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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Hematologia</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Fiocruz lança exame que permite identificar HIV em 20 minutos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 11:00:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O teste será distribuído nos Centros de Testagem e Aconselhamento da rede pública]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando há desconfiança de contágio pelo <strong>HIV</strong>, é importantíssimo realizar o quanto antes o teste. O diagnóstico precoce aumenta a <strong>expectativa de vida do soropositivo</strong>. Além disso, respeitar as recomendações médicas aumenta a <strong>qualidade de vida do paciente</strong>. A análise da infecção é realizada através de coleta de sangue.</p>
<p>O <strong>Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos</strong>, <strong>Bio-Manguinhos</strong>, da <strong>Fundação Oswaldo Cruz </strong>(<strong>Fiocruz</strong>), irá agilizar o tempo de espera do resultado. A partir de uma parceria de transferência tecnológica, produzirá um exame que comprova o <strong>diagnóstico do HIV</strong> em aproximadamente 20 minutos.</p>
<p>Hoje, a espera pela confirmação pode chegar a um mês. O teste confirmatório <strong>imunoblot rápido DPP® HIV 1/2</strong> será distribuído pelo <strong>Ministério da Saúde</strong> nos Centros de Testagem e Aconselhamento da rede pública a partir do segundo semestre de 2011. Com margem mínima de erro, o kit garante vários benefícios aos portadores da doença, que vão da agilidade no diagnóstico ao desempenho em termos de sensibilidade e especificidade.</p>
<p><strong>Agilidade no diagnóstico é fundamental ao tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O instituto vem investindo em soluções inovadoras que representam grande avanço no diagnóstico da doença, como o teste rápido, que já é produzido desde 2004 por Bio-Manguinhos. O novo teste confirmatório começou a ser desenvolvido em 2009 e, além de substituir com vantagens o atual, tem um custo cinco vezes menor.</p>
<p>O gerente do Programa de Desenvolvimento de Reativos do Instituto, <strong>Antônio Ferreira</strong>, ressalta que, quanto mais rápido se tem o diagnóstico, melhor pode ser o tratamento do soropositivo. “A tendência é, com o tempo, desenvolvermos testes ainda melhores, com resultados ainda mais rápidos, o que ajudará no tratamento”, afirma o pesquisador.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Programa governamental</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os produtos para diagnóstico desenvolvidos pelo instituto atendem aos programas de controle de endemias e agravos da Secretaria de Vigilância em Saúde e do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do MS. Segundo a assessoria de imprensa de Bio-Manguinhos, os kits de reativos para diagnóstico ampliam o acesso da população a exames e contribui para a detecção precoce de doenças como <strong>Chagas</strong>, <strong>leptospirose</strong>, <strong>leishmaniose canina</strong>, HIV, <strong>esquistossomose</strong> e outras enfermidades parasitárias.</p>
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		<title>Oxímetro pode ajudar na detecção de doenças cardiovasculares durante o sono</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/oximetro-pode-ajudar-na-deteccao-de-doencas-cardiovasculares-durante-o-sono/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 18:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vogg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnosticar doenças]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
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		<description><![CDATA[O sono é o repouso da alma. E da saúde também. Além de recarregar as baterias do corpo, agora também é possível diagnosticar doenças enquanto se dorme. Pesquisadores suecos desenvolveram um método de detectar enfermidades cardiovasculares durante o sono. Através do oxímetro, um aparelho que mede a quantidade de oxigênio no sangue, é possível analisar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sono é o repouso da alma. E da <strong>saúde</strong> também. Além de recarregar as baterias do corpo, agora também é possível <strong>diagnosticar doenças</strong> enquanto se dorme. Pesquisadores suecos desenvolveram um método de detectar enfermidades cardiovasculares durante o sono. Através do <strong>oxímetro</strong>, um aparelho que mede a quantidade de oxigênio no sangue, é possível analisar uma série de componentes que avaliam a qualidade do <strong>sistema cardiovascular</strong>, e assim, dão indícios de se há algum motivo para se preocupar e fazer novos exames.</p>
<p>Ao contrário do nome, o <strong>oxímetro de pulso</strong> não é ligado ao pulso, mas sim ao dedo. Funciona como um grampo com sensores emissores de luz nas pontas. Através da medição do comprimento de onda e sua variação entre a oxiemoglobina e sua forma desoxigenada, o aparelho consegue detectar o oxigênio do sangue.</p>
<p><strong>Pesquisa sueca</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para o estudo sueco os pesquisadores utilizaram uma versão modificada do oxímetro. Baseando-se na medição de cinco componentes do sinal que tradicionalmente é detectado pelo aparelho como a aceleração da <strong>frequência cardíaca</strong>, a dessaturação do oxigênio, o tempo de propagação do pulso, a atenuação da onda de pulso e as oscilações da pulsação relacionadas à respiração, os cientistas avaliaram o risco do paciente de sofrer uma <strong>doença cardiovascular.</strong></p>
<p>O resultado da pesquisa feita com 148 pessoas mostrou que apenas 20% dos pacientes de alto risco não foram identificados com essa técnica, que tem a grande vantagem de ser não invasiva. Segundo os estudiosos, essa técnica possibilita uma identificação mais ágil e fácil dos pacientes com elevado risco de doença cardiovascular.</p>
<p>A técnica pode resultar na identificação mais rápida e mais fácil dos pacientes com risco elevado de doença cardiovascular, ou eventuais agravamentos de seu estado de saúde. Agora, equipe está em processo de novos estudos para o aparelho antes de poder comercializá-lo.</p>
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		<title>Como medir a taxa de glicose</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 11:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo realizado pela Juntendo University Graduate School of Medicine, em Tóquio, no Japão, e divulgado pela revista especializada Diabetes Care em janeiro deste ano, alerta para a necessidade de se lavar as mãos antes de se medir a glicose. De acordo com a pesquisa, pedaços invisíveis das frutas permanecem impregnados nas mãos e podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela <strong>Juntendo University Graduate School of Medicine</strong>, em<strong> Tóquio</strong>, no <strong>Japão</strong>, e divulgado pela revista especializada <strong>Diabetes Care</strong> em janeiro deste ano, alerta para a necessidade de se <strong>lavar as mãos antes de se medir a glicose</strong>. De acordo com a pesquisa, pedaços invisíveis das frutas permanecem impregnados nas mãos e podem se misturar ao sangue coletado para o <strong>exame de diabetes</strong>, fazendo a <strong>taxa glicêmica</strong> parecer mais alta do que realmente é.</p>
<p>Com um resultado falso do exame da <strong>taxa de glicose</strong>, o diabético pode vir a ingerir uma dose desnecessária de insulina. “As consequências de uma <strong>ingestão indevida de insulina</strong> podem ser até fatais”, explica o presidente da <strong>Associação dos Diabéticos do ABC paulista </strong>(<strong>ADIABC</strong>), <strong>Marcio Krakauer</strong>.</p>
<p>A <strong>insulina</strong> – usada para baixar os níveis de glicose – pode ser aplicada indevidamente quando os resultados são imprecisos. Para Krakauer, não apenas resquícios de frutas nas mãos levam a uma medição errônea, mas outras substâncias: “Uma <strong>medição errônea</strong> tanto por frutas como por refrigerante, açúcar ou balas pode alterar dando um resultado falso alto, levando a hipercorreção com doses elevadas de insulina. Em crianças pequenas isto pode ser dramático”.</p>
<p><strong>Cuidados básicos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os <strong>monitores de glicose</strong> são bastante difundidos entre os diabéticos. Seu uso é muito simples: uma gota de sangue é coletada da ponta do dedo e analisada em seguida para determinar a <strong>taxa de açúcar</strong> presente no sangue. De acordo com essa taxa é que se determina a quantidade de insulina a ser ingerida, quando for o caso.</p>
<p>Para que o resultado deste exame não sofra a interferência de fatores externos, alguns cuidados precisam ser observados. Além de lavar as mãos, para evitar que os açúcares invisíveis dos alimentos influenciem no resultado, Krakauer recomenda checar se a tira está na validade, utilizar sempre uma lanceta nova, verificar se o código do monitor está de acordo com a caixa da tira reagente quando necessário – nem todos monitores requerem este procedimento –, colocar a quantidade de sangue adequada para a tira em questão e checar se a data e hora estão colocadas e se as pilhas estão boas.</p>
<p><strong>Dados da pesquisa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A maioria dos monitores de glicemia afirma que a higienização do dedo com álcool é suficiente antes de realizar o exame. No entanto, a pesquisa comprovou que o álcool sozinho pode não eliminar os restos de açúcares das mãos. O estudo reuniu um grupo de voluntários saudáveis e mensurou a sua taxa de glicemia antes de descascar frutas, depois de manuseá-las sem lavar as mãos e depois de manuseá-las tendo higienizado com álcool. O resultado foi surpreendente.</p>
<p>Num primeiro momento, foi medida a taxa glicêmica antes de manusearem as frutas (mão limpas) e aferido um índice médio de 90 mg/dl. Em seguida eles descascaram frutas e lavaram as mãos com água, e o índice se manteve o mesmo.</p>
<p>Já quando haviam descascado as frutas, não lavado as mãos e passado pelos exames, os <strong>níveis de glicose</strong> se mostraram mais altos: 180 mg/dl para aqueles que descascaram o kiwi. E esse nível se manteve em 180 mg/dl mesmo após os voluntários esfregarem suas mãos com álcool. De acordo com o estudo, resultados corretos não foram produzidos mesmo após cinco higienizações das mãos.</p>
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		<title>Refrigerante diet consumido diariamente aumenta o risco de derrame e ataque cardíaco</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/refrigerante-diet-consumido-diariamente-aumenta-o-risco-de-derrame-e-ataque-cardiaco/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores da University of Miami Miller School of Medicine, nos Estados Unidos, concluíram um estudo onde mostram que consumir refrigerante diet diariamente está associado à maior risco de derrame, ataque cardíaco e mortes relacionadas a eventos vasculares. A pesquisa apresentada na International Stroke Conference 2011, em Los Angeles (EUA), envolveu 2.564 pacientes e apontou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da <strong>University of Miami Miller School of Medicine</strong>, nos Estados Unidos, concluíram um estudo onde mostram que consumir <strong>refrigerante diet</strong> diariamente está associado à maior <strong>risco de derrame</strong>, <strong>ataque cardíaco</strong> e mortes relacionadas a eventos vasculares.</p>
<p>A pesquisa apresentada na <strong>International Stroke Conference</strong> 2011, em Los Angeles (EUA), envolveu 2.564 pacientes e apontou que as pessoas que beberam refrigerante diet diariamente apresentaram um risco 61% maior de <strong>doenças cardiovasculares</strong> do que aqueles que relataram não beber refrigerante.</p>
<p>Quando os dados foram cruzados com <strong>síndrome metabólica</strong>, <strong>doenças vasculares periféricas</strong> e histórico de <strong>doença cardíaca</strong>, o risco foi 48% maior, destacaram os pesquisadores no estudo apresentado na conferência internacional sobre Acidente Vascular da Associação Americana de AVC.</p>
<p>Segundo a autora do estudo, <strong>Hannah Gardener</strong>, se forem confirmados resultados futuros, poderemos sugerir que o refrigerante diet pode não ser o substituto ideal de bebidas adoçadas com açúcar para a proteção contra os resultados vasculares</p>
<p>De acordo com o cardiologista da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, <strong>André Langowiski</strong>, as pessoas consomem refrigerantes e <strong>produtos diet</strong> pensando que isso significa um bem para a saúde, mas não é bem assim. “Isso porque esses produtos apresentam uma <strong>grande quantidade de sódio</strong>, substância causadora da<strong> hipertensão</strong>, que é um dos fatores que leva a <strong>acidentes vasculares cerebrais</strong>”.</p>
<p>Para ele, a pesquisa é interessante porque desmistifica o pensamento que as pessoas têm de que os produtos diet, que possuem pouca <strong>glicose</strong>, seriam benéficos para a saúde. Em outro estudo com 2.657 participantes, cientistas descobriram que a ingestão elevada de <strong>sal </strong>foi associada a um risco significativamente maior de <strong>acidente vascular cerebral isquêmico</strong>, independente de causar hipertensão. Os pesquisadores afirmaram que as pessoas que consumiram mais de 4 mil mg de <strong>sódio</strong> por dia tinham mais que dobro do risco de <strong>AVC</strong> se comparados com aqueles que consomem menos de 1.500 mg por dia.</p>
<p>“O ideal é o consumo de 4 a 6 gramas por dia. Acima disso, em uma frequência diária, começa a se tornar perigoso para a saúde da população”. Nessa direção de alertar a população, a <strong>Sociedade Brasileira de Cardiologia</strong> (<strong>SBC</strong>) lançou a campanha “Eu sou 12 por 8” em junho de 2010. O objetivo é conscientizar a população brasileira sobre os benefícios de manter a <strong>pressão arterial</strong> em níveis adequados e sobre os riscos de hipertensão.</p>
<p>Segundo estimativas da Sociedade, no Brasil, existem cerca de 30 milhões de hipertensos. A pressão não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no país: acidente vascular cerebral e o <strong>infarto do miocárdio</strong>. Por ano, 300 mil brasileiros são vítimas dessas doenças que matam mais que todos os <strong>tipos de câncer</strong>, por exemplo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A pesquisa foi feita por meio de um questionário de frequência alimentar. Com base nos dados, os participantes foram agrupados em sete categorias de consumo. Nenhum refrigerante (o que significa menos de um refrigerante de qualquer tipo por mês); consumo moderado de refrigerante regular, consumo diário de refrigerante regular; consumo moderado de refrigerante diet; consumo diário de refrigerante diet; e dois grupos de pessoas que consumiam ambos os tipos: consumo moderado de refrigerante diet e regular e consumo diário de refrigerante regular diet.</p>
<p>Foram considerados durante a pesquisa a idade dos participantes, sexo, raça ou etnia, tabagismo, exercício físico, consumo de álcool e ingestão calórica diária. Durante nove anos, ocorreram 559 eventos vasculares, incluindo vascular cerebral isquêmico e hemorrágico.</p>
<p>Também foi realizada pesquisa de sódio, onde 187 acidentes vasculares cerebrais isquêmicos foram relatados durante nove anos de segmento. O risco de derrame, independente da hipertensão, aumentou em 16% para cada 500 mg de sódio consumido por dia.</p>
<p>Na pesquisa foram incluídos ajustes por idade, sexo, raça, educação, consumo de álcool, exercícios, ingestão calórica diária, tabagismo, diabetes, colesterol alto, pressão alta e doença cardíaca prévia.</p>
<p>&#8220;A mensagem da pesquisa é que a ingestão elevada de sódio é um fator de risco para acidente vascular cerebral isquêmico em pessoas com hipertensão, bem como entre os sem hipertensão arterial, ressaltando a importância de limitar o consumo de alimentos com alto teor de sódio para a prevenção do AVC&#8221;, disse o Gardener.</p>
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		<title>O que é trombose</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A trombose se caracteriza pela formação de um coágulo de sangue no interior dos vasos sanguíneos. E isso ocorre por associação plaquetária. Existem três tipos de trombo (ou coágulo): trombo hemostático, trombo venoso e trombo arterial. As proteínas deste processo são produzidas no fígado humano e podem ser encontradas em todo o sangue. O trombo hemostático é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>trombose</strong> se caracteriza pela formação de um <strong>coágulo de sangue</strong> no interior dos <strong>vasos sanguíneos</strong>. E isso ocorre por <strong>associação plaquetária</strong>. Existem três tipos de trombo (ou coágulo): <strong>trombo hemostático</strong>,<strong> trombo venoso </strong>e<strong> trombo arterial</strong>. As proteínas deste processo são produzidas no fígado humano e podem ser encontradas em todo o sangue. O trombo hemostático é fisiológico, já os outros dois seguintes são patológicos, isto é, sua origem está associada a doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">O trombo ocorre devido a diversos fatores: <strong>operações</strong>, <strong>válvula cardíaca artificial</strong>, <strong>mudanças no(s) vaso(s) sanguíneos</strong>,<strong> deficiência de coagulação do sangue por nascença</strong> ou outras doenças. Quando a trombose se forma em veias profundas ou no interior dos músculos ela passa a ser chamada de <strong>trombose venosa profunda (TVP</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Fatores pró-trombose:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Lesão do tecido venoso</strong>;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Colágeno</strong>; e</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Ativação plaquetária</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A trombose pode ser causada por uma anomalia em um ou mais itens da <strong>Tríade de Virchow</strong> que podem ser:</p>
<p style="text-align: justify;">- Hipercoagulabilidade do sangue;</p>
<p style="text-align: justify;">- Características das paredes venosas; e</p>
<p style="text-align: justify;">- Natureza do fluxo sanguíneo (hemodinâmica).</p>
<p style="text-align: justify;">O trombo forma-se em geral por danos causados nas paredes dos vasos sanguíneos. Pode advir de um trauma ou infecção, ou também pela lentidão ou estagnação do fluxo sanguíneo, ocasionado por alguma irregularidade nos fatores de <strong>coagulação sanguínea</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O termo <strong>tromboembolia</strong> pode também ser usado para descrever tanto a trombose quanto sua complicação que seria o <strong>embolismo</strong>. Às vezes pode ocorrer em uma veia situada na superfície do corpo, logo abaixo da <strong>epiderme</strong>. Nesse caso é chamada de <strong>tromboflebite superficial</strong> ou simplesmente <strong>tromboflebite</strong> ou <strong>flebite</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hemofilia: causa e consequência</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A hemofilia é uma doença de ordem genética e hereditária que causa um problema de coagulação no sangue. Esse distúrbio é causado pela falta de uma substância normalmente presente no sangue, chamada de fator de coagulação. De acordo com a deficiência desse fator, se classifica o tipo de hemofilia em A, por deficiência do fator [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>hemofilia</strong> é uma doença de ordem <strong>genética</strong> e <strong>hereditária</strong> que causa um problema de <strong>coagulação no sangue</strong>. Esse distúrbio<strong> </strong>é causado pela falta de uma substância normalmente presente no sangue, chamada de <strong>fator de coagulação</strong>. De acordo com a deficiência desse fator, se classifica o tipo de hemofilia em A, por deficiência do <strong>fator VIII;</strong> ou B, por deficiência do <strong>fator IX</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados do <strong>Ministério da Saúde</strong>, existem cerca de 8 mil pessoas que sofrem de hemofilia no Brasil, em sua grande maioria do sexo masculino. Isso porque a doença é transmitida pelo cromossomo X – homens têm o cromossomo XY enquanto mulheres têm XX.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois <strong>tipos de hemofilia</strong> de acordo com o fator que falta no sangue e que faz com que ele coagule: a hemofilia do tipo A e a hemofilia do tipo B.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da doença</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais sintomas é o sangramento, mas, ao contrário do que muitos pensam, nem sempre são espontâneos. De acordo com a médica, <strong>Sandra Vallin Antunes</strong>, coordenadora do serviço de hemofilia da <strong>Universidade de São Paulo</strong> (<strong>UNIFESP</strong>), os sintomas variam conforme a gravidade da doença. O paciente grave tem apenas 1% do <strong>fator circulante</strong> e pode ter sangramentos espontâneos. “Já o paciente moderado, com 1% a 5% de fator circulante, sangra um pouco menos; e o paciente leve, com 5%, precisa de um trauma para sangrar”, afirma a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">O sintoma mais comum da hemofilia é o <strong>sangramento intra-articular</strong>, ou <strong>hemartrose</strong>, típica nos pacientes com doença grave e moderada. Esse sangramento afeta mais comumente as articulações de cotovelo, joelho, tornozelo e ombro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perspectivas para hemofilia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, as previsões para o paciente com hemofilia são bem mais positivas do que há 40 anos. Segundo a especialista, já se pode acreditar que uma pessoa com hemofilia tenha a mesma expectativa de vida que a população em geral. O paciente leva uma vida normal, com poucas restrições: “Pode praticar atividades físicas sim, mas recomendamos que evite aquelas mais radicais, que gerem muito contato físico”.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o tratamento da doença é feito com <strong>hemoderivado</strong> do plasma e recombinantes concentrados de fator plasma em demanda, aplicados via <strong>endovenosa</strong>. “Isso significa que o paciente aplica quando sabe que necessitará do fator coagulante. Por exemplo, se vai ao dentista, ela previamente administra a medicação”, explica Sandra.</p>
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		<title>Entenda o hemograma</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 11:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O hemograma é o exame de sangue mais solicitado pelos médicos. Mas você sabe o por quê? É ele quem detecta vários problemas de saúde, como anemias e deficiências de minerais, além de casos mais sérios – como infecções e doenças crônicas do sangue. A pediatra Milene Geiger Frey, assessora médica do laboratório Champagnat Medicina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>hemograma</strong> é o exame de sangue mais solicitado pelos médicos. Mas você sabe o por quê? É ele quem detecta vários problemas de saúde, como anemias e deficiências de minerais, além de casos mais sérios – como infecções e <strong>doenças crônicas do sangue</strong>. A pediatra <strong>Milene Geiger Frey</strong>, assessora médica do laboratório <strong>Champagnat Medicina Diagnóstica</strong>, de Curitiba (PR), explica que o hemograma analisa a quantidade e o formato das <strong>células do sangue</strong>.<strong> </strong>“São três linhagens: os <strong>glóbulos vermelhos</strong>, os <strong>glóbulos brancos</strong> e as <strong>plaquetas</strong>”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Os glóbulos vermelhos transportam o oxigênio e o ferro pelos tecidos. Os glóbulos brancos são as células de defesa do organismo. Já as plaquetas são as responsáveis pela <strong>coagulação</strong>“, conta Milene. De acordo com a médica, qualquer alteração nesses componentes sanguíneos pode significar problemas de saúde. “A alteração nos glóbulos brancos, por exemplo, pode significar que o corpo está frente a uma infecção. O hemograma não diz qual é a infecção, mas indica que existe algo de errado com o organismo”, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De acordo com a médica, qualquer alteração nos glóbulos vermelhos – seja quantitativa ou qualitativa – é indício de anemia e problemas de oxigenação nos tecidos. “Já quando o número de plaquetas é abaixo do ideal o paciente apresenta problemas de sangramento e coagulação”, afirma Milene.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O hemograma também é o principal aliado na hora de determinar <strong>doenças da medula óssea</strong>. “Todos os componentes sanguíneos são produzidos na medula óssea<span style="text-decoration: line-through;">,</span> e alterações na quantidade de cada um deles indica a necessidade de uma investigação mais profunda”, conta a médica. Um exemplo é a <strong>leucemia</strong> – quando a <strong>medula óssea</strong> produz mais glóbulos brancos do que é necessário – em que um simples hemograma identifica o alto número das células e o médico pode solicitar novos exames para confirmar o diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“É importante que a avaliação dos resultados do exame seja sempre feita por um médico”, ressalta Milene. “Vários fatores podem interferir na quantidade de <strong>células sanguíneas</strong>, como medicamentos, viroses e alimentação, porém apenas um médico poderá avaliar cada item do hemograma e indicar o tratamento, caso seja necessário”. A periodicidade do exame deve ser determinada por esse médico – o exame normalmente é solicitado uma vez ao ano, no checkup tradicional.</p>
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		<title>Conheça a talassemia, doença hereditária do sangue</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 11:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um traço hereditário é o grande responsável pela Talassemia (ou Anemia do Mediterrâneo). Em pacientes com essa alteração genética a medula óssea não funciona corretamente e o corpo não consegue produzir glóbulos vermelhos. Existem três tipos de talassemia: a major (ou maior), a intermediária e a minor (ou traço talassêmico). Cada uma delas possui um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um traço hereditário é o grande responsável pela <strong>Talassemia</strong> (ou <strong>Anemia do Mediterrâneo</strong>). Em pacientes com essa alteração genética a medula óssea não funciona corretamente e o corpo não consegue produzir glóbulos vermelhos. Existem três <strong>tipos de talassemia</strong>: a major (ou maior), a intermediária e a minor (ou traço talassêmico). Cada uma delas possui um grau diferente e portadores do <strong>traço talassêmico</strong> não desenvolvem a doença – apenas transmitem o gene para seus descendentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quem explica melhor essa patologia é a hematologista <strong>Mônica Veríssimo</strong>, da <strong>Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia</strong> (<strong>ABHH</strong>), e também pesquisadora do <strong>Centro Infantil Boldrini</strong>, instituição especializada no acompanhamento de <strong>pacientes com talassemia</strong> em Campinas (SP). De acordo com Mônica, a <strong>talassemia major</strong> é o quadro mais crítico da doença. “Os pacientes não produzem a parte vermelha do sangue e necessitam de transfusões sanguíneas a cada três ou quatro semanas”, conta. Já na <strong>talassemia intermédia</strong> o paciente pode ou não desenvolver a doença. “Ele possui o gene, mas muitas vezes o indivíduo só vai apresentar um quadro de talassemia na fase adulta, quando a doença geralmente se manifesta na infância”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>cura da talassemia</strong> consiste no <strong>transplante de medula óssea,</strong> mas o doador precisa ser parente do paciente (pai, mãe ou irmão) e ser completamente compatível. “Hoje o paciente pode viver bem se tiver o acompanhamento de um hematologista”, afirma Mônica. O tratamento é através de transfusões sanguíneas e medicação intermitente, pois as transfusões aumentam o nível de ferro no organismo, que causa alteração nos tecidos e até mesmo no coração.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há 15 anos a maior causa de morte em pacientes com talassemia era o alto nível de ferro no organismo”, relata a médica. Isso acontecia porque o corpo humano não consegue eliminar o excesso de ferro sozinho e o mineral acaba causando lesões nos tecidos. O coração aumenta de tamanho e para que isso não aconteça o ferro precisa ser eliminado do organismo. “É aí que entra a medicação e o acompanhamento de um hematologista: o paciente não terá maiores complicações e poderá viver muito bem”, revela Mônica, que também faz parte do Comitê Científico da <strong>Associação Brasileira de Talassemia</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>descoberta da Talassemia</strong> é feita através de exames laboratoriais. A médica comenta que nem todo teste do pezinho identifica a doença. “Infelizmente a talassemia só é detectada neste exame se ele for feito em laboratórios que usem técnicas mais específicas”. Por conta disso, normalmente, a doença é descoberta quando o bebê tem cerca de dois meses e está muito abaixo do crescimento esperado. “O pediatra vai identificar a anemia e através do hemograma vai verificar que a criança não possui imunoglobina A: essa é a característica principal da talassemia”, finaliza Mônica.</p>
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		<title>Anemia falciforme é diferente para cada paciente</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A anemia falciforme é uma das doenças genéticas mais comuns no Brasil. Atualmente, existem cerca de 30 mil indivíduos com a patologia e a estimativa é de 3.500 novos casos por ano. Ela consiste em uma alteração no gene responsável pela origem da hemoglobina, o principal componente dos glóbulos vermelhos e responsável pelo transporte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A<strong> anemia falciforme</strong> é uma das <strong>doenças genéticas</strong> mais comuns no Brasil. Atualmente, existem cerca de 30 mil indivíduos com a patologia e a estimativa é de 3.500 novos casos por ano. Ela consiste em uma alteração no gene responsável pela origem da <strong>hemoglobina</strong>, o principal componente dos <strong>glóbulos vermelhos</strong> e responsável pelo transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos e de gás carbônico dos tecidos para os pulmões.</p>
<p style="text-align: justify;">Intrigado com as diversas formas de <strong>manifestação da anemia falciforme </strong>nos pacientes, o biólogo <strong>Edis Belini Junior</strong>, da <strong>Universidade Estadual de São Paulo (Unesp)</strong>, escolheu estudar os tratamentos dessa doença em sua dissertação de mestrado, sob orientação da professora<strong> Claudia Bonini</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pacientes com anemia falciforme</strong> apresentam reações diferentes no organismo. “São vários processos bioquímicos, celulares, genéticos, além do <strong>estresse oxidativo</strong> – uma condição biológica marcada pelo desequilíbrio entre as reações químicas oxidantes e antioxidantes do organismo, resultando em alterações no DNA, proteínas e lipídios”, explica Claudia. O estudo de Belini, supervisionado por ela, resultou na confirmação de que o uso de <strong>hidroxiureia</strong> (<strong>quelante de ferro</strong>) oral faz o estresse oxidativo diminuir, apresentando melhora nos parâmetros hematológicos, inflamatórios e clínicos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para os próximos passos da pesquisa estão previstas a análise de outros marcadores genéticos e bioquímicos para o <strong>estresse oxidativo na anemia falciforme</strong>, bem como<strong> fatores genéticos</strong> que influenciem nas manifestações clínicas da doença”, afirma Claudia. “Mas é importante avaliar todos os processos da doença, que influenciam no tratamento específico de cada paciente”, alerta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Manifestações da doença</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na anemia falciforme, as <strong>hemácias</strong> assumem formas que lembram foices – quando sua apresentação normal é como discos. Essa alteração de formato compromete o transporte de oxigênio entre os tecidos e a célula perde mobilidade nos vasos sanguíneos. A consequência disso é a <strong>aglomeração de hemácias</strong> nos vasos, impedindo o fluxo de sangue e ocasionando a morte prematura das células.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias complicações podem surgir no organismo do<strong> portador da anemia falciforme</strong>, como <strong>anemia hemolítica crônica</strong> (deficiência de alfa-globina), crises de dor, acidente vascular cerebral, síndrome torácica aguda, úlceras de perna e hipertensão pulmonar. O diagnóstico é feito a partir de testes citológicos, eletroforéticos, cromatográficos e moleculares.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma forma de <strong>diagnosticar a anemia falciforme</strong> precocemente é o teste do pezinho, realizado em todas as crianças nascidas no Brasil. Infelizmente alguns estados ainda não estão habilitados pelo Ministério da Saúde para realizarem o <strong>diagnóstico da anemia falciforme</strong>. São eles: Amazonas, Roraima, Amapá, Tocantins, Piauí, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
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		<title>Brasileiros aguardam aprovação de medicamento contra mieloma múltiplo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os pacientes com mieloma múltiplo aguardam com grande expectativa a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do medicamento lenalidomida. Trata-se de um agente imunomodulador que melhora a qualidade de vida e a sobrevida de uma maneira geral. Comercializado sob o nome de Revlimid, medicamento de dose oral, ele teve seus benefícios confirmados para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os pacientes com <strong>mieloma múltiplo</strong> aguardam com grande expectativa a aprovação pela <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong> (<strong>Anvisa</strong>) do medicamento <strong>lenalidomida</strong>. Trata-se de um agente <strong>imunomodulador</strong> que melhora a <strong>qualidade de vida</strong> e a <strong>sobrevida</strong> de uma maneira geral. Comercializado sob o nome de <strong>Revlimid</strong>, medicamento de dose oral, ele teve seus benefícios confirmados para pacientes com o mieloma múltiplo por meio de dois estudos desenvolvidos pelo <strong>MD Anderson Cancer Center</strong>, dos Estados Unidos, e mais outro, que contou com a participação de pesquisadores da Europa, Austrália e Israel.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados foram animadores em relação à <strong>síndrome mielodisplásica</strong>: um estudo multicêntrico em pessoas dependentes de transfusão que usaram o fármaco constatou que 45% tiveram resposta citogenética completa e independência de transfusão por período prolongado.  Os pacientes também relataram uma redução significativa de <strong>neuropatias</strong> <strong>periféricas</strong>, como a perda de sensibilidade nas extremidades dos dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o laboratório aguarda a aprovação pelo órgão fiscalizador brasileiro, o Revlimid já foi aprovado em outros 55 países, inclusive com o aval da <strong>European Medicines Agency</strong> (<strong>Emea</strong>), responsável pela fiscalização de medicamentos da <strong>União Europeia;</strong> e da <strong>Food and Drug Administration </strong>(<strong>FDA</strong>), órgão dos <strong>Estados Unidos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Revlimid é indicado para tratamento de portadores de mieloma que não tiveram sucesso em pelo menos uma terapia anterior. Na próxima edição do congresso da <strong>American Society of Hematology</strong> (<strong>ASH</strong>), que ocorrerá em dezembro de 2010, em Orlando, nos Estados Unidos, serão apresentados novos estudos que procuraram comprovar a vantagem do Revlimid em comparação a outras terapias.</p>
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