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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Crianças e jovens</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Câncer pode ser diagnosticado pelo olhar em crianças</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A demora no diagnóstico de um câncer pode trazer uma série de riscos para o paciente de uma neoplasia. Mas quando se trata de crianças vítimas de retinoblastoma, o tumor ocular mais frequente em pacientes de até cinco anos, essa demora pode significar a retirada do globo ocular. Por essa razão, especialistas têm investido em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>demora no diagnóstico de um câncer</strong> pode trazer uma série de riscos para o paciente de uma neoplasia. Mas quando se trata de crianças vítimas de <strong>retinoblastoma</strong>, o tumor ocular mais frequente em pacientes de até cinco anos, essa demora pode significar a <strong>retirada do globo ocular.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Por essa razão, especialistas têm investido em formas mais rápidas e eficientes de diagnóstico – como uma simples fotografia do olho, para otimizar o tempo entre detecção da doença e tratamento.</p>
<p>O retinoblastoma é um <strong>tumor intraocular </strong>originado nas células foto-receptoras da retina. “A retina é um tecido neural e este tipo de estrutura tem predisposição a tumores em idade precoce. A criança pode já nascer com o tumor ou aparecer no primeiro ano de vida, nos casos hereditários que são bilaterais. Nos casos unilaterais, não hereditários, a lesão se manifesta entre 2 e 5 anos”, afirma <strong>Mário Motta</strong>, membro do conselho consultivo da <strong>Sociedade Brasileira de Oftalmologia</strong> e chefe do setor de retina do Serviço de Oftalmologia do <strong>Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p><strong>Diagnóstico do retinoblastoma</strong></p>
<p>Por se tratar de uma doença que afeta crianças logo nos seus primeiros anos de vida, é importante que os pais fiquem atentos para quaisquer sinais da enfermidade. Um dos <strong>principais sintomas da doença</strong> é um reflexo esbranquiçado na área da pupila quando submetida à luz artificial, a <strong>leucocoria</strong>, assemelhado ao brilho branco do olho de um gato. Esse sintoma é normalmente percebido por familiares.</p>
<p>Outro aspecto da doença que é percebido em casa mesmo são fotografias tiradas com flash e que não refletem a cor vermelha em um dos olhos. “A fotografia de criança mostrando um <strong>reflexo esbranquiçado na pupila</strong> pode levar à suspeita de retinoblastoma, mas outras doenças como<strong> catarata congênita </strong>também causam alterações semelhantes nas fotos. É importante observar que sempre que houver algo estranho em relação aos olhos nas fotos, a criança deve ser encaminhada logo para <strong>exame oftalmológico</strong>”, afirma Motta</p>
<p>De acordo com o especialista, o melhor método de se diagnosticar é com uma avaliação oftalmológica pediátrica que envolve um <strong>exame de fundo de olho especial</strong>, confirmado por exames de ultrassom e tomografia computadorizada.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Caso o diagnóstico seja feito a tempo, pode se evitar a <strong>enucleação</strong>, que é a retirada do globo ocular e a medida mais extrema de tratamento para o retinoblastoma. Por isso, a importância da observação atenta dos pais no desenvolvimento da criança, além da visita frequente ao pediatra.</p>
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		<title>Déficit de atenção em adultos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 11:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dificuldade de se concentrar e hiperatividade são características frequentes em muitas pessoas, mas quando interferem significativamente em suas vidas e no seu desenvolvimento social, podem ser sinal do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), ou simplesmente déficit de atenção. A enfermidade, de origem neurobiológica, tem sua prevalência em crianças e adolescentes. As principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dificuldade de se concentrar e <strong>hiperatividade</strong> são características frequentes em muitas pessoas, mas quando interferem significativamente em suas vidas e no seu desenvolvimento social, podem ser sinal do <strong>Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade</strong> (TDAH), ou simplesmente <strong>déficit de atenção</strong>.</p>
<p>A enfermidade, de <strong>origem neurobiológica</strong>, tem sua prevalência em crianças e adolescentes. As principais características da doença são:</p>
<p>- agitação,</p>
<p>- impulsividade,</p>
<p>- distração,</p>
<p>- dificuldade em se organizar e se concentrar e</p>
<p>- procrastinação.</p>
<p>O psiquiatra e presidente da <strong>Associação Brasileira de Psiquiatria</strong>, <strong>Antonio Geraldo da Silva</strong>, atenta para o fato da precisão do diagnóstico do déficit de atenção: “Trata-se de uma doença psiquiátrica que precisa de uma abordagem médica para um <strong>correto diagnóstico</strong>, já que alguns sintomas podem ser comuns a outras doenças. O fato de ser agitado, falante, pode estar relacionado à ansiedade ou ao <strong>transtorno bipolar</strong>, por isso é importante fazer uma completa <strong>análise clínica</strong> para chegar à conclusão de <strong>TDAH</strong>”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TDAH em adultos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Segundo o psiquiatra, o déficit de atenção não aparece, simplesmente, na fase adulta, mas sim acompanha o indivíduo desde a infância. Os adultos que manifestam a doença já possuíam traços dela quando crianças.</p>
<p>O <strong>diagnóstico de TDAH</strong> é feito por uma análise clínica e comportamental do indivíduo. “Uma pessoa com TDAH vive em desordem, tem seu quarto bagunçado, sua mesa de trabalho desorganizada, com pilhas de papéis, começa projetos e não consegue terminá-los, não consegue chegar aos compromissos a tempo, não consegue esperar o sinal abrir, a fila andar, não fixa a atenção numa palestra e vê isso tudo prejudicando seu convívio de trabalho e social”, afirma o psiquiatra.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O tratamento mais indicado para a doença é uma combinação de acompanhamento especializado e medicamentos específicos. A gama de medicamentos utilizada no tratamento é variada, sendo os mais conhecidos os <strong>psicoestimulantes</strong>, que possuem uma <strong>ação inibitória</strong> em algumas áreas do sistema nervoso central, aumentando o controle da ação.</p>
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		<title>Amamentar beneficia mulheres que tiveram câncer quando crianças</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 12:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mulheres que tiveram sobrevida a algum tipo de câncer na infância devem ser aconselhadas a amamentar, quando possível. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo St. Jude Children´s Research Hospital, em Memphis (EUA), publicado no último dia 21 de janeiro. O estudo aponta que a amamentação pode ajudar mulheres que sofreram algum tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres que tiveram sobrevida a algum tipo de <strong>câncer na infância</strong> devem ser aconselhadas a amamentar, quando possível. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo <strong>St. Jude Children´s Research Hospital</strong>, em Memphis (EUA), publicado no último dia 21 de janeiro. O estudo aponta que a amamentação pode ajudar mulheres que sofreram algum tipo de câncer durante a infância. De acordo com os resultados, a amamentação exerce boas influências na <strong>densidade mineral dos ossos</strong>, fatores de risco de <strong>síndromes metabólicas</strong>, <strong>doenças cardiovasculares</strong> e <strong>tumores secundários</strong>.</p>
<p>Segundo uma das pesquisadoras e líderes do estudo, <strong>Susan Ogg</strong>, além de serem aconselhadas a comer muitas frutas e vegetais, não fumar, usar protetores solares, praticar <strong>sexo seguro</strong> e fazer exercícios físicos regulares, as mulheres que sobreviveram a um <strong>câncer infantil</strong> devem ser encorajadas a amamentar seus filhos. “Isso porque a amamentação pode ajudar a preveni-las de uma série de problemas decorrentes do tratamento do câncer”, explica.</p>
<p>O estudo aponta ainda que é frequente que pacientes vítimas de câncer infantil apresentem <strong>problemas para terem filhos</strong> ao chegar a idade adulta, devido as limitações trazidas pela doença ou pelo próprio tratamento da doença. Estima-se que de cada 640 jovens adulto, de 20 a 39 anos de idade, 80% serão sobreviventes de câncer.</p>
<p><strong>Hormônios</strong></p>
<p>De acordo com os pesquisadores, <strong>sobreviventes de câncer</strong> infantil enfrentam maiores riscos de desenvolver <strong>câncer na idade adulta</strong>. Segundo a pesquisa, nas mulheres esse risco é ainda maior devido ao <strong>câncer de mama</strong>. No entanto, a amamentação esta relacionada diretamente com uma redução significativa nos riscos desse tipo de câncer. Porém, algumas não conseguem produzir leite materno. Em mulheres que passaram por terapias que afetam o nível de <strong>hormônio do crescimento</strong> – responsável pelo crescimento das mamas –, o problema é mais comum.</p>
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		<title>Bisfenol-A é proibido na União Europeia</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bisfenol-A foi proibido na Uniao Europeia potencial cancerígeno]]></category>
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		<description><![CDATA[O elemento químico bisfenol-A foi proibido na União Europeia para a fabricação de mamadeiras plásticas. Essa restrição foi feita porque estudos relatam que essa substância teria potencial cancerígeno, além de provocar efeitos adversos no desenvolvimento físico, comportamental e neurológico de crianças. Tudo isso porque ele se comporta como hormônio no organismo. O bisfenol-A é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O elemento químico <strong>bisfenol-A</strong> <strong>foi proibido na União Europeia</strong> para a fabricação de mamadeiras plásticas. Essa restrição foi feita porque estudos relatam que essa substância teria <strong>potencial cancerígeno</strong>, além de provocar efeitos adversos no desenvolvimento físico, comportamental e neurológico de crianças. Tudo isso porque ele se comporta como hormônio no organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>bisfenol-A</strong> é uma substância utilizada em plásticos e resinas produzindo materiais denominados como <strong>policarbonatos</strong>, muito úteis para a indústria por serem moldáveis quando aquecidos. Além dos estudos realizados em humanos, em animais o componente também revelou alterações na próstata e no trato reprodutivo masculino.</p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecido como <strong>BPA</strong>, a União Europeia disse em um comunicado que a decisão de proibição do uso deve-se ao temor de que esse elemento afete o desenvolvimento, o sistema imunológico e possa causar câncer em crianças. Com isso, a fabricação de <strong>mamadeiras com bisfenol-A </strong>será proibida a partir de março de 2011 e a importação ou comercialização, a partir de junho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasil ainda permite a utilização do BPA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong> (<strong>Anvisa</strong>) permite no Brasil a utilizaçã da substância dentro do limite de 0,6 mg para cada quilo de embalagem. De acordo com a Anvisa, a agência &#8220;acompanha a discussão e estudos internacionais sobre o tema&#8221;, porém, não há previsão de discussão sobre o <strong>bisfenol</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Câncer infantil pode estar relacionado a variações genéticas</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/cancer-infantil-pode-estar-relacionado-a-variacoes-geneticas/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Variações no gene LMO1 aumentam risco de desenvolver uma forma agressiva de neuroblastoma]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado na revista <strong>Nature</strong>, um estudo do <strong>Hospital Infantil da Filadélfia</strong> (EUA) descobriu que variações comuns no <strong>gene LMO1</strong> aumentam a probabilidade de desenvolver uma forma agressiva de <strong>neuroblastoma</strong>. Essa doença atinge o <strong>sistema nervoso simpático</strong>, geralmente como um <strong>tumor sólido no abdômen</strong>, e estima-se que ela cause 10% das mortes por <strong>câncer durante a infância</strong>.</p>
<p>De acordo com <strong>John Maris</strong>, líder do estudo e diretor do <strong>Centro para Pesquisa do Câncer Pediátrico</strong> do <strong>Hospital Infantil da Filadélfia</strong>, os genes relacionados ao LMO1 já haviam sido identificados como envolvidos em outros tipos de câncer, porém só agora foi relacionado ao neuroblastoma. &#8220;Descobrimos que, além de colocar uma criança em risco de desenvolver o neuroblastoma, ele atua como um <strong>oncogene</strong>, dirigindo as mudanças biológicas que proporcionam o crescimento e a <strong>metástase</strong> dos <strong>tumores</strong>&#8221; explica.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>Com a colaboração de uma equipe internacional, foram analisadas amostras de <strong>DNA</strong> de 2.251 pacientes além de mais de seis mil amostras de controle. Com isso, a equipe conseguiu relacionar de forma significativa como neuroblastoma se associa com o gene LMO1, localizado no <strong>cromossomo 11</strong>, detectando o sinal mais forte entre os pacientes com a forma agressiva da doença. Depois disso, eles encontraram alterações do número de duplicações ou supressões de trechos do DNA onde, novamente, o gene LMO1 apresentou trechos duplicados que tendem a ocorrer em uma porcentagem significativa de tumores.</p>
<p>Para apurar a atividade desse gene, a equipe de pesquisadores usou ferramentas genéticas para diminuir a atividade do LMO1 e conseguiram provar que esta substância inibiu o crescimento das células de neuroblastoma em cultura. Já o aumento da atividade desse mesmo gene fez com que as células tumorais se proliferassem, ou seja, teve o efeito contrário.</p>
<p>Normalmente o papel do gene LMO1 está relacionado com a regulação da transcrição do gene no sistema nervoso, onde a informação codificada DNA é convertida para o <strong>RNA</strong> e o gene desempenha funções biológicas. &#8220;As alterações que tenho encontrado neste gene resultam em atividade anormalmente aumentada, dirigindo uma superprodução de células em um tumor&#8221; completa Maris.</p>
<p>O pesquisador também ressalta que o <strong>estudo do genoma</strong> relacionado à identificação de alterações genéticas representa alto potencial no desenvolvimento de novos tipos de terapias e tratamentos.</p>
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		<title>Exercício físico pode ser saudável para crianças com leucemia</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/exercicio-fisico-pode-ser-saudavel-para-criancas-com-leucemia/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[diminuição da força muscular]]></category>
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		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudo realizado pelo Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) demonstrou que crianças com leucemia submetidas à prática moderada de exercícios físicos obtiveram significativa melhora na sua qualidade de vida e no aumento da sua força muscular. A pesquisa, liderada pela pediatra especialista em medicina do esporte, Beatriz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo realizado pelo <strong>Hospital de Clínicas</strong> da <strong>Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo </strong>(<strong>FMUSP</strong>) demonstrou que <strong>crianças com leucemia</strong> submetidas à prática moderada de exercícios físicos obtiveram significativa melhora na sua qualidade de vida e no aumento da sua força muscular.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa, liderada pela pediatra especialista em medicina do esporte, <strong>Beatriz Perondi</strong>, foi aplicada em jovens entre seis e dezoito anos, pacientes do Hospital de Clínicas. Durante um período de três meses, os pacientes foram submetidos a <strong>exercícios de força</strong> (musculação) e resistência (esteira), duas vezes por semana, sempre monitorando as condições físicas de cada um durante o treino, por meio da supervisão de uma extensa equipe de profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resultados</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Beatriz, resultados de melhora psicológica eram visíveis logo após algumas semanas, quando os pacientes começavam a se relacionar melhor com os educadores, e a melhora física ocorreu ao final do estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mudanças de tabus</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra ideia que precisa ser corrigida é de a que as atividades cotidianas, como subir uma escada ou passear com o cachorro, podem ser prejudiciais para <strong>jovens com leucemia</strong>, cujos principais sintomas são <strong>baixa capacidade respiratória</strong>, <strong>diminuição da força muscular</strong> e <strong>fadiga</strong>: “por consequência, os pais de crianças com esse tipo de câncer tendem a superprotegê-las,<span style="text-decoration: line-through;"> </span>limitando, sem necessidade, atividades que só fariam bem. Quando o paciente não pode realizar atividades, o médico faz as restrições necessárias”, afirma a pediatra.</p>
<p style="text-align: justify;">Já <strong>exercícios físicos</strong> devem ser prescritos por profissionais e acompanhados por um educador físico, para que o paciente não exagere nem faça menos que o necessário. É também um profissional especializado que deve receitar em qual <strong>estágio da doença</strong> essa prática deve ser iniciada.</p>
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		<title>Saiba mais sobre o sarampo</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/saiba-mais-sobre-o-sarampo/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sarampo é uma doença infecciosa do sistema respiratório e altamente contagiosa. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 164 mil crianças morreram de sarampo em 2008, em todo o mundo. A doença é transmitida através de secreções respiratórias (gotículas) expelidas pela pessoa contaminada ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Outras formas de contágio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O<strong> sarampo</strong> é uma <strong>doença infecciosa</strong> do sistema respiratório e altamente contagiosa. Segundo dados da <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong>, 164 mil crianças morreram de sarampo em 2008, em todo o mundo. A doença é transmitida através de <strong>secreções respiratórias</strong> (gotículas) expelidas pela pessoa contaminada ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Outras <strong>formas de contágio</strong>, como contato com alimentos e objetos tocados pelas pessoas infectadas, são muito raros, já que o vírus <em><strong>morbillivirus</strong></em> sobrevive pouco tempo fora do hospedeiro, conforme informa a <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas do sarampo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O sarampo se distingue de outras <strong>doenças infectocontagiosas</strong>, como a <strong>varicela</strong> e <strong>caxumba</strong>, especialmente por seus sintomas bastante peculiares. De acordo com a pediatra infectologista do <strong>Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba</strong> (PR), e pesquisadora do <strong>instituto Pelé Pequeno Príncipe</strong>, <strong>Marion Burger</strong>, o quadro inicial do sarampo se caracteriza por tosse (com evolução para tosse com catarro), coriza, obstrução nasal, febre e, entre o quarto e o quinto dia, aparecem algumas lesões na pele, como erupções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção do sarampo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No seu ciclo de vida, o <strong>vírus do sarampo</strong> passa por um<strong> período de incubação</strong> de uma a duas semanas em que os sintomas não se manifestam. “Porém, o hospedeiro pode começar a transmitir a enfermidade até dois dias antes de começar a manifestar os sintomas. Por isso, a importância de estar em dia com a vacinação. Se você está no mesmo ambiente de trabalho que alguém com sarampo e nunca pegou a doença, nem está vacinado contra ela, há grande chance de contrair o vírus, independentemente, da sua imunidade”, alerta Marion.</p>
<p style="text-align: justify;">A vacina contra o sarampo é a<strong> tríplice viral</strong>, que também protege contra rubéola e caxumba. Conforme informações da Anvisa, o ideal é que seja tomada aos 12 meses de idade e reaplicada entre 4 e 6 anos de vida, mas também pode ser administrada na fase adulta. Quem já teve contato com a doença, porém, não deve se preocupar, pois está automaticamente imunizado contra ela e não corre o risco de contrair sarampo outra vez.</p>
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		<title>Exercícios físicos podem prevenir câncer de mama</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/exercicios-fisicos-podem-prevenir-cancer-de-mama/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 11:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As aulas de educação física na escola podem ter uma grandiosa importância na vida adulta das mulheres. Diversas pesquisas presentes na literatura médica atual sugerem que o exercício físico durante a infância pode diminuir as chances de desenvolver câncer de mama em mulheres adultas. José Clemente Linhares, médico oncologista do hospital Erasto Gaertner, em Curitiba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As aulas de educação física na escola podem ter uma grandiosa importância na vida adulta das mulheres. Diversas pesquisas presentes na literatura médica atual sugerem que o <strong>exercício físico</strong> durante a infância pode diminuir as chances de desenvolver <strong>câncer de mama</strong> em mulheres adultas.</p>
<p>José Clemente Linhares, médico oncologista do <strong>hospital Erasto Gaertner</strong>, em Curitiba (PR), explica que o fato se dá pelo <strong>retardo da</strong> <strong>menarca</strong>, a primeira <strong>menstruação</strong> da mulher, por meio de exercícios: “a atividade física diminui os níveis de <strong>estrogênio</strong> e parece ser este o mecanismo de ação. No caso das crianças, retarda o início da primeira menstruação e, portanto, diminui o período da vida durante o qual a mulher está exposta aos hormônios”. Essa diminuição do contato com os <strong>hormônios </strong>ao longo da vida da mulher seria fundamental para prevenir a neoplasia.</p>
<p>Porém, é preciso dizer que a convivência com os hormônios não é necessariamente maléfica. Desde que indicados corretamente, o uso artificial de hormônios, seja por meio de <strong>anticoncepcionais</strong>, seja pela <strong>reposição hormonal</strong> a qual as mulheres geralmente são submetidas após a menopausa, pode trazer benefícios. Estudos apontam que há uma diminuição no risco de <strong>câncer de ovário</strong> para o uso da pílula e no <strong>câncer de cólon</strong> para a reposição hormonal. O risco de desenvolver câncer de mama, entretanto, é presente. Além dos anticoncepcionais, existe, para a reposição hormonal, um aumento discreto, segundo o médico, nos riscos da doença para um tratamento maior do que cinco anos.</p>
<p>Linhares explica ainda que o retardo da menarca pode ser feito de forma medicamentosa para tratar algumas condições específicas, como a <strong>menarca precoce</strong>, condição que pode ser detectada na infância através de sinais clássicos da puberdade, como crescimento dos seios e surgimento de pelos pubianos. Mas este não é o caso. “Quando falamos do retardo da menarca com exercícios físicos, estamos falando de uma intervenção natural e fisiológica. Não há sentido nem benefício em fazê-lo de forma medicamentosa para prevenção do câncer”.</p>
<p>A importância dessas informações, segundo Linhares, é agregar quadros reconhecidamente potencializadores do câncer às chances de risco da doença. “Não existem causas conhecidas para o câncer da mama. O que existem são fatores que aumentam este risco, sendo o câncer na verdade uma doença multifatorial”, afirma, e aponta alguns desses fatores, como tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, dieta rica em gordura animal, além da menarca precoce e da menopausa tardia. O médico ainda ressalta que mulheres que não tiveram filhos, ou tiveram o primeiro filho depois dos trinta anos, além daquelas que apresentam histórico familiar de câncer nos ovários, mama ou cólon também têm maior chance de desenvolver tumores mamários.</p>
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		<title>Saiba mais sobre o neuroblastoma infantil</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/saiba-mais-sobre-o-neuroblastoma-infantil/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O neuroblastoma é uma das neoplasias infantis mais recorrentes junto com as leucemias e outros tumores do sistema nervoso central, sendo responsável por 8 a 10% dos casos de câncer em crianças. Com idade média de diagnóstico em torno dos dois anos, a doença é caracterizada por um tumor maligno localizado na crista neural, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O neuroblastoma é uma das neoplasias infantis mais recorrentes junto com as leucemias e outros tumores do sistema nervoso central, sendo responsável por 8 a 10% dos casos de câncer em crianças. Com idade média de diagnóstico em torno dos dois anos, a doença é caracterizada por um tumor maligno localizado na crista neural, o conjunto de células do embrião que dá origem aos sistemas nervosos central e periférico. Segundo o oncologista pediátrico, Renato Nelaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope), o neuroblastoma é mais agressivo em adultos, mas os casos da doença em pessoas crescidas é raro. “Todos os tumores de origem embrionária, isto é, das células imaturas do embrião, acometem em geral crianças com menos de cinco anos.”, explica.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A doença possui cinco graus principais de gravidade, desde a localização do tumor ressecado até a metástase do tumor na pele, fígado ou medula óssea. Por isso, diz Nelaragno, a doença pode afetar ou não o desenvolvimento da criança. Enquanto no estágio inicial as crianças apresentam comportamento normal, em níveis avançados pode haver sequelas neurológicas. Como se trata de um câncer originado no embrião, não há meios de prevenir o neuroblastoma, nem há grupos de risco, porém, segundo o pediatra, pode haver associação com algumas síndromes genéticas, como neurofibromatose e doença de Hirschprung. Porém, as causas da doença ainda são desconhecidas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alguns sintomas são apontados por centros especializados. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) destaca a formação de massa ou aumento do volume no abdômen. Já o portal de Oncopediatria do núcleo de Saúde Digital do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (LSI/ Poli-USP) aponta outros sintomas como dor nos ossos, olhos saltados com manchas escuras ao redor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O tratamento e a cura da doença são condicionados principalmente pelo estágio e pela idade da criança, segundo Nelaragno: “em estágios iniciais ou em crianças com menos de um ano de idade as possibilidades de cura são altíssimas, já crianças maiores tem chances menores principalmente se já houver metástases.” Segundo o médico, não existem estimativas específicas sobre a incidência da doença no Brasil.</div>
<p>O <strong>neuroblastoma</strong> é uma das <strong>neoplasias infantis</strong> mais recorrentes junto com as leucemias e outros tumores do <strong>sistema nervoso central</strong>, sendo responsável por 8 a 10% dos casos de câncer em crianças. Com idade média de diagnóstico em torno dos dois anos, a doença é caracterizada por um tumor maligno localizado na <strong>crista neural</strong>, o conjunto de células do embrião que dá origem aos sistemas nervosos central e periférico. Segundo o oncologista pediátrico, Renato Nelaragno, presidente da <strong>Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope)</strong>, o neuroblastoma é mais agressivo em adultos, mas os casos da doença em pessoas crescidas é raro. “Todos os tumores de origem embrionária, isto é, das células imaturas do embrião, acometem em geral crianças com menos de cinco anos.”, explica.</p>
<p>A doença possui cinco graus principais de gravidade, desde a localização do tumor ressecado até a metástase do tumor na pele, fígado ou medula óssea. Por isso, diz Nelaragno, a doença pode afetar ou não o desenvolvimento da criança. Enquanto no estágio inicial as crianças apresentam comportamento normal, em níveis avançados pode haver sequelas neurológicas. Como se trata de um câncer originado no embrião, não há meios de prevenir o neuroblastoma, nem há grupos de risco, porém, segundo o pediatra, pode haver associação com algumas síndromes genéticas, como <strong>neurofibromatose</strong> e <strong>doença de Hirschprung</strong>. Porém, as causas da doença ainda são desconhecidas.</p>
<p>Alguns sintomas são apontados por centros especializados. O <strong>Instituto Nacional do Câncer (Inca)</strong> destaca a formação de massa ou aumento do volume no abdômen. Já o portal de Oncopediatria do <strong>núcleo de Saúde Digital do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (LSI/ Poli-USP)</strong> aponta outros sintomas como dor nos ossos, olhos saltados com manchas escuras ao redor.</p>
<p>O tratamento e a cura da doença são condicionados principalmente pelo estágio e pela idade da criança, segundo Nelaragno: “em estágios iniciais ou em crianças com menos de um ano de idade as possibilidades de cura são altíssimas, já crianças maiores tem chances menores principalmente se já houver metástases.” Segundo o médico, não existem estimativas específicas sobre a incidência da doença no Brasil.</p>
<div></div>
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		<title>Como aliviar a dor do câncer em crianças?</title>
		<link>http://www.medicsupply.com.br/pacientes/blog/como-aliviar-a-dor-do-cancer-em-criancas/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Psicóloga explica como médicos e familiares podem tornar a vida do paciente melhor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grande maioria dos <strong>tratamentos oncológicos</strong> é reconhecidamente <strong>dolorosa</strong> e <strong>angustiante</strong>. São punções, <strong>quimioterapias</strong> com fortes efeitos colaterais e cateteres que aumentam o sofrimento de quem vive essa realidade. De todos os pacientes tratados, as <strong>crianças</strong> são as que necessitam de um <strong>suporte familiar e psicológico</strong> maior, em parte por nem sempre entenderem o processo do tratamento. A psicóloga do <strong>hospital infantil Pequeno Príncipe</strong>, em Curitiba, Dra. Marisley Borba Paludo, explica que a dor e a longa duração dos tratamentos tornam a vida da criança muito difícil. “Elas sentem falta de casa, da escola e dos amigos, pelo convívio social limitado”, diz, e acrescenta que, se não houver uma aceitação ao tratamento por parte dela, surgem sentimentos de inferioridade, negação e raiva, até mesmo entre os familiares.</p>
<p>A família, aliás, tem um papel muito importante nesses casos, segundo a psicóloga: “É muito importante que os pais não neguem a dor da criança, tanto a física quanto a psíquica.”. Ela indica ainda algumas técnicas usadas pelos pais para aliviar parte desse sofrimento, como <strong>distrações</strong>, <strong>relaxamentos</strong> e <strong>diários da dor</strong>, além de lidar com a <strong>ansiedade</strong>. Já os profissionais multidisciplinares que fazem acompanhamentos psicológico e médico com o paciente também têm suas próprias técnicas. A Dra. Paludo explica que cada fase da doença necessita de um cuidado especial. “Quando não se tem certeza sobre a doença e se desconhece o tratamento, o período é de muita ansiedade e um dos momentos mais difíceis para a família. Mas as fases de diagnóstico, tratamento, cuidados paliativos e a vida pós-doença também devem ser trabalhadas com suas peculiaridades”, relata. A equipe também é responsável por escutar as angustias e ansiedades do paciente e da família, além de ensinar aos pais as técnicas que eles usarão independentemente.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Finalidade<span style="font-weight: normal;"> </span></strong></p>
<p>O objetivo do acompanhamento psicológico aos pais e pacientes não é negar a dor, mas aceitar o diagnóstico para que o tratamento possa ser melhor aproveitado. “Sempre quando se há diagnóstico de câncer, o impacto na vida social e familiar é muito grande. Estes pacientes revêem suas posturas e tem um outro olhar sobre o modo de viver”, explica a Dra, que enxerga a aceitação dos pacientes como uma valorização diferente da vida, “como uma segunda chance”, afirma.</p>
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