da área de Concentração em Hepatologia do Hospital das Clínicas de Curitiba, espera que o desenvolvimento de medidas mais eficazes para o controle da transmissão desta infecção, como a criação de antivirais e principalmente de uma vacina; resultem dessa pesquisa. “Esperamos que os resultados da pesquisa possam levar a medidas de melhor controle da doença para os pacientes” diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Hepatite E</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>vírus que causa a hepatite E</strong> é bem pequeno e foi descrito em vários casos de <strong>hepatite </strong>no México, Ásia e África. No Brasil já foram encontrados alguns casos no norte e nordeste do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa doença acomete preferencialmente jovens adultos. Os sintomas da <strong>hepatite E</strong> podem ser semelhantes a outros tipos de <strong>hepatite viral</strong> (icterícia, falta de apetite, cansaço, dor abdominal) ou ser assintomática. A <strong>Hepatite E</strong> costuma evoluir para cura espontânea. Alguns poucos casos podem evoluir para formas graves, fulminantes, em especial em mulheres no terceiro trimestre de gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>vírus da hepatite E</strong> tem um período de incubação bem curto e provavelmente é adquirido através da água.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Sintomas da Hepatite E</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>sintomas típicos da hepatite E</strong>, entre os jovens e os adultos, dos 15 aos 40 anos, são a icterícia (que pode manter-se durante várias semanas), falta de apetite, náuseas, vômitos, febre, dores abdominais, aumento do volume do fígado e mal-estar geral. As crianças geralmente não apresentam quaisquer sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Diagnóstico da Hepatite E</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>doença da hepatite E</strong> é diagnosticada quando se detectam anticorpos IgM anti-VHE, após análises bioquímicas às enzimas hepáticas. É durante o período de incubação e no início da fase aguda que o número de vírus no organismo atinge o seu máximo, acontecendo o mesmo com a quantidade que é libertada nas fezes; nesta altura é possível encontrar os antígenos virais nas células do fígado e concluir, que a pessoa está infectada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Transmissão da Hepatite E</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tal como a <strong>hepatite A</strong>, o <strong>vírus da hepatite E</strong> propaga-se através da água e alimentos contaminados por matérias fecais, sendo mais rara a transmissão de pessoa a pessoa. Não há registros de <strong>transmissão da hepatite E</strong> por via sexual ou através do sangue.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Prevenção da Hepatite E</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As medidas de prevenção incluem cuidados de higiene redobrados quando se viaja para zonas onde a <strong>doença da hepatite E</strong> é comum. Não se deve consumir água e gelo que possam provir de locais contaminados, sendo melhor optar por beber água engarrafada e selada. As frutas e os vegetais só devem ser consumidos depois de cozinhados e desaconselha-se a ingestão de marisco cru.</p>
<p style="text-align: justify;">O cloro é o elemento químico que tem sido utilizado com sucesso na desinfecção das águas públicas nas zonas onde se registraram epidemias. Os desinfetantes à base de iodo também já provaram ser capazes de destruir o vírus.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Tratamento </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>hepatite E</strong>, como <strong>doença viral</strong>, não deve ser tratada com antibióticos. As infecções são, em geral, limitadas e, normalmente, não é necessária hospitalização, exceto em caso de <strong>hepatite fulminante</strong> (falência aguda do fígado em 48 horas).</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento é feito somente para aliviar os sintomas. Costuma haver regressão dos mesmos após duas a seis semanas. “Não havendo evolução para <strong>hepatite crônica</strong>, os pacientes se curam e adquirem proteção para toda vida” esclarece Dra. Maria Lucia Pedroso.</p>
<p style="text-align: justify;">*Dra. Eloíza Quintela é gastroenterologista e hepatologista especialista no Tratamento de Doenças do Fígado no Hospital Albert Einstein (SP), Cirurgiã de Transplantes de Fígado &#8211; Membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia e Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos-ABTO.<br />
Consultório I: Hospital Israelita Albert Einstein Av. Albert Einstein, 627, Morumbi &#8211; Prédio Manoel Tabacow Hidal &#8211; 13º Andar, Sala 1317 Cep: 05652-9000 Tel: (0xx11) 3747-3018 PABX: (11) 3747-3547</p>
<p>Consultório II: Ibirapuera<br />
Av. República Do Líbano, 2123 -São Paulo<br />
Cep: 04501-003 Tel : (11) 5052-1087  Fax: (11) 5056-0931</p>
<p>Mais informações: (11) 3747-3018 ou (11) 5052-1087 ou pelo site: <a href="http://www.doencasdofigado.com.br/" target="_blank">http://www.doencasdofigado.com.br/</a></p>
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