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	<title>Blog Dicas de Saúde &#187; Acompanhamento</title>
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	<description>Blog com notícias, dicas, lançamentos e informações sobre saúde</description>
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		<title>Chip da saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O paciente vai ao médico para diagnosticar e tratar uma determinada doença. Em geral, sai do consultório com solicitações para realização de diversos exames clínicos. Além da marcação e do desgaste para execução dos exames é preciso ter uma boa dose de paciência para aguardar os resultados. Com o avanço da tecnologia aliada à medicina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O paciente vai ao médico para diagnosticar e tratar uma determinada doença. Em geral, sai do consultório com solicitações para realização de diversos <strong>exames clínicos</strong>. Além da marcação e do desgaste para execução dos exames é preciso ter uma boa dose de paciência para aguardar os resultados.</p>
<p>Com o avanço da tecnologia aliada à medicina, diversas pesquisas ocorrem no campo dos <strong>biochips</strong>. Esses estudos têm como objetivo criar <strong>testes rápidos </strong>– para diferentes tipos de doenças – aplicáveis pelos próprios médicos em seus consultórios ou que possam ser comprados nas farmácias.</p>
<p>O projeto <strong>MicroActive</strong>, financiado pela <strong>União Europeia</strong> (<strong>UE</strong>), vai de encontro com essa tendência e acaba de apresentar um <strong>biochip</strong> que permite justamente que o próprio médico conduza o <strong>exame laboratorial </strong>durante a consulta.</p>
<p><strong>O que é o Chip da Saúde?</strong></p>
<p>O <strong>Chip da Saúde</strong> é um pequenino aparelho baseado na <strong>microtecnologia</strong> – usada para fabricar os processadores de computador – e na <strong>biotecnologia</strong>. O chip é capaz de perceber a presença de <strong>viroses</strong>, <strong>doenças bacterianas</strong> e até <strong>câncer</strong>. Além de evitar as idas e vindas aos laboratórios e consultórios, o chip ainda oferece mais segurança sobre os dados dos pacientes, pois ficam restritos ao médico que o está tratando.</p>
<p>Segundo os profissionais do <strong>Projeto MicroActive</strong>, o chip é um laboratório completo embutido dentro de um plástico – similar a um cartão de crédito – capaz de automatizar a análise dos dados oferecendo resultados precisos a possibilidade de ser feita por profissionais experientes que conhecem o histórico do paciente.</p>
<p><strong>Como funciona?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O biochip é formado por diversos canais estreitos que contêm substâncias químicas e enzimas em proporções exatas para análises individuais. A amostra do paciente, então, é injetada nesses canais e os reagentes são misturados podendo analisar o sangue ou células para oito doenças diferentes do paciente.</p>
<p>Segundo os cientistas, o pequeno aparelho além de ser capaz de realizar os mesmo processos de um laboratório de maneira mais rápida, também oferece mais credibilidade.</p>
<p>Os experimentos iniciais foram feitos usando células colhidas para <strong>diagnóstico de câncer de colo uterino</strong>, que, segundo especialistas, é um exame com alto índice de interpretações errôneas. Já o biochip tem a capacidade de diagnosticar várias doenças causadas por bactérias ou vírus, assim como diferentes tipos de câncer.</p>
<p>&#8220;O que essas doenças têm em comum é que elas são identificadas por meio de marcadores especiais, que são encontrados na amostra de sangue. Estas &#8216;etiquetas&#8217; podem ser proteínas, que deveriam ou não estar ali, fragmentos de <strong>DNA</strong> [<strong>ácido desoxirribonucleico</strong>] ou enzimas”, explicam <strong>Liv Furuberg</strong> e <strong>Michal Mielnik</strong>, membros do <strong>grupo Sintef</strong>, com sede na Noruega.</p>
<p>O produto ainda não é comercializado. Os  pesquisadores trabalham em um hospital na região apenas com usuários finais visando validar a usabilidade do sistema e a precisão clínica do chip.</p>
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		<title>Câncer de cólon pode ser combatido com exercícios</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 11:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de cólon e reto é o terceiro mais frequente nas regiões sul e sudeste, e sua sobrevida é considerada regular apenas se for diagnosticado em estágio inicial. A boa notícia é que pequenas mudanças de hábitos, em especial a prática de atividade física, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do <strong>Instituto Nacional de Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), o <strong>câncer de cólon</strong> e reto é o terceiro mais frequente nas regiões sul e sudeste, e sua sobrevida é considerada regular apenas se for diagnosticado em estágio inicial. A boa notícia é que pequenas mudanças de hábitos, em especial a prática de <strong>atividade física</strong>, auxiliam na prevenção de pessoas mais propensas ao desenvolvimento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Um novo estudo da <strong>Universidade de Washington</strong>, nos <strong>Estados Unidos</strong>, que analisou mais de 150 mil homens e mulheres, num período de 15 anos, evidenciou a redução da mortalidade por câncer de cólon entre os pacientes que praticaram <strong>exercícios físicos</strong> de forma regular por, pelo menos, dez anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exercícios para equilíbrio</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para <strong>Maria José Femenias Vieira</strong>, especialista em cirurgia geral do <strong>Hospital Oswaldo Cruz,</strong> onde exerce atividades de prevenção do <strong>câncer colo-retal</strong>, a ausência de atividade física, constante no estilo de vida do homem moderno, pode levar ao aparecimento de várias doenças. “A falta de atividade física, diminui a capacidade de resposta do <strong>sistema imunológico</strong>, que associada a outros fatores favorece o desenvolvimento de várias doenças, incluindo o câncer. O nosso corpo foi criado para o movimento, para atividade física e não tendo isto, há um desequilíbrio, uma falta de harmonia, que, às vezes, os exames de laboratório não podem detectar, mas que sutilmente, no âmago das células, ocorrem”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prazer no exercício</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>prática de exercícios físicos</strong> é uma atividade que só agrega valor ao dia a dia de qualquer pessoa, portador de uma enfermidade ou não. Para que essa prática se torne um hábito constante, a médica Maria José aconselha: “O mais importante é querer e entender como é importante praticar exercícios e internalizar isto. Quanto mais prazer no exercício, melhor o resultado, pois o bem-estar que ele proporciona é progressivo e os resultados são cada vez melhores”.</p>
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		<title>Aspirina protege de doenças cardiovasculares e câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 11:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e publicado na revista médica The Lancet, mostra que tomar diariamente 75 mg de aspirina durante cinco anos reduz em um terço as mortes causadas por câncer e em 25% o risco de desenvolver essa doença. De acordo com essa pesquisa, a maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo realizado por cientistas da <strong>Universidade de Oxford</strong>, <strong>no Reino Unido</strong>, e publicado na revista médica <strong>The</strong> <strong>Lancet</strong>, mostra que tomar diariamente 75 mg de <strong>aspirina</strong> durante cinco anos reduz em um terço as <strong>mortes causadas por câncer</strong> e em 25% o risco de desenvolver essa doença.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com essa pesquisa, a maior ingestão de aspirinas poderia salvar milhões de vidas por ano. <strong>Peter Rothwell</strong>, neurologista que dirigiu essa pesquisa, já começou ele mesmo a tomar sua dose diária. &#8220;Suspeito que dentro de cinco ou dez anos, estaremos receitando aspirinas às pessoas de meia idade e não só pelos benefícios vasculares que se conhecem&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras pesquisas realizadas anteriormente já demonstraram que uma pequena dose diária de aspirina poderia reduzir a possibilidade de <strong>doenças cardiovasculares</strong>. Entre os 40 e 55 anos aumenta significativamente o risco de adoecer de algum tipo de câncer, por isso Rothwell considera “sensato” que o consumo de aspirina começasse aos 45 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor <strong>Peter Elwood</strong>, da <strong>Faculdade de Medicina da Universidade de Cardiff</strong>, no Reino Unido, dirigiu o estudo sobre os efeitos da aspirina em relação às doenças cardiovasculares e afirma que “estamos diante de um marco de enorme importância para a comunidade em geral&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contrapontos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da exaltação dos pesquisadores, outros analistas advertem que a aspirina pode dobrar a incidência de <strong>hemorragias gastrointestinais</strong>, ocorrência que atualmente é de uma para mil pessoas ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor de genética <strong>John Burns</strong>, da <strong>Universidade de Newcastle</strong>, no Reino Unido, ressalta que o problema “é que se recomendarmos algo a toda a população, teremos de enfrentar os efeitos secundários&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No Reino Unido, morrem por ano 150 mil pessoas em consequencia do câncer e 200 mil em decorrência de alguma doença cardiovascular.</p>
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		<title>Doações de medula poderão ser cadastradas pela internet</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de janeiro de 2011, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) do Instituto Nacional de Câncer (Inca), passa a funcionar por meio de um banco de dados com cadastro de doadores através da internet. De acordo com o hematologista, Luis Fernando Bouzas, em entrevista para a Agência Brasil, a expectativa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir de janeiro de 2011, o <strong>Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea</strong> (<strong>Redome</strong>) do <strong>Instituto Nacional de Câncer</strong> (<strong>Inca</strong>), passa a funcionar por meio de um banco de dados com cadastro de doadores através da internet. De acordo com o hematologista, <strong>Luis Fernando Bouzas</strong>, em entrevista para a <strong>Agência Brasil</strong>, a expectativa é de “colocar em funcionamento um sistema de informática que permita o <strong>cadastramento de doadores pela internet</strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Bouzas destaca que, “é importante atualizar os dados sobre os <strong>doadores de medula</strong>, em caso de eles serem chamados para doar sangue aos pacientes compatíveis. O telefone do Redome serve para obter informações sobre o processo e esclarecer dúvidas de <strong>pessoas interessadas em doar medula</strong>”. Qualquer pessoa entre 18 aos 55 anos pode se inscrever como doadora. Para tanto, esses prováveis doadores, em um primeiro momento, devem fornecer seus dados pessoais e fazer a coleta de uma amostra de sangue<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, o Inca realiza testes preliminares para determinar as características genéticas de cada doador. As informações são mantidas no banco de dados do Redome e cruzadas, posteriormente, com os dados dos pacientes. Uma pessoa cadastrada nesse banco de dados pode ser chamada para a doação até completar 60 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os pacientes que precisam buscar doadores, o procedimento de inscrição será feito via internet, no <strong>Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea</strong> (<strong>Rereme</strong>) ou através dos próprios médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o cadastro ao Redome pode ser feito pelo email <a href="mailto:redome@inca.gov.br">redome@inca.gov.br</a> e por meio dos hemocentros espalhados pelas diversas cidades do país. O Redome também está com telefones novos: (21) 3207.5238 e (21) 3207.5238.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Doação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O hematologista ainda esclareceu que “a coleta de medula óssea é um procedimento seguro e não representa nenhum risco para os voluntários. O doador não sofre nenhum tipo de problema ou sequela. Não é extraída nenhuma parte de tecido ou material orgânico, já que a <strong>medula óssea</strong> é o material líquido gelatinoso, parecido com o sangue, que existe dentro dos ossos. Não tem nenhuma ligação com a <strong>medula espinhal</strong> ou com <strong>sistema nervoso central</strong>&#8220;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O médico garante a simplicidade do procedimento de coleta para os doadores, que, em três ou quatro dias, pode retornar às suas atividades normais. “Não há razão para medo. Mais de 50 mil <strong>transplantes</strong> são realizados por ano em todo o mundo”, afirma. Bouzas ainda ressalta que a <strong>doação de medula</strong> pode salvar vidas. “Contamos com a solidariedade da população para participar do registro”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Estão proibidos de doarem medula óssea pessoas que tiveram <strong>doenças transmissíveis pelo sangue</strong>, como <strong>hepatites B</strong> e <strong>C</strong> ou <strong>Aids</strong>. Também não se pode ter nenhum tipo de câncer, doenças infecciosas ou ligadas à medula óssea. Segundo Bouzas, há cerca de 70 doenças indicadas para <strong>transplante de medula</strong>. Entre elas, leucemias agudas e crônicas, linfomas, anemias graves e congênitas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do Inca, 30% dos pacientes têm um doador compatível na família, que geralmente se trata de um irmão. Os 70% restantes não encontram doador parental e dependem do cadastro do Redome.</p>
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		<title>Musculação ajuda a prevenir câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 11:00:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A musculação por muito tempo foi vista com maus olhos por médicos e especialistas, porém, estudos recentes comprovaram a importância desses exercícios para a saúde quando realizados com bom senso e disciplina. Além de prevenir o câncer, músculos tonificados e todos os tipos de atividades físicas também combatem a progressão de outras doenças. De acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>musculação</strong> por muito tempo foi vista com maus olhos por médicos e especialistas, porém, estudos recentes comprovaram a importância desses exercícios para a saúde quando realizados com bom senso e disciplina.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de prevenir o <strong>câncer</strong>, músculos tonificados e todos os tipos de <strong>atividades físicas</strong> também combatem a progressão de outras <strong>doenças</strong>. De acordo com Jani Cleria Bezerra, coordenadora do curso de pós-graduação em <strong>Educação Física Hospitalar (COBRASE)</strong>, a maior quantidade de <strong>massa muscular</strong> aumenta o <strong>metabolismo</strong> eliminando mais rapidamente as <strong>toxinas</strong> presentes no <strong>organismo</strong>. “Com maior quantidade de massa muscular o corpo produz mais energia e o alimento ingerido não permanece muito tempo no organismo, eliminando rapidamente <strong>substâncias tóxicas</strong>”explica.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas realizadas mostraram que pessoas obesas também podem fazer musculação e serem beneficiadas mesmo sem a queima de gordura durante os exercícios. Segundo Bezerra, isso se deve ao fato de que a <strong>oxidação</strong> (queima) dos nutrientes ingeridos ocorre no interior das <strong>células</strong> do corpo, principalmente nas do <strong>tecido muscular</strong>. “Quando as <strong>fibras musculares</strong> aumentam em quantidade (<strong>hiperplasia</strong>) e tamanho (<strong>hipertrofia</strong>), o metabolismo também aumenta, mesmo em repouso, pois o corpo se mantém ativo. Assim, com atividade maior e permanente das células, o organismo produz mais células de defesa para o <strong>sistema imunológico</strong>, que atacam e destroem as <strong>células cancerígenas</strong>” diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas portadoras de câncer também podem utilizar a musculação como forma de melhorar seu estado clínico. De acordo com Bezerra é importante ressaltar que esse exercício pode ser qualificado como qualquer força exercida ‘contra a resistência’, desde o peso do próprio braço ou perna, ou seja, deslocamento de peso.  Estudos realizados na área pela própria entrevistada utilizando o <strong>Programa de Atividade Física para a Saúde (PAFS)</strong> em pacientes durante o tratamento com <strong>radioterapia</strong> há pelo menos um mês, mostram melhora na <strong>resistência cardiorrespiratória</strong> e <strong>muscular</strong>, na força e a flexibilidade. “Resultados indicam que pacientes, mesmo em estado avançado de câncer, podem melhorar a força e o <strong>débito cardíaco</strong>, diminuir as perdas da <strong>capacidade funcional</strong> e reduzir/eliminar a <strong>Síndrome da Fadiga Oncológica</strong>, pertinente à doença e/ou tratamento” finaliza.</p>
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		<title>Cientistas listam oito sintomas mais comuns do câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 11:00:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando o assunto é prevenção do câncer, o principal foco das atenções são os comportamentos de risco, que devem ser evitados ou reduzidos sempre que possível. Porém, muito pouco se fala efetivamente nos sintomas. Mas, agora, uma pesquisa britânica, publicada na revista especializada British Journal of General Practice listou oito sintomas mais comumente relacionados à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando o assunto é <strong>prevenção do câncer</strong>, o principal foco das atenções são os comportamentos de risco, que devem ser evitados ou reduzidos sempre que possível. Porém, muito pouco se fala efetivamente nos sintomas. Mas, agora, uma pesquisa britânica, publicada na revista especializada <strong><em>British Journal of General Practice</em></strong> listou oito sintomas mais comumente relacionados à doença. A ideia, segundo a publicação, é gerar uma atenção especial para esses sinais a partir dos 55 anos, para que a prevenção do câncer possa ser mais precoce e, por conseguinte, possa ter um tratamento mais eficaz. Por isso, avaliou-se a possibilidade dos sintomas estarem relacionados ao câncer em pelo menos um a cada 20 casos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os sintomas listados são: <strong>hemorragia ou sangue no reto</strong>, <strong>tosse acompanhada de sangue</strong>, <strong>anemia</strong>, <strong>sangue na urina</strong>, <strong>dificuldade para engolir</strong>, <strong>sangramento vaginal</strong> pós-menopausa, <strong>nódulo nos seios</strong> e <strong>nódulo na próstata</strong>. Para chegar a esta lista, os pesquisadores cruzaram os resultados de 25 estudos anteriores. Isso permitiu que eles concluíssem que apenas dois dos sintomas — nódulo nas mamas e nódulo na próstata — eram indicadores de um risco de 5% de se desenvolver câncer, também em pessoas com menos de 55 anos. Já a dificuldade de engolir seria um indicativo de <strong>câncer de esôfago</strong> em homens com mais de 55 anos e o sangue na urina é especialmente preocupante para ambos os sexos a partir dos 60 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Entretanto, um porta-voz da organização <strong><em>Cancer Research UK</em></strong>, responsável por realizar as pesquisas da área no Reino Unido, afirmou que esses não são os únicos sintomas relacionados ao câncer e aconselhou procurar um especialista diante de qualquer alteração no corpo que seja persistente e fora do comum. &#8220;Os sintomas que aqui se destacam já eram considerados sinais potenciais de um tumor, mas existem pelo menos duzentos tipos de câncer diferentes, por isso, a sintomatologia é muito ampla&#8221;, esclareceu o porta-voz da instituição.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Proteína que elimina o ferro pode abrandar avanço do câncer de mama</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quantidade de ferro no sangue está diretamente relacionada ao desenvolvimento do câncer de mama. É o que aponta um estudo do Centro Médico da Universidade Wake Forest, dos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, foi observado que a proteína responsável por eliminar a substância das células do organismo, conhecida como ferroportina, apresenta-se em pouca concentração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quantidade de <strong>ferro</strong> no sangue está diretamente relacionada ao desenvolvimento do <strong>câncer de mama</strong>. É o que aponta um estudo do Centro Médico da <strong>Universidade Wake Forest</strong>, dos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, foi observado que a <strong>proteína</strong> responsável por eliminar a substância das células do organismo, conhecida como <strong>ferroportina</strong>, apresenta-se em pouca concentração em tumores da mama, em comparação a outros tipos de tecido. A pesquisa foi publicada na revista especializada <strong><em>Science Translational Medicine</em></strong>.</p>
<p>De acordo com <strong>Suzy Torti</strong>, professora de bioquímica da Universidade de Wake Forest e uma das principais responsáveis pela pesquisa, a carência da proteína provoca um <strong>acúmulo de ferro</strong>, o que contribui para o desenvolvimento da neoplasia e afeta diretamente a agressividade da doença.</p>
<p>Os pesquisadores normalizaram o nível da proteína nos tumores em um seio humano implantado em camundongos e puderam observar que o tumor passou a se desenvolver mais lentamente. &#8220;A ferroportina elimina o ferro da célula e, assim, uma vez recolocada na célula, a proteína eliminou o estímulo de crescimento do câncer. O estudo sugere que a ferroportina tem uma influência significativa sobre o comportamento da doença&#8221;, explicou Suzy.</p>
<p>Entretanto, é preciso ressaltar que o comportamento do ferro dentro das células do organismo não é relacionado ao consumo da substância, portanto, alterações no regime alimentar não são eficazes para aumentar a concentração de ferro na mama.</p>
<p>O estudo também sugere que o nível da proteína nas células cancerosas está diretamente relacionado à sobrevida das pacientes. Os pesquisadores avaliaram os casos de 800 mulheres com a doença e perceberam que a concentração de ferroportina era particularmente baixa em regiões onde o tumor era mais agressivo. Em contrapartida, o nível elevado da proteína significava uma sobrevida de até 90%, em longo prazo.</p>
<p>&#8220;Utilizar a ferroportina como um indicador da <strong>regulação de ferro</strong> pode ser útil no prognóstico do câncer de mama e poderia ajudar a determinar o tratamento. No futuro, a manipulação do <strong>teor de ferroportina</strong> ou proteínas que afetam o seu nível pode ser um tratamento eficaz contra o câncer de mama”, diz o estudo.</p>
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		<title>Conheça os riscos da osteoporose</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A osteoporose é uma doença silenciosa e atinge principalmente mulheres idosas. Caracteriza-se por uma redução da massa óssea, decorrente da redução do próprio tecido ósseo. É o que explica Victoria Zeghbi Borba, presidente regional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), no Paraná. Segundo ela, a diminuição dos hormônios tem papel fundamental no desgaste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>osteoporose</strong> é uma doença silenciosa e atinge principalmente <strong>mulheres idosas</strong>. Caracteriza-se por uma redução da massa óssea, decorrente da redução do próprio <strong>tecido ósseo</strong>. É o que explica Victoria Zeghbi Borba, presidente regional da <strong>Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem)</strong>, no Paraná. Segundo ela, a diminuição dos <strong>hormônios</strong> tem papel fundamental no desgaste dos ossos. “Com a <strong>menopausa</strong> ocorre uma perda da proteção natural que o estrogênio exerce sobre os ossos, levando a um maior desgaste, principalmente, nos dez primeiros anos após a menopausa”, afirma Victoria.</p>
<p>Este, porém, não é o único caso onde a doença pode se manifestar: “também ocorre com mulheres que, para tratamento de  endometriose, por exemplo, fazem bloqueio hormonal e, também, com homens em supressão hormonal para tratamento de <strong>câncer de próstata</strong> ou que entram em <strong>andropausa</strong>”, completa.</p>
<p>Victoria explica que o tecido ósseo é constantemente renovado e existem vários fatores — entre eles as <strong>taxas hormonais</strong> — que controlam esta renovação. “Se houver um desequilíbrio em um destes fatores, pode ocorrer um aumento da reabsorção óssea, com menor formação”, esclarece. E aponta alguns desses fatores: deficiência de <strong>vitamina D</strong>, falta dos hormônios sexuais, diarréia crônica e uso de <strong>corticóides</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Grupos de risco e diagnóstico</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Victoria Borba afirma que a osteoporose se manifesta sem muitos sintomas e, por isso, a descoberta da doença pode ser tardia — geralmente, após uma fratura. O diagnóstico é feito por meio de um exame de <strong>densitometria óssea</strong>, que quantifica a massa óssea. Existem, entretanto, grupos de risco que devem estar atentas à osteoporose. A médica explica que as mulheres, principalmente as idosas, e a população de raça caucasiana e asiática, têm mais chances de desenvolver a doença. Outros fatores apontados por ela são a insuficiência de cálcio, condição física precária, tabagismo, etilismo e sedentarismo. Por isso, ainda de acordo com Victoria, manter hábitos saudáveis e uma alimentação rica em cálcio é fundamental desde a juventude. Além disso, ela recomenda a reposição hormonal, quando indicada pelo médico e exposição ao sol por pelo menos quinze minutos por dia.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Atualmente, existem diversos tratamentos para reduzir o impacto da osteoporose na vida do paciente e garantir uma boa saúde óssea. “Os tratamentos mais usados são feitos com o uso de drogas que bloqueiam a reabsorção óssea, os <strong>bisfosfonatos</strong> que podem ser usados semanalmente, mensalmente, a cada três meses, ou até anualmente, dependendo da condição do paciente e da sua preferência”, exemplifica a médica.</p>
<p>Ela cita também os <strong>Selective Estrogen Receptor Modulators (SERMs)</strong>, substâncias que simulam o estrogênio nos ossos e bloqueiam seus efeitos na massa óssea. “Outra forma de tratamento é o <strong>ranelato de estrôncio</strong>, que tem uma ação dupla, diminuindo a reabsorção e estimulando a formação, sendo usado diariamente”. Por fim, Victoria cita a <strong>teriparatida</strong>, medicação com maior capacidade de formação óssea, que é aplicada com injeções subcutâneas diárias.</p>
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		<title>Câncer bucal é combatido em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 11:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diversas cidades do estado de São Paulo lançaram nos últimos meses campanhas para rastrear e prevenir o câncer de boca, o sétimo mais frequente do Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Em estimativa, o instituto afirmou que cerca de 14 mil pessoas serão vítimas da doença em 2010. A previsão é muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diversas cidades do estado de São Paulo lançaram nos últimos meses campanhas para rastrear e prevenir o <strong>câncer de boca</strong>, o sétimo mais frequente do Brasil, segundo o <strong>Instituto Nacional do Câncer (Inca)</strong>. Em estimativa, o instituto afirmou que cerca de 14 mil pessoas serão vítimas da doença em 2010. A previsão é muito mais preocupante para os homens: do número total fornecido pelo Inca, estima-se que pouco mais de dez mil serão do sexo masculino.</p>
<p>O <strong>câncer bucal</strong> engloba qualquer tumor originado na região da boca, entre <strong>língua</strong>, <strong>lábios</strong>, <strong>gengiva</strong> e <strong>céu da boca</strong>. Segundo o chefe substituto da Seção de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Inca, Roberto Netto Soares, a doença surge como uma pequena lesão ou inflamação localizada que não melhora com tratamentos locais. Mas, existem outras formas da doença: “Outro tipo mais específico são lesões esbranquiçadas, chamadas <strong>leucoplasias</strong>, que são consideradas lesões pré-malignas pelo potencial que elas têm de se tornarem malignas com o tempo”, avalia.</p>
<p>O médico ressalta que o diagnóstico precoce da doença é fundamental para um tratamento mais eficaz. Por isso, ele explica que são importantes as campanhas de prevenção e rastreamento. As razões são também econômicas: “as lesões que atualmente são tratadas nos hospitais especializados são lesões avançadas em que o custo do tratamento é alto e os pacientes são submetidos a procedimentos em que ficam incapacitados para sua recolocação no mercado de trabalho”, explica o médico sobre os procedimentos para controlar o tumor, como quimioterapias e intervenções cirúrgicas. Porém, ele afirma que até hoje nenhum país foi totalmente bem sucedido com campanhas de prevenção da doença e cita como exemplo Cuba e a campanha brasileira realizada em Vitória, no Espírito Santo, por meio do curso de medicina da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).</p>
<p>Ainda de acordo com Soares, os principais comportamentos de risco para o desenvolvimento do câncer bucal são o <strong>tabagismo</strong> e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, além de má higienização bucal. “O perfil do paciente mais comumente acometido é de classes sociais menos desfavorecidas, nas quais se encontram com mais facilidade o somatório desses fatores”, informa. Por isso, ele argumenta que, aliada às medidas de prevenção, as campanhas de combate ao tabagismo e ao <strong>alcoolismo</strong> são de extrema importância na diminuição de casos da doença. “Campanhas para procurar o profissional de saúde o mais precocemente possível também teria resultado positivo na curabilidade das lesões”, completa.</p>
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		<title>Isenção no IR para pacientes com câncer sem sintoma</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlosrodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de agora, pacientes com câncer que não apresentem sintomas da doença – neoplasia assintomática –, também, estarão isentos do Imposto de Renda anual. O benefício já era concedido a pessoas com a doença e que já tinham manifestação dos sintomas. A medida foi decidida em abril pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A partir de agora, pacientes com câncer que não apresentem sintomas da doença – </span><strong><span style="color: #000000;">neoplasia assintomática</span></strong><span style="color: #000000;"> –, também, estarão isentos do </span><strong><span style="color: #000000;">Imposto de Renda</span></strong><span style="color: #000000;"> anual. O benefício já era concedido a pessoas com a doença e que já tinham manifestação dos sintomas. A medida foi decidida em abril pelo </span><strong><span style="color: #000000;">STJ (Superior Tribunal de Justiça)</span></strong><span style="color: #000000;">, que já havia determinado na lei nº 7.713, de 1988, a isenção para pacientes da </span><strong><span style="color: #000000;">neoplasia maligna</span></strong><span style="color: #000000;"> que apresentassem sintomas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para tanto, explica a advogada tributarista, Débora D’Almeida Cordeiro, o artigo 30 da lei nº 9.250, de 1995, exigia que o contribuinte apresentasse um laudo pericial que comprovasse a moléstia, emitido por um serviço médico oficial. “Agora o STJ determinou que não há necessidade da demonstração da continuidade dos sintomas da doença, nem da indicação de validade no laudo pericial para isentar o contribuinte.”, afirma a advogada.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A medida, que já protegia portadores de diversas doenças e condições físicas, vai beneficiar milhares de contribuintes. A lei se aplica a todos os tipos da doença, desde que devidamente comprovado a neoplasia assintomática. Débora especifica a documentação necessária para ter direito à isenção:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Requerimento de isenção de Imposto de Renda</span></li>
<li><span style="color: #000000;"> Laudo médico-pericial emitido por serviço médico oficial da União, Estados, Distrito Federal ou Municípios com as informações: identificação da instituição responsável por sua expedição, especificação da moléstia (nome e/ou Código Internacional de Doença – CID), histórico clínico do paciente, identificação do médico responsável pela emissão do laudo, com a assinatura, carimbo e CRM do médico</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Exame médico que comprove a existência da doença</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Outras condições médicas apontadas pela advogada que isentam o contribuinte do IR:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Portadores de moléstia profissional</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Tuberculose ativa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Alienação mental</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Esclerose múltipla</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Cegueira</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Hanseníase</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Paralisia irreversível e incapacitante</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Cardiopatia grave</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Doença de Parkinson</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Espondiloartrose anquilosante</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Nefropatia grave</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Hepatopatia grave</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Contaminação por radiação</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS)</span></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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