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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Endocrinologia</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Gene da magreza é associado a problemas no coração</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:00:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes do tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[excesso de peso]]></category>
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		<description><![CDATA[Associação genética pode também ter influência sobre diabetes do tipo 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pelo <strong>Medical Research Council</strong>, da Grã-Bretanha, sugere que variantes do gene <strong>IRS1 </strong>reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, que ficam no entorno de órgãos como o<strong> coração </strong>e o <strong>fígado</strong>. Segundo a pesquisa, genes que produzem pessoas magras foram associados a <strong>doenças no coração</strong> e a <strong>diabetes do tipo 2</strong>, que, em geral, são doenças vinculadas ao <strong>excesso de peso</strong>. O estudo foi publicado na revista científica <strong><em>Nature Genetics</em></strong> e trata de pesquisa genética que envolveu 76 mil pessoas.</p>
<p><strong>Ruth Loos</strong>, chefe do estudo e pesquisadora da Unidade de Epidemiologia do <strong>Instituto de Ciências Metabólicas</strong>, em Cambridge, afirmou em nota oficial que quando os cientistas perceberam a associação genética ficaram intrigados.</p>
<p>“Estamos diante de uma fascinante descoberta genética. Não são apenas os indivíduos obesos que podem estar predispostos a essas doenças metabólicas. Indivíduos magros não devem pressupor que são saudáveis com base em sua aparência”, alertou Ruth.</p>
<p><strong>Fatores de risco devem ser levados em consideração</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Já o médico <strong>Iain Frame</strong>, diretor de pesquisas da entidade de auxílio a diabéticos, <strong>Diabetes UK</strong>, disse que o estudo pode explicar o motivo de 20% das pessoas com diabetes do tipo 2 sofrerem da condição apesar de terem um peso saudável. A pesquisa também é uma mensagem clara de que pessoas magras não podem ser complacentes em relação à sua saúde.</p>
<p>A diretora da <strong>Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro</strong>, <strong>Glaucia de Oliveira</strong>, explica que não é um único gene que vai determinar se a pessoa será magra ou gorda. E sim as combinações de diversos genes. Além disso, Glaucia afirma que a genética vai se manifestar conforme o meio ambiente vivido, ou seja, conforme os hábitos de vida da pessoa. “Os fatores de risco como <strong>hábitos alimentares</strong>, <strong>sedentarismo</strong>, <strong>tabagismo</strong>, precisam ser olhados com atenção.”</p>
<p>Comentando o estudo, o médico <strong>Jeremy Pearson</strong>, diretor da <strong>British Heart Foundation</strong>, entidade britânica de combate às <strong>doenças do coração</strong> afirmou que os resultados reforçam a ideia de que, para riscos ao coração, é particularmente importante não apenas o quão obeso a pessoa é, mas sim onde a gordura é depositada.</p>
<p>&#8220;Entretanto, isto não elimina o fato de que ser obeso é ruim para a saúde do seu coração, então devemos continuar tentando ficar magros e em boa forma física&#8221;, alerta Pearson.</p>
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		<title>Obesidade aumenta riscos de diabetes tipo 2</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/obesidade-aumenta-riscos-de-diabetes-tipo-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>
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		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa do Ministério da Saúde divulgada em abril de 2011 mostrou que quase metade da população brasileira está acima do peso – mais precisamente 48,1% estão acima do peso e 15% são obesos. A pesquisa anterior, de cinco anos atrás, mostrava que os índices de sobrepeso no Brasil eram de 42,7% e 11,4% para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa do <strong>Ministério da Saúde</strong> divulgada em abril de 2011 mostrou que quase metade da <strong>população brasileira</strong> está acima do peso – mais precisamente 48,1% estão acima do peso e 15% são obesos. A pesquisa anterior, de cinco anos atrás, mostrava que os índices de<strong> sobrepeso</strong> no Brasil eram de 42,7% e 11,4% para obesidade. Ou seja, um aumento considerável, em especial para os <strong>riscos à saúde</strong>.</p>
<p>Embora as causas para o aumento no índice de pessoas acima do peso sejam, em sua grande maioria, o sedentarismo e má alimentação, o que mais preocupa os especialistas são os <strong>fatores de risco</strong> que esse perfil traz para a saúde, especialmente para o aparecimento de <strong>diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>De acordo com um estudo americano publicado em 2002 durante uma conferência da <strong>American Diabetes Association</strong>, a cada 1 kg de ganho de peso corporal, aumenta em 9% o risco de desenvolvimento de diabetes. Em contrapartida, para os portadores de diabetes tipo 2, uma diminuição de 11% do peso corporal está associada a uma redução de 28% do risco de morte causada pela doença.</p>
<p>“A pessoa com <strong>obesidade</strong> tem maior chance de ter diabetes tipo 2 do que a pessoa com peso normal. A obesidade, sobretudo com acúmulo na <strong>região abdominal</strong> facilita a instalação do diabetes tipo 2 porque favorece a resistência à insulina”, afirma <strong>Marlene Merino Alvarez,</strong> nutricionista e membro do Departamento de Nutrição da <strong>Sociedade Brasileira de Diabetes</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Convivendo com diabetes</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Diabetes é uma doença causada pela dificuldade do corpo em gerar <strong>insulina</strong>, hormônio produzido pelo pâncreas. A função da insulina é quebrar as <strong>moléculas de glicose</strong> vindas da digestão para que elas possam ser absorvidas pelo organismo. Sem a insulina, as moléculas ficam muito grandes e acabam não sendo absorvidas pelas células, ocasionando concentração de glicose no sangue.</p>
<p>Existem dois tipos de diabetes, 1 e 2. Enquanto o <strong>tipo 1 </strong>manifesta-se geralmente na infância e não pode ser evitado, o <strong>tipo 2</strong> está intimamente ligado à obesidade e tende a surgir por volta dos 40 anos. Em ambos os tipos de diabetes, o paciente precisa, com o decorrer do tempo, tomar doses diárias de insulina para equilibrar a taxa de glicose no sangue, já que o corpo não mais produz a insulina.</p>
<p>Mas os cuidados com a alimentação não podem ser deixados de lado. A nutricionista Marlene Merino ressalta a importância de hábitos saudáveis no decorrer da vida: “A manutenção de uma <strong>alimentação saudável</strong> e exercícios físicos regulares são procedimentos que devem ser mantidos ao longo de todo o tratamento”.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Outros aliados no tratamento da diabetes tipo 2 são os medicamentos. “No início do tratamento do diabetes tipo 2 em geral não se inicia com insulina – injeção do hormônio – porque o indivíduo ainda produz esse hormônio. Os medicamentos usados são comprimidos que atuam na diminuição da resistência à insulina e na estimulação da produção de insulina do próprio corpo”, afirma a <strong>nutricionista</strong>. “Mesmo depois da insulina é necessário fazer dieta e exercício físico”, ressalta.</p>
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		<title>Conheça os riscos da osteoporose</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acompanhamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A osteoporose é uma doença silenciosa e atinge principalmente mulheres idosas. Caracteriza-se por uma redução da massa óssea, decorrente da redução do próprio tecido ósseo. É o que explica Victoria Zeghbi Borba, presidente regional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), no Paraná. Segundo ela, a diminuição dos hormônios tem papel fundamental no desgaste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>osteoporose</strong> é uma doença silenciosa e atinge principalmente <strong>mulheres idosas</strong>. Caracteriza-se por uma redução da massa óssea, decorrente da redução do próprio <strong>tecido ósseo</strong>. É o que explica Victoria Zeghbi Borba, presidente regional da <strong>Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem)</strong>, no Paraná. Segundo ela, a diminuição dos <strong>hormônios</strong> tem papel fundamental no desgaste dos ossos. “Com a <strong>menopausa</strong> ocorre uma perda da proteção natural que o estrogênio exerce sobre os ossos, levando a um maior desgaste, principalmente, nos dez primeiros anos após a menopausa”, afirma Victoria.</p>
<p>Este, porém, não é o único caso onde a doença pode se manifestar: “também ocorre com mulheres que, para tratamento de  endometriose, por exemplo, fazem bloqueio hormonal e, também, com homens em supressão hormonal para tratamento de <strong>câncer de próstata</strong> ou que entram em <strong>andropausa</strong>”, completa.</p>
<p>Victoria explica que o tecido ósseo é constantemente renovado e existem vários fatores — entre eles as <strong>taxas hormonais</strong> — que controlam esta renovação. “Se houver um desequilíbrio em um destes fatores, pode ocorrer um aumento da reabsorção óssea, com menor formação”, esclarece. E aponta alguns desses fatores: deficiência de <strong>vitamina D</strong>, falta dos hormônios sexuais, diarréia crônica e uso de <strong>corticóides</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Grupos de risco e diagnóstico</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Victoria Borba afirma que a osteoporose se manifesta sem muitos sintomas e, por isso, a descoberta da doença pode ser tardia — geralmente, após uma fratura. O diagnóstico é feito por meio de um exame de <strong>densitometria óssea</strong>, que quantifica a massa óssea. Existem, entretanto, grupos de risco que devem estar atentas à osteoporose. A médica explica que as mulheres, principalmente as idosas, e a população de raça caucasiana e asiática, têm mais chances de desenvolver a doença. Outros fatores apontados por ela são a insuficiência de cálcio, condição física precária, tabagismo, etilismo e sedentarismo. Por isso, ainda de acordo com Victoria, manter hábitos saudáveis e uma alimentação rica em cálcio é fundamental desde a juventude. Além disso, ela recomenda a reposição hormonal, quando indicada pelo médico e exposição ao sol por pelo menos quinze minutos por dia.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Atualmente, existem diversos tratamentos para reduzir o impacto da osteoporose na vida do paciente e garantir uma boa saúde óssea. “Os tratamentos mais usados são feitos com o uso de drogas que bloqueiam a reabsorção óssea, os <strong>bisfosfonatos</strong> que podem ser usados semanalmente, mensalmente, a cada três meses, ou até anualmente, dependendo da condição do paciente e da sua preferência”, exemplifica a médica.</p>
<p>Ela cita também os <strong>Selective Estrogen Receptor Modulators (SERMs)</strong>, substâncias que simulam o estrogênio nos ossos e bloqueiam seus efeitos na massa óssea. “Outra forma de tratamento é o <strong>ranelato de estrôncio</strong>, que tem uma ação dupla, diminuindo a reabsorção e estimulando a formação, sendo usado diariamente”. Por fim, Victoria cita a <strong>teriparatida</strong>, medicação com maior capacidade de formação óssea, que é aplicada com injeções subcutâneas diárias.</p>
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		<title>Sibutramina deve ser utilizada de maneira criteriosa</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/sibutramina-deve-ser-utilizada-de-maneira-criteriosa/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Anvisa estuda medida restritiva ao uso do medicamento, sobretudo em pacientes portadores de doença cardiovascular]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um alerta aos profissionais da saúde sobre o <strong>uso da sibutramina</strong> &#8211; substância presente em <strong>medicamentos usados para auxiliar a perda de peso</strong>. Durante o mês de fevereiro o órgão deve fazer uma nova avaliação sobre o assunto. Estão programados debates na Câmara Técnica de Medicamentos que resultará em um parecer técnico para que sejam determinadas medidas restritivas ao uso destes medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão pode ter sido inspirada devido à suspensão da venda do medicamento na Europa, a partir da recomendação da Agência Européia de Medicamentos. Um estudo feito por um comitê da agência revelou que os efeitos colaterais da substância trazem mais danos à saúde do que se imaginava, sobretudo no desenvolvimento de doenças cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Restrições ao uso da sibutramina no Brasil é menor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Ricardo Meirelles, comentou a respeito do estudo feito pela Agência Européia. Segundo ele, a pesquisa foi feita em pacientes já portadores de doença cardiovascular ou com histórico de problemas cardíacos. Meirelles acredita que não há evidências de que a prescrição criteriosa a pacientes sem contraindicações ocasione aumento de eventos cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify;">A endocrinologista Dra. Carla Senn do Centro de Diabetes Curitiba é a favor da utilização da sibutramina, porém, com uma série de restrições que devem ser de conhecimento dos médicos. Segundo ela, a substância deve ser utilizada somente para o tratamento de pacientes que são obesos (índice inicial de massa corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m2 ou superior ou igual a 27 kg/m2), que não têm antecedentes de doença cardiovascular e que se mostraram incapazes de perder peso através de dieta e exercícios físicos. “Todos os pacientes que estão sendo tratados com a substância devem consultar o médico regularmente para o monitoramento da pressão arterial e frequência cardíaca”, alerta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Restrições ao uso da sibutramina</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sibutramina não deve ser utilizada nos seguintes casos:<br />
- Pacientes com hipertensão não controlada ou hipertensão mal controlada<br />
- Pacientes com crises convulsivas<br />
- Pacientes com alergia a qualquer ingrediente da sibutramina<br />
- História de doença cardíaca (doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial obstrutiva periférica, arritmias ou taquicardias)<br />
- Acidente vascular cerebral<br />
- Doença hepática ou renal<br />
- Mulheres grávidas ou lactantes<br />
- Pessoas com obesidade devido a perturbações do metabolismo<br />
- Indivíduos com história de transtornos alimentares<br />
- Pessoas com doença mental (como psicose maníaco-depressiva)<br />
- Pessoas que usaram ou abusaram de drogas, medicamentos ou álcool<br />
- Pacientes que tem a síndrome de Tourette.<br />
- Indivíduos com um hipertireoidismo<br />
- Indivíduos com glaucoma de ângulo estreito<br />
- Pacientes que apresentam tumores na glândula adrenal<br />
- Homens com um aumento da próstata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos colaterais da sibutramina</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os efeitos colaterais mais comuns da sibutramina são:<br />
- Problemas para dormir<br />
- Constipação<br />
- Boca seca<br />
- Batimento cardíaco rápido<br />
- Aumento da pressão arterial<br />
- A consciência dos batimentos cardíacos (palpitações)<br />
- Dor de cabeça<br />
- Ansiedade<br />
- Tontura.</p>
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		<title>Entenda o que é ortorexia</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 10:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>
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		<category><![CDATA[vegetarianos]]></category>

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		<description><![CDATA[A obsessão por uma alimentação saudável pode gerar um transtorno alimentar chamado de ortorexia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ortorexia é uma <strong>obsessão compulsiva por alimentos saudáveis.</strong> Este transtorno alimentar foi descrito pela primeira vez pelo médico Steven Bratman, em 1997, e é frequentemente associado a dietas vegetarianas ou de alimentos crus.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra <strong>ortorexia</strong> foi criada a partir das expressões gregas orthos, que quer dizer correto, verdadeiro, e oréxis, que se refere a apetite. Ortorexia, portanto, seria definida como “apetite correto” ou “alimentação correta”.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa com esse <strong>transtorno alimentar</strong> muitas vezes busca esse tipo de alimentação “correta” pensando que está fazendo um bem para sua saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela passa a evitar qualquer alimento que atrapalhe ou quebre sua dieta e costuma sentir-se muito mal quando isso acontece. Com isso a pessoa deixa de frequentar lugares que antes costumava ir e aos poucos vai se distanciando de amigos e familiares, abandonando sua vida social, tudo para ficar distante dos alimentos que julga não serem saudáveis a ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Como deixam de consumir muitos tipos de alimento, geralmente os ortoréxicos sofrem com a falta de diversas vitaminas e minerais podendo causar diversos prejuízos à saúde, como anemia, osteoporose, deficiência imunológica, ressecamento da pele, perda de peso, distúrbios digestivos, perda de cabelo, depressão, apatia, irritabilidade, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O motivo que leva a pessoa a ter essa<strong> compulsão por uma alimentação saudável </strong>não é o mesmo da anorexia ou da bulimia. Enquanto na anorexia a preocupação é com a quantidade, na ortorexia a preocupação maior é com a qualidade dos alimentos ingeridos. No caso da ortorexia não é a busca pelo corpo perfeito, mas sim a busca pelo corpo plenamente saudável e “puro”, que gera o transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Características da ortorexia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">•    Preocupação exagerada em obter dietas saudáveis;<br />
•    Obsessão pela escolha do alimento, pela maneira como foi preparado e quais recipientes armazenados;<br />
•    Restrição no consumo de alimentos que contêm açúcar, agrotóxico, substâncias artificiais, enlatados, alimentos gordurosos e de procedência desconhecida;<br />
•    A pessoa dedica grande parte do seu tempo planejando e controlando suas refeições;<br />
•    Geralmente são pessoas com determinadas características, como a rigidez, a exigência e a busca da perfeição, a tendência à idealização e a preocupação com regras e normas.</p>
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		<title>Obesidade aumenta risco de câncer</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/obesidade-aumenta-risco-de-cancer/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 09:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-estar]]></category>
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		<category><![CDATA[riscos obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo indica que obesidade pode se tornar a principal causa de câncer em mulheres]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A população tem sido constantemente informada sobre os <strong>riscos do sobrepeso</strong> em relação às doenças cardíacas. O que muitos ainda não sabem é que a obesidade está prestes a se tornar o maior fator de risco evitável para o câncer. Atualmente, o tabagismo continua sendo a principal causa da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não há evidências de como ou por que a <strong>obesidade aumenta o risco de câncer</strong>. Uma das hipóteses é que a questão esteja relacionada aos hormônios, já que uma pessoa obesa produz mais hormônios, como o estrogênio, que favorece o crescimento dos tumores. Outro exemplo é o de pessoas com excesso de gordura na barriga que têm mais acidez estomacal, o que pode levar ao câncer de estômago, intestino ou do esôfago.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mulheres obesas têm risco maior de desenvolver câncer </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores europeus da Universidade de Manchester alertam que a <strong>obesidade pode se tornar a principal causa de câncer em mulheres</strong> nos países ocidentais nos próximos anos. Eles avaliam que o sobrepeso e a obesidade já respondem por mais de 8% dos casos da doença registrados na Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2002, eles calcularam que 70 mil casos de câncer de um total de cerca de 2 milhões de ocorrências da doença eram atribuíveis à obesidade ou ao sobrepeso. Em 2008, esse número tinha saltado para pelo menos 124 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Câncer colorretal, câncer de mama em mulheres na menopausa e câncer endometrial respondiam por 65% de todos os cânceres ligados à gordura. Segundo os pesquisadores, nos Estados Unidos alguns estudos concluíram que a obesidade era responsável por mais de 20% dos cânceres.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses índices podem crescer ainda mais, dizem os especialistas. Isso acontecerá caso a epidemia de obesidade continue e se o fumo e a terapia de reposição hormonal para mulheres na menopausa tiverem sua participação como causa da doença reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo foi apresentado no congresso da European Cancer Organization e da European Society for Medical Oncology, realizado este ano em Berlim.</p>
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